166 - Minha Primeira Mulher

Colaboração: Mulher Nobre

Olá, meu nome é Mulher Nobre, tenho, 22 anos. Sou morena, 1,60 cabelos longas castanhos como também meus olhos!
Gostaria de contar minha primeira vez com uma mulher. Sou heterossexual com certeza… Até então rsrsrssrs.
Minha mãe estava para fazer 25 anos de casada e iria dar uma grande festa para os amigos. Em sua lista de convidados estava uma amiga que fez segundo grau e faculdade junto com ela. Uma mulher que já ouvia falar mais que não fazia ideia de quem era. Minha mão entrou em contato com um ano de antecedência e mantiveram contato. Acertaram que a Edinha viria uns 15 dias antes para matarem as saudades de mais de 15 sem se ver.

165 - Nossa Primeira Vez

Colaboração: Mulher Nobre

Olá, eu e o Homem Nobre somos casados a 5 anos e já vivemos cada coisa!!! Decidimos contar aqui nossas aventuras e fantasias!!!
Hoje quero contar como foi minha primeira vez. Muitas amigas dizem ser mentiras de minha parte, mas juro que é verdade!!!
Eu e o Homem Nobre éramos virgens, mas ele já tinha algumas experiências de amassos MUITO fortes e eu boba!!! Casamos e fomos para lua de mel!!! Alugamos um sitio, só para a gente, na serra e no período de frio.

164 - Tesão a Dois

As cortinas entreabertas mostravam aquele corpo de mulher (Mônica), 25 anos, morena bronzeada, com marcas de biquíni, uma boca carnuda, olhos pretos, cabelos negros e curtos, bumbum arrebitado, seios arredondados médios e duros, os pêlos finos do seu corpo iluminados pêlos raios de luz deixavam mais sensual e atraente aquele corpo delicioso e escultural.
Pela porta do quarto entra um homem nu (Eduardo) de aproximadamente 30 anos, cabelos e olhos castanhos, corpo malhado, músculos definidos; a marca da sunga realçava os pêlos do seu sexo que apesar de flácido aparenta ter um volume avantajado.

163 - Meu Chefe Comeu Meu Cuzinho

Meu nome é Jéssica, tenho 28 anos, estou noiva a três meses e até o dia deste acontecimento eu era uma mulher fiel, eu juro! Me lembro muito bem, era uma quarta-feira, tinha até combinado com meu noivo de irmos em um restaurante que eu adoro na hora do almoço, ele me pegaria na empresa.
Neste dia eu estava com uma saia social preta com um decote bem generoso na lateral, o que me deixa extremamente sensual. Sempre gostei muito de me sentir assim, e completando usava uma blusinha de botões e salto alto.
Estava prontinha para o meu noivinho, bom, era pelo menos o que eu pensava. Neste dia Maurício, meu chefe, não parava de me olhar, trabalhamos numa sala com mais 5 pessoas, e meu chefe sempre demonstrou ser muito reservado, nunca se excedeu em olhares, conversas e brincadeiras, era tudo muito profissional.

162 - Meu Garoto de Programa

- Enquanto o marido viaja caio na safadeza!
Fiquei estarrecida quando ouvi uma amiga minha dizer estas palavras.
- Mas Cátia porque fazes isto?
- Ah Marcela adrenalina pura ter um amante é tudo diferente. Não tem a preocupação de dormir cedo, para acorda no ouro dia mais cedo ainda, você já vai para cama preocupada não se entrega. Com o outro parece que sente maior prazer.
- É você que está dizendo deixa eu quietinha com meu marido mesmo que estou satisfeita!
- Duvido, aposto que dá uma vira para o outro lado e dorme!
- Nem sempre é assim Cátia!

161 - Cobiça e Desejo

Desejar a mulher do próximo é pecado?
E Desejar o namorado da amiga é o que?
Acredito que seja safadeza. Então sou safada mesmo.
Bem há algum tempo atrás eu estava sem namorado e em alguns finais de semana eu saia para festas com Claudia, minha amiga desde infância. Era eu, Claudia e seu namorado Fábio. Mas ela o chamava de Negão. Sem preconceito, mas ele era afro descendente. E que negão hein.

160 - É Assim Que Ela Gosta

- Uhmm, delicia...  Isto... Continua ...  Não para, por favor - suplicava Cíntia enquanto sentia-o metendo por trás.
- Arhhhh, eu não... - Urrou Wellington inundando logo em seguida a bocetinha de Cíntia e depois caiu deitado na cama respirando ofegante.
Cíntia deitou-se ao lado dele na cama, virada para a janela, sem acreditar que já havia acabado. 
“Caramba, mas já!!??”.

