101 - Amigos Seletos

Autor: Cristina

Um deles me abraçou por trás. Seu pênis encaixava-se em minhas nádegas. Minha cabeça reclinada em seus ombros oferecia-lhe minha boca, pescoço e orelha para serem beijados. Meus seios acariciados por suas mãos sobre o curto quimono de seda estavam duros de desejo. Ele se mexia suavemente, seu peito firme acariciando minhas costas.
Percebi meu quimono sendo desamarrado. Mais duas mãos começaram a percorrer levemente meus lados, uma língua tépida tocando meu ventre, e descendo lentamente pelo meu púbis, até minha vagina. Estremecendo de prazer, gemi sufocado pela outra língua em minha boca. Quem explorava minha vagina ergueu uma de minhas pernas e apoiou meu pé no sofá. Oferecida, mexia meus quadris que agora eram acariciados atrás por um pau empinado por toda extensão de meu bumbum, e na frente por uma língua esperta que provocava contrações vaginais de tesão.

Não Era Santa, Mas Meu Namorado Me Transformou Numa Putinha

Exclusivo do Blog Casada Sexy

Centésima Postagem

Autor: Laura

Sou a Laura. 35 anos. Sou bonita. Gosto de me cuidar. Apesar de um filho tenho um bonito corpo. Um pouco acima de 1,70 de altura e menos de 65kg. Cabelos castanhos claros, mas muitas vezes me dá uma loucura e os deixo bem loiros. Sou enfermeira.
Estou separada de meu segundo casamento. Sou difícil. Sou exigente. E não sou e nunca fui santa. Gosto de uma boa foda. Gosto de provocar. Gosto de uma boa vara dentro de mim. Quanto mais tempo melhor. Gosto de me sentir totalmente preenchida. Então para mim, tamanho e principalmente, grossura é importante. Sempre fiz tudo na cama que me pediram. Gosto tanto de anal como convencional. Gosto, e gosto muito, de uma boa pica dentro de minha boca. E se o homem não consegue segurar o gozo, não fico zangada se minha boca é o alvo dos seus esguichos. Alguns me beijam depois e outros tem nojinho. Entendo. Entre quatro paredes, se é para o prazer do casal, para mim, vale tudo. Sei que tem alguns que tomam remédios para ficar mais tempo duro. Qual o problema? Fico envaidecida por saber que tem que ter ajuda para me saciar.

