FÉRIAS

Boa tarde a todos.
Estou num curto período de descanso.
Voltarei a postar em breve.

Casada Sexy

387 - SACRIFÍCIOS PELO CASAMENTO

Sou morena, 38 anos, com o corpão de tipo brasileira periguete, mas é a base do sacrifício de ginásticas, cremes e alimentação natural. Minha autoestima sobe quando ao passar nos locais públicos ou não os olhares masculinos se voltarem para mim, seja de qualquer idade. Isso alimenta meu apetite sexual e tesão, contribuindo para manter a mulher fogosa que sou, uma fêmea sempre pronta para embate com o gênero masculino.
Sou casada com um homem educado e carinhoso, que vendo meu potencial expressivo do corpão me propôs a ser modelo, e desfilar os produtos da nossa fábrica, para a faixa de 35 a 55 anos. Ele sabe do meu fogo de mulher, mas faz vistas grossa, e sabe que alavanco as vendas. Queremos manter nosso casamento, porém sempre dou umas escapadas com alguém e ele faz de conta que não sabe. Vivemos felizes.

386 - MENAGE NA PISCINA

Tudo começou quando encontramos André no shopping. Ele é um velho amigo do Carlos de longa data. Desde os tempos da escola. O Carlos sempre conta que junto com o André faziam as maiores festas. Eu morria de curiosidade de conhecê-lo e finalmente ocorreu o dia. Sentamos na praça de alimentação e conversamos por umas duas horas tomando um delicioso chopinho. Finalmente combinamos do André passar um domingo em nossa casa. O Carlos herdou de sua família um enorme sobrado na Ilha do Governador, com piscina e muros bastante altos, o que garante nossa privacidade.
Eu e o Carlos somos casados há três anos e estamos morando nesta casa a pouco mais de um ano. Sempre fomos muito liberais, desde o início do namoro e adoramos ficar sempre à vontade, ou seja, sempre nus. Não existe melhor sensação de liberdade do que poder tomar um bom banho de piscina completamente nua, é uma delícia.

385 - PUTA QUE PARIU, FUDEU!

Esticando a mão ele se apresentou:
- Boa noite, sou Mário. Posso me sentar aqui?
- Olha cara, não quero confusão, já estou indo embora e...
- Calma. Relaxa...
Disse Mário enquanto se sentava em frente a ele.
Nesse momento, a loira retornou, e se sentou do lado de André.
- Essa é minha esposa Renata.
Sem entender o que estava acontecendo, olhei para ela que estava sorrindo.
Começamos a conversar como se fosse uma situação normal e apesar de achar estranho, fui me soltando aos poucos. Pensei:
"Foda-se"

019 - VULNERABILIDADE

Todas as sexta feira serão reeditados os contos mais antigos com novas imagens. Espero que gostem.

Estava eu ali, num quarto de hotel em São Paulo num completo e complexo dilema. Todos os meus colegas estavam no restaurante do hotel bebericando e contando piadas. Eu estava louca para ir, mas tinha medo. Medo do que estava sentindo pelo Gustavo, o gerente da filial Salvador. O homem me atraia demais. Seu jeito seguro, educado e ao mesmo tempo dominante estava mexendo muito comigo.
Éramos doze gerentes das diversas filiais da empresa espalhadas pelo Brasil e estávamos ali numa reunião gerencial de uma semana. Era a primeira vez que eu participava. Começamos no domingo à noite, uma espécie de quebra-gelo e apresentação do grupo, e já estávamos na quarta-feira.
Na segunda-feira foi um dia muito puxado e todos nos recolhemos a nossos quartos logo após o jantar, que terminou já depois das 22h. O grupo, de 15 pessoas (três da matriz), era formado por 12 homens e apenas três mulheres. Eu, Marília e Joana. Como os quartos eram pequenos, Marília e Joana dividiram um e eu estava sozinha no meu.
Na terça-feira havíamos ido a uma boate. A turma toda brincando, dançando e eu travada, na minha, tomando um gin com tônica bem fraquinha. Marília e Joana passavam de mão em mão dançando com todos. Eram solteiras e queriam mesmo era se divertir. E havia uns colegas bem bonitos no grupo. Eu inventei que estava com dores na coluna e que, devido ao salto alto que eu pusera, não dava pra dançar.
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