159 - Flaguei Ela Me Traindo

A situação que venho a relatar hoje é um tanto constrangedora, ao menos para mim. Alguns até sabem lhe dar muito bem com o fato de ser traído, mas eu não! Estava casado há cinco anos, e durante este tempo Ana Flávia sempre demonstrou ser uma boa esposa, companheira, carinhosa e fiel. Ao menos era o que eu pensava até meu irmão passar uns dias em nossa casa a meu convite, ele estava vindo da Itália e como eu estaria de férias poderíamos aproveitar para matar a saudade.
Assim que chegamos do aeroporto, Ana Flávia nos recebeu ainda no portão e foi naquele momento que percebi o seu olhar para ele, eu não queria acreditar, mas a verdade é que aquele olhar entrou como uma facada no coração. Durante o abraço dos dois, fiquei nervoso, inseguro e já a sentia diferente. Só que depois do passar do dia tentei relaxar e expulsar aquelas ideias que me pareciam absurdas da cabeça, dizendo a mim mesmo que era apenas um mal-entendido.

158 - Ninfomaníaca

- Huuummm... Que delícia de pau...
Mia... este era o nome daquela garota de apenas vinte anos... e devassa por natureza. Os homens para ela não tinham tanta importância a não ser na hora da transa. Adorava exercer seu lado ninfomaníaco de ser. Pobres homens... Mia sugava até a sua última gota de esperma contido em seus sacos escrotais. Ela torturava a fim de ter sua fúria... sua fome e sede de sexo saciados. Precisava como se fora uma droga letal, mas que lhe dava a vida.
Rosto de anjo e um corpo que chamava a atenção dos homens, não era uma tarefa árdua e nem difícil de enreda-los em suas teias. Na hora do acasalamento, Mia deixava cair a sua máscara: de repente a doce menina sofria uma metamorfose: transformava-se em uma mulher fatal e ninfomaníaca. Sua performance crescia, sentia-se a própria atriz pornô de um filme mais sem categoria que já havia assistido.

157 - Louca Fantasia

Minha esposa e eu sempre fomos adeptos as “loucuras”, mas com o tempo de casamento tudo foi ficando muito monótono. Era muitas responsabilidades e deveres para nós dois. Ela fazia faculdade e ainda estagiava, já eu era formado, porém trabalhava o dia inteiro… 
Nossa vida sexual, já não era tão mais ativa como antes. Há alguns meses atrás eu tinha um prazer imenso de ir pra casa, pois saberia que algo novo viria pela frente, sabia que ela iria me propor uma loucura em tal hora da noite, era sempre uma surpresa diferente, mas confesso que com tal desânimo nem vontade de ir para casa, tinha mais. Bateu 20h e sai do trabalho, peguei o carro e fui para casa, ao chegar lá perguntei para empregada onde estava Diana, minha esposa, então ela disse:

156 - Aguentando Tudinho

A vizinhança do bairro onde Camila morava era tranquila. Tudo bem... tinha aquela turminha dos fofoqueiros, coisa mais natural do mundo. A vida é assim em toda e qualquer cidadezinha. Porém, ela não se enquadrava nesse perfil. Camila criara um mundo próprio. Estava sempre antenada... gostava de se informar e estudar algo que a fizesse melhor como pessoa. Mas nada da vida alheia. Às vezes, passava uma má impressão de sua personalidade. A pele branca, sem nenhum vestígio de sol, olhos castanhos claros, cabelos lisos batendo-lhe na cintura, um corpo bem desenhado e com seus vinte e três anos... Passava sempre quietinha na sua.
A matrícula da faculdade, devido às dificuldades financeiras da família, havia trancado. E trabalhava em um comércio no bairro vizinho de onde morava. Uma nova família, há poucas semanas, havia se mudado para a rua em que morava. E ainda não sabia quem era... Outro dia, passando devagar, dois rapazes conversavam no portão dos novos vizinhos. Um deles lhe deixou intrigada com certa frase que pronunciara:
- Mulher branca não aguenta o rojão de uma boa transa!

155 - Uma Mulher x Quatro Homens

Aquela festa de fim de ano tinha tudo para ser mais chata do que as dos anos anteriores. Como trabalhava em uma empresa que a maioria de seus funcionários era composta por uns homens sisudos e arrogantes. Via-me ali como uma estranha no ninho. E o meu modo alegre e divertido de ver as coisas era bem diferente, das outras funcionárias puxa saco de seus chefes.
Levava tudo na esportiva, ria mesmo na hora em que não deveria. Atendendo a um novo cliente com satisfação e descontraindo o ambiente. Não eram porque meus colegas de trabalho eram mal humorados que eu teria de me deixa contagiar pelo clima de velório. Nada como uma pitada a mais de otimismo para fazerem as coisas fluírem bem.