Me visto bem. Não passo desapercebida em qualquer ambiente onde esteja. Quer no trabalho, quer nos eventos sociais. Olhem a diferença. Me visto bem e não como uma puta. Nada contra elas. Mas existem situações que determinadas roupas não caem bem. Não gosto e raramente uso sutiã mas no trabalho é necessário até por causa das roupas claras. Esse é só um exemplo. Não sou magra. Sou o tipo, como os homens gostam de falar, cavala. Tenho coxas grossas e bunda bem arrebitada. Ajuda no visual uma cintura fina e quadris largos. O estilo violão. Os seios tem 250 ml em cada um. Malho para manter isso. Algumas me chamam de gorda. Não ligo.
Gostosa de fio dental
Na praia meu lado exibicionista aflora de vez. Gosto de usar os menores biquínis. Geralmente já desço do carro só de biquíni. Percebo os olhares descarados dos solteiros e discretos dos casados. Vejo os olhares de recriminação das esposas e namoradas. Nessa hora abuso dos joguinhos. Uma eternidade para sentar ou deitar na canga. Faço para provocar mesmo. Algumas até vão embora. Bom que sobra mais espaço.
Bom todos já sabem o que gosto e como sou.
Agora vou narrar como subi um degrau nessa longa escada da vida.
Quando sai de casa para aquele aniversário na casa de uma amiga não imaginava o que o destino estava me preparando. Estava num grupo de 5 mulheres conversando quando meus olhos cruzaram com o dele. Mesmo a uma boa distância tive a certeza que seus lábios disseram:
“Linda como sempre”.
Não acredito. Será que é o Beto?
Perguntei a minha amiga e ela disse que era. Tinha voltado para nossa cidade não tinha um mês. Passou um filme na minha mente. Voltei aos meus 15 anos e lembrei daquele menino magrelo e cheio de espinhas que eu era apaixonada. Foi o primeiro que beijei e o primeiro que me fez chorar, quando seus pais se mudaram e nunca mais nos vimos.
Veio em minha direção com um sorriso lindo. O abraço durou minutos. As pessoas a nossa volta perderam a importância e depois de nos certificamos que estávamos sozinhos, fomos continuar conversando em um barzinho distante dali. Quanta coisa mudou em nossas vidas. Ele também estava separado. Também tinha um filho.
O convite para irmos para um lugar mais calmo era necessário. O motel mais próximo eu mesma que indiquei.
Ali mesmo na garagem do motel. O primeiro beijo. Meu vestido foi levantado me deixando apenas de salto alto e uma minúscula tanguinha enfiada da bunda. Me colocou sobre o capô do carro e nem reparamos que a cobertura da garagem não tinha sido abaixada. Um carro passou e um assovio nos despertou. Entramos rindo. Ele disse:
- Tira a calcinha mas fica de sandália.
Fiz de costa para ele. Me abaixei e demorei a levantar o corpo. Minha buceta deve ter ficado bem a mostra. Chegou perto de mim e falou:
- Nunca esqueci de você. Maravilhosa. Que marquinha de biquíni linda.
Parece que fomos feitos um para o outro. O Encaixe foi perfeito.
Gostei quando ele me jogou sobre a cama e sua língua explorou cada milímetro de minha bucetinha. Fui ao delírio com as chupadas no meu cuzinho. Gostei quando ele bateu com sua pica em meu rosto. Falei:
- Para de me torturar. Me deixa chupar essa pica gostosa.
Ele deixou. E gostei. Gostei do tamanho. E gostei muito mais da grossura. Ele não queria gozar mas eu pedi:
- Goza. Goza na minha boca.
Sua expressão era deliciosa. Senti seus jatos atingirem minha garganta. Minhas bochechas. Meu pescoço e seios. Ele mesmo me levantou e me beijou. Gostei demais nessa hora. Homem de verdade. Sem frescuras.
Ele gozou de novo. Uma dentro da minha bucetinha e outra dentro de meu cuzinho. E eu também gozei muito naquela noite. Perdi a conta de quantos minutos cavalguei aquele piroca gostosa.
Gostei quando ele me colocou de quatro sobre a cama e começou a lambuzar sua pica em minha buceta que pingava e depois de bem lubrificado começou a colocar seu tora dentro de meu rabinho:
- Ai gostoso. Devagar. Bem devagar. Delícia. Coloca essa pica toda dentro do meu cú.
Ele ficou doido:
- Isso minha putinha deliciosa. Rebola. Isso. Abre bem esse rabo para eu meter. Isso. Gostosa.
Depois que a cabeça entrou, eu mesma comecei a forçar os quadris para trás para ajudar na penetração. Às vezes ele deitava seu corpo sobre o meu e apertava meus seios e puxava meus cabelos como se fossem rédeas. Gozei de novo. E de novo.
Passamos a nos ver sempre. Ele logo percebeu meu lado exibicionista e passou a me incentivar. Agora um pouco diferente, com um homem do meu lado. Sempre fiz sozinha, mas agora tinha alguém ali me incentivando e outros homens me olhavam com discrição. Isso apimentou muito nossa relação.
Gostei muito da primeira vez que pediu para eu ir sem calcinha para uma casa noturna. Perguntei:
- Sem calcinha?
Ele:
- É. Algum problema?
Respondi a ele:
- Não. É que esse vestido é muito curto. Se ventar vai ter hora que vai aparecer tudo.
Ele:
- Sorte de quem ver alguma coisa.
Fui. Ali começava minha vida de namoradinha exibicionista. Praias e shopping eram nossos lugares preferidos. Sempre terminávamos a noite numa cama do motel, com ele falando no meu ouvido com os homens me encaravam. A pica dele pulsava quando eu lembrava a cara dos garçons, frentistas, vendedores nas lojas e qualquer outro que tivesse a sorte de ver um pedacinho proibido de mim. Mas foi na própria casa dele que atingi o auge do exibicionismo alguns meses depois.
Tínhamos pedido uma pizza e quando a campainha tocou estávamos ainda nus na sala, após um banho, quando ele falou com um sorrisinho na boca:
- Atende lá.
Quando me levantei ele puxou a coberta que nos cobria no sofá. Falei:
- Amor. Estou nua? Olha que eu vou assim?
Ele:
- Duvido.
Eu rindo:
- Não reclama, hein.
Namorada se exibindo para o entregador
Meu coração estava quase saindo pela boca. Quem será que estava na porta? Alto ou baixo? Gordo ou magro? Novo ou velho?
Ainda dei uma olhadinha para trás e fiz sinal com o dedo para ele atender. Ele fez que não com a cabeça e a campainha tocou de novo. O rapazinho quase caiu para traz quando meu viu daquele jeito. Olhei para onde o Beto estava e o vi tocando uma gostosa e lenta punheta. Depois que voltei transamos muito gostoso com ele me colocando de quatro sobre o sofá:
- Gostou né sua putinha? Gostou de se exibir peladinha para o novinho?
Eu respondi:
- Gostei. Gostei muito. Acho que ele hoje vai morrer de tanto tocar punheta. E você gostou de exibir sua namoradinha?
Ele metia e tirava sua pica de minha bucetinha de forma lenta e cadenciada. Ele sabe que assim me leva ao gozo rapidinho. Ele falou algo que já vinha percebendo a algum tempo:
- Amei. E vou gostar muito mais quando eu te ver sendo enrrabada por outro homem na minha frente!
Olhei para ele rindo e falei:
- Nossa. Que isso? Outro homem? Na sua frente?
Ele aumentando a velocidade das estocadas falou entre gemidos:
- É. Quero ver outro macho metendo em você.
Confesso que até aquele momento eu achava que tinha feito tudo que se possa imaginar entre quatro paredes mas ali naquela hora gozando feito uma cadela vi que meus dias de putinha estavam apenas começando.


