331 - EU QUE PEDI


Fico aqui no meu computador procurando um homem para minha esposa. Já fiz diversos contatos. Quem pensa que é fácil está muito enganado.
Há um paradoxo entre o que ela quer e o que ela faz.
Ela está louca por uma novidade. Está doidinha por um pau diferente. Não faz muito segredo desse fato. Quando transamos ela, no embalo do sexo, confessa que adoraria dar para outro homem. Terminada a transa acaba o assunto.
Quando brigamos parece que a sua vingança preferida é arrumar um macho para trepar com ela. Mas fica só na ameaça.
Ela sabe também que eu tenho essa tara de vê-la rebolando numa pica, gemendo, gozando, pedindo para ser fodida, porém, quando acho que o assunto vai evoluir ela foge do pau. Coisas de educação familiar, tabus, sei lá.
Desta vez brigamos mais feio. Ela me acusou de não lhe dar atenção. Acha que eu fico demais no computador ou lendo meus livros. A briga já está durando uns quinze dias. Já fazia uns oito que não fazíamos amor. Ou seja, ela está sem o prazer de sentir um homem há quase um mês. Estou em nossa casa de praia, longe dela.

330 - VOCÊ VAI ME AGARRAR?

Estava sozinho em casa e resolvi aproveitar. Deitei na cama, abaixei a bermuda e depois a cueca. Fiquei totalmente nu. Depois peguei no meu pau e comecei a me masturbar lentamente. De olhos fechados, imaginava cenas eróticas. Cenas que envolviam a vizinha, minha prima, a empregada, a gostosa da faculdade e outras transas que eu já tinha tido na vida.
Aos poucos comecei a me excitar. Às vezes, vinham cenas bizarras na cabeça, que eu tratava de desfazer. Eu me concentrava apenas em mulheres de pernas abertas, exibindo a xoxota para mim.
Estava tão entretido que não percebi que alguém me observava. A porta do quarto estava entreaberta e eu não vi a Mari, me olhando. Mari é uma garota que tem acesso a minha casa. Tem a chave de casa. Ela é a namorada do meu irmão. 22 anos, morena malhada de academia, com uma bundinha redondinha e seios lindos. Mas eu jamais pensaria encontrá-la naquela tarde. Meu irmão estava trabalhando e eu como eu disse estava sozinho em casa.
Num primeiro momento, pensei em parar, mas Mari sussurrou, ainda na porta do quarto:
- Continua.

329 - MEU SOBRINHO METEU NO MEU RABINHO

Há três meses fomos a uma festa na casa dos meus pais e bebi além da conta.
Nesses casos, meu marido muito compreensível, vai embora e me deixa para dormir lá, vindo me buscar no dia seguinte. Mas naquela noite, inexplicavelmente, não fiquei assim tão mal, mas para não quebrar a tradição, subi antes de todo mundo e fui me deitar.
Meus pais moram em um sítio afastado da cidade, em uma casa muito boa, construída justamente para esse fim, ou seja, reunir a família muito festeira, em ocasiões como aquela. Dirigi-me, então, aos aposentos, meio tonta é verdade, e troquei de roupa, tirei o sutiã e vesti uma camisola para em seguida, apagar a luz, liguei um pequeno abajur bem fraquinho, apenas para quebrar a escuridão e deitei com a cabeça virada para a parede e esperar o sono chegar.

328 - TROCANDO NUDES COM A NAMORADA DO AMIGO

Exclusivo do Blog: Casada Sexy

Meu nome é Guto. Tenho 26 anos e sou solteiro. Sou alto, 1,88m e 82kg.  Moreno claro. Gosto de malhar e cultivo um corpo bem legal, sem ser do tipo malhadão. Sou um cara que faço um certo sucesso com a mulherada e um dos principais motivos é a fama que tenho de ser bem dotado. Fama essa passada pelas próprias mulheres que já comi e como.
O que aconteceu foi algo completamente inesperado até porque aconteceu, eu acho, de forma casual por um erro na hora de passar a mensagem, já que eu e o meu amigo temos o mesmo nome.
Era umas 2 horas da madrugada quando ouço o som do Zap. Tinha acabado de entrar no banho vindo da rua onde estava com uma ficante, que não vem ao caso agora e o casal de namorados, Beth e Guto. Estávamos já bem altos pela quantidade de bebidas ingeridas.

327 - O VOYEUR E AS IRMÃS

Entrei em meu apartamento, eram quase 20 horas. Estava sozinho, deixei as luzes apagadas, peguei meu binóculo e fui até a janela da copa. Dali, por uma fresta da cortina, eu podia ver o quarto das três irmãs, cujo nome desconheço, mas cuja beleza posso admirar e venerar todas as noites.
20 horas era o horário em que elas chegavam em casa, tomavam seus banhos e depois sumiam de minha vista, possivelmente se dirigindo à sala ou a um quarto de televisão.
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