154 - Trai Meu marido na Festa

- Acho que você poderia ter escolhido um vestido mais adequado...
- Ah, deixa de ser chato Renato, estamos entre amigos.
Respondeu Sophia ao subir as escadas que dava para a sala da casa de seus vizinhos. Renato vinha logo atrás contemplando suas belas pernas e até a polpa de sua bunda que era sempre revelada quando aquele vento safado teimava em levantar seu vestido.
- Sophia!!! Renato!! Vocês demoraram eihnnn!! Venham entrem e fiquem à vontade.
Disse Cláudia com uma cerveja na mão recebendo-os.
A casa de Cláudia e Celso estava repleta de gente e não demorou muito para que Sophia começasse a ganhar a atenção dos marmanjos. Enquanto conversava com alguns conhecidos, Renato a observava, e não gostou nenhum pouco de ver sua mulher conversando com aquele grupo de homens. Aqueles sorrisos e conversas ao pé do ouvido o deixavam encabulado.

153 - Metendo na Esposa do Meu Amigo

Como de costume lá estava eu, Domingo, almoçando na casa de Thiago, um amigo de trabalho. Havíamos combinado de assistir ao jogo do Tricolor em sua casa, sempre fazíamos isto. E por esta razão em sua casa eu já era categorizado como “...de casa”, mas olha, preciso admitir que o que mais me motivava a frequentar sua casa era sua esposa Ana. Que delícia! 
Ana é maravilhosa, carinhosa, atenciosa, e dona de um corpo tentador. Na empresa Thiago vive relatando as transas com sua mulher e eu ficava desenhando e fantasiando, me vendo em cada um daqueles relatos.

152 - Quando me Tornei Infiel

Meu nome é Cláudia, tenho 28 anos. Sou casada há algum tempo. Mas estava não estava em uma fase muito boa como meu esposo, tivemos um filho e desde então nossa vida sexual mudou do vinho para a água! O meu tesão que tinha por ele esfriou. E com a maternidade as coisas só pioram não me sentia desejada, minha libido estava em baixa totalmente, pois os olhares eram apenas de:
“Como ela é uma boa mãe, é não como ela é gostosa!”
Sentia-me muito feia, com a baixo-estima. Já que as atenções estavam voltadas para o bebê, não sentia vontade de me cuidar. Foi então, que resolvi pensar em uma mudança positiva, mas não sabia como!
Em um belo dia, ao ir trabalhar em uma empresa, ali conhecendo várias pessoas, sendo a secretária, seria mais fácil manter contato com outras pessoas. Dentre dessas pessoas, uma se destacava e cabia no meu tamanho certinho...

151 - O Coroa e Minha Mulher

Somos um casal na faixa dos 30, eu e minha mulher Silvia, nos damos muito bem na cama e temos nossas fantasias claro. Já fantasiamos ménage masculino e feminino, fantasiamos swing, em matéria de sexo somos bem quentes. Mas apesar de termos um casamento aberto entre aspas, porque jamais realizamos pessoalmente, apenas nas nossas fantasias, onde nos permitimos tudo, desde imaginar uma ménage com um negro por exemplo a um cara bem pauzudo, eu por minha vez imaginando em nossas relações com alguma loira fenomenal e coisas do gênero, isso apimentava nossos momentos íntimos.
Temos boa aparência em virtude de sermos bem atléticos, malhados em academia, minha mulher principalmente é dona de um corpinho muito gostoso, coxas grossas bem torneadas, bumbum arrebitado, e peitinhos médios e pontudos, que quando excitados parecem querer furar o top de ginastica.

150 - Noite de Loucura (Ela)

Fernando passou os últimos três anos tentando me convencer. Devagar, fui entendendo a ideia, às vezes difícil de assimilar por nós mulheres, de que a aventura seria apenas diversão, nada mais.
Apesar de considerar extremamente excitante a fantasia de sexo a três, estava ainda presa a pudores e receios. Casada há treze anos com um homem maravilhoso, companheiro e cúmplice, sempre me senti plenamente realizada no sexo. Sempre fizemos tudo o que dava vontade, temos muita confiança um no outro. Mas eu ainda pensava que a inclusão de um parceiro a mais numa transa poderia ficar apenas no campo da imaginação.

149 - Noite de Loucura (Ele)

Meu nome é Fernando, tenho 45 anos, moreno claro, 1, 75 h, casado há 13 anos com Cláudia, 38 anos, morena bem clara, alta, bumbum grande, coxas grossas. Somos um casal muito apaixonado um pelo outro e muito afinados em tudo. Nossa vida sexual é muito boa e costumo dizer que hoje temos uma vida melhor do que tínhamos no início do casamento. Acredito que, com o tempo, fomos nos afinando na cama e sabemos muito bem como dar prazer um ao outro.
Curtimos muito algumas pimentinhas como filmes e brinquedinhos eróticos. Cláudia, particularmente, gosta muito de assistir a cenas de trios (ménage masculino) e sempre percebi que isto a excitava muito quando estamos namorando e assistindo a estas cenas.