Voltarei aqui assim que acontecer...

Delícia de Inimigo

Autor: Buzios Girlfriend

Meu nome é Mariana e tenho 30 anos de idade. Sou loira, tenho 1,75m, um rosto que considero bonito e um corpo de chamar a atenção. Sou casada há cinco anos com um homem que amo muito e que me mostrou como a vida a dois pode ser boa. Meu marido é funcionário de uma grande empresa, ocupando um cargo de direção. Por esse fato, fica sempre exposto a novas inimizades, ainda mais pelo fato de ter um temperamento forte de direção. Um dos inimigos feitos por ele no trabalho se chama Mateus, um homem forte e dominador, gerente de uma outra área da empresa. Os dois já trocaram desaforos em reuniões e não escondem o ódio de um pelo outro.
Mateus não é casado e pelo dinheiro e cultura que tem, não tem dificuldade de arrumar belas amantes, estando por isso sempre acompanhado por muitas mulheres. Uma das últimas foi uma grande amiga minha que cometeu o erro de se apaixonar pelo canalha. Ele fez com ela coisas terríveis e a expôs de uma forma pouco usual, tendo minha amiga, no final, mudar de cidade para manter sua sanidade mental e o que lhe restava de moral. Em maio desse ano a empresa convidou seus empregados para um curso de gerenciamento a ser dado em uma de nossas belas cidades litorâneas, tendo a opção de levar a família para aproveitar as "férias" de uma forma diferente. Tanto meu marido quanto Mateus foram a esse encontro. Meu marido, muito preocupado com seu aprendizado e em se aprimorar, não queria aproveitar o passeio e ficava em suas horas livres revendo o material do curso.

Dando Naturalmente

Autora: Nanda

Sou uma mulher de trinta e poucos anos, fui casada durante sete anos com um cara fantástico e, apesar disso, não consegui me manter fiel no casamento, o que terminou por levar nossa união à bancarrota.
Águas passadas, uma vez que não tínhamos filho, decidi aproveitar mais um pouco a vida enquanto ainda me restava algo de mocidade. Neste período, conheci pessoas bem diferentes das quais eu estava acostumada nos círculos trabalho e família.
Entre estas pessoas, um casal excepcional que chamaremos de Ana e Fábio. Ela, com pouco mais de 25 anos, era uma verdadeira princesinha e havia sido o pivô da separação dele, há cerca de um ano. Ele, com seus 45, 46 anos, um cara em boa forma e, acima de tudo, muito bem humorado.
De cara, dava pra perceber que ele estava, como eu, vivendo momentos passageiros e que, logo, logo, estaríamos de frente com a realidade novamente e, quem sabe, constituindo novos relacionamentos conjugais.

Confesso que Gosto

Não gosto de esconder fatos da minha vida, ainda que muitos não entendam a causa de uma mulher como eu amar, venerar, adorar o sexo anal acima de tudo. Tem uma razão e eu conto.
Quando tinha 18 aninhos, já era um mulherão de assombrar todos quando aparecia na praia com meu biquíni azul-marinho. Coxas fortes e muito bem feitas, bundinha segura e bem pronunciada, carnuda, cintura bem fina e seios relativamente pequenos. Mas nada decepcionantes. Tudo isso por causa da minha paixão pelo vôlei na praia, que eu gostava de praticar quase todos os dias, no final da tarde. Escutava muitas piadinhas e levava cantadas sem parar dos espectadores que ficavam olhando, principalmente na calçada. Olhava os jogos também, e determinado dia surgiu um desconhecido para mim na quadra masculina mais frequentada. Alto, musculoso, muito ágil e excelente jogador. Seu nome era Fernando, mais conhecido pelo apelido de Nando. Um belo tipo, que me impressionou.
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