013 - EXIBICIONISMO QUE DEU CERTO

Todas as sexta feira serão reeditados os contos mais antigos com novas imagens. Espero que gostem.

Meu maior sonho estava para se realizar, pois consegui convencer meu marido a comprar uma câmera fotográfica, estilo profissional para que ele fizesse de mim, fotos bem eróticas. Estou me preparando, com todo o capricho, para realizar este sonho, que é um sonho acalentado desde a adolescência. Lembro-me que quando tinha por volta de uns 15 anos de idade, vi escondida uma revista do meu irmão. Era uma revista de uma famosa e linda artista de cinema, posando para umas fotos, totalmente nua e em poses bem sensuais.
Achei que aquilo tão bonito que me despertou enorme vontade de posar para fotos semelhantes, e que não haveria nada de mais excitante do que fazer uma coisa destas.

361 - AS PUNHETAS DE MEU IRMÃO

A vida não era fácil. Eu e meus irmãos mais velhos trabalhávamos duro debaixo de sol quente, plantando hortaliças pra ter o que comer dentro de casa. Nossa diversão era brincar num córrego que atravessava a pequena propriedade familiar. Mas isso só nos dias muito quentes. Nos dias frios eu gostava mesmo era de sentar num banquinho no terreiro pra ler os poucos livros que ganhava da escola.
Morávamos num casebre de seis cômodos. Havia o quarto dos meus pais e quartos separados para as meninas e meninos, além da sala, tinha uma cozinha grande com um fogão de lenha e apenas um banheiro. Dá pra imaginar a confusão pra usar o banheiro né. Não tínhamos televisão, mas um radinho que meu pai ligava todas as noites na cozinha, onde passávamos nossas últimas horas do dia sentados em pequenos banquinhos ao redor da mesa na cozinha.

360 - TARDE DE DOMINGO DELICIOSA

Mauro e Júlia são super amigos nossos. Um casal bem simpático e com o qual temos muita amizade e convívio regular há vários anos.
Júlia é uma loirinha bem bonitinha, toda durinha, peitos médios, bundinha saliente, pernas bem torneadas resultado de mais de dez anos de dança e academia. Tem cabelos cor de mel e olhos castanhos claros muito bonitos.
Mauro é moreno, alto, esbelto, cabelos pretos, pele castanha, com aparência sempre simpática e sorridente.
Meu nome é Ricardo. Eu sou claro, 1,80m, olhos azuis, cabelos curtos e mantenho meu corpo dentro do limite para não perder a elegância. Tenho mais de 45 anos e sou considerado um coroa, em boa forma.
Ana, minha mulher, é morena clara, tem cabelos pretos lisos e com 35 anos, conserva toda a opulência de uma mulher de tamanho médio, corpo muito bonito, pés delicados e um jeito natural de ser que exerce uma sensualidade muito forte em todos. Já estou acostumado com a atração que ela exerce. As pessoas sentem tesão nela e me admiram pela mulher tão bonita que consegui conquistar. Mas eu até gosto disso, porque sou liberal e extrovertido. 

359 - ELA PERGUNTOU SE PODIA FAZER TOPLESS

Tudo começou quando Bruno mudou-se para o edifício onde morávamos. Eram dois apartamentos por andar e nós morávamos numa das coberturas. A outra era ocupada por aquele médico e esposa, esposa que comi a valer e que Carla também devorou e foi devorada por ela. Mas eles mudaram de cidade e aí ficamos tristes, sem saber se os novos futuros moradores seriam tão legais quanto ela.
Só ela, porque ele nunca participou de nada, nem sabia de nada! Pois então, dali a pouco menos de um mês, Carla acompanhou, pelo olho mágico, a visita de um corretor que trazia um possível comprador. E ele ficou interessado, tanto é que, depois de visitar as dependências, bateu a campainha da nossa porta.

358 - SEGREDOS DEVASSOS 5

Conheci Marcelo quando a mais de quatro anos atrás quando eu tinha dezessete, anos a semanas de completar dezoito ele já tinha dezenove anos e meus pais foram contra mas ele era um bom rapaz, pelo menos é o que parecia para todos, logo ele aprendeu que meu apelido era Fefe, uma contração de Fernanda, meu nome de verdade, se eu pudesse escolher escolheria simplesmente “Fê” pois acho um simpático e delicado.
Desde os primeiros dias de nosso namoro Marcelo sempre foi muito atirado, já no primeiro dia meteu a mão por debaixo da minha blusinha agarrando meus seios sem se importar se eu era maior ou menor de idade. Nessa época eu fazia aulas de direção particular para poder me habilitar, havia marcado a prova de direção para a semana que faria dezoito anos pois meu pai havia me prometido um carro, eu estava eufórica.
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