148 - Minha Mulher Deu Para o Cara da Boate

A festa estava bombando, muita gente bonita dançando na pista, as mesinhas laterais e dos mezaninos lotadas, garçons indo em todas direções, muito calor e sensualidade. Eu e a Nanda fomos a festa com outra amiga sua, a Bia, solteira e também muito gostosa. O clima entre a gente era de total cumplicidade, e sempre que podíamos saímos juntos.
A Bia encontrou dois amigos da faculdade na pista que se juntaram em nossa roda e ficamos dançando e bebendo no meio da multidão. Os dois tinham boa aparência e um deles falava ao pé do ouvido da Bia, claramente cantando nossa amiga. Logo estavam se beijando, deixando o outro amigo segurando a famosa vela. Ele se retirou para pegar bebidas e rimos da situação. A Bia e seu novo amigo, Francisco, foram para o mezanino procurar mesa e ficamos na pista.

147 - Me Devoraram

Carlos estava trabalhando e eu em recesso de final de ano ainda teria alguns dias de folga. Combinamos que eu iria para praia e ele me encontraria no final de semana. Minha intenção era somente descansar e fazer reforço no bronzeado que meu gato tanto adora. Cheguei à pousada na quarta-feira e antes de arrumar minhas coisas vesti meu biquininho fui caminhar, ver se encontrava alguém conhecido, como não encontrei, pedi cadeira e guarda-sol na praia e com um bom livro nas mãos fui tomar sol. Estendi minha canga, passei protetor, deitei-me de bruços e fiquei concentrada na leitura. De repente ouço uma voz conhecida, era o Beto, nosso amigo que ajudou em nosso primeiro banho a três. Chegou falando:
"Sil você por aqui? E o Carlos? Há quanto tempo não nos vemos!"

146 - O Início de Tudo

Olá, tomei coragem de escrever este relato verídico, os nomes serão trocados por segurança. Meu nome é Beto tenho 36 anos e minha esposa Vivian, 33 anos, 1,52, 52 quilos, bumbum grande, seios pequenos, ambos moreno claros, somos casados a 15 anos. De um tempo pra cá, assistindo a filmes e lendo contos, tive a curiosidade de mudar um pouco nossa relação, saindo da rotina. Conversei com ela durante um filme, como seria bom ter outra ou outras pessoas transando juntos, ela na hora negou, disse que isso só seria possível em meus sonhos.
Isso foi por várias vezes, até que um dia transamos e disse bem baixinho em seu ouvido que tinha um outro cara metendo nela, neste momento ela gozou rapidamente, naquele momento não toquei mais no assunto. Em nossas outras relações contava sempre uma historinha de modo diferente, dizia a ela que iria comer uma mulher na frente dela, que iria fazer a mulher gozar e iria gozar nos seios dela, falando isso percebia que ela gozava mais intensamente.

145 - Iniciados na Fantasia Cuckold

Bem, no dia seguinte, acordados em nossa cama, Caio e eu pudemos conversar mais relaxados sem toda aquela euforia da noite anterior:
(Caio)
” Amor… Noite perfeita! Uma pena eu não ter visto nada... Mas não posso reclamar... Eu gostei!”
(Eu)
” Que bom amor... Eu também adorei... Nossa, ainda bem que você me seguiu, senão ia desistir!”
(Caio)
” E aí vamos repetir? Mas desta vez queria assistir tudo de perto!”
(Eu)
” Já que você gosta de ver, por mim tudo bem... Só espero que não se assuste!”.
 Respondi em tom de brincadeira, mas com alguma franqueza, pois precisava tratar de um assunto delicado que poderia me inibir (risos).
(Caio)
” Como assim? Assustar por que?”

144 - Casada Dando no Cinema

Consegui ser fiel durante 15 anos. Casei nova e meu marido é 17 anos mais velho que eu. A diferença de idade até que não foi problema. Mais do que suas viagens frequentes a trabalho, o que me causava insatisfação eram as suas rapidinhas, que hoje sei, ele sofre de ejaculação precoce e não quer admitir.
Desde a adolescência, sempre fui hiperativa sexualmente, com muitas fantasias eróticas e masturbações. Brinquei bastante com os namoradinhos, pegando em seus piruzinhos, deixando eles copularem na coxa, chuparem meus seios, fiz boquetes e alguns até conseguiram me penetrar um pouco no cuzinho.
Quem me desvirginou de verdade foi Giba, meu marido. Eu conseguia alguns raros orgasmos e durante muito tempo, convivi achando que sexo real era assim mesmo. Só quando fantasiava e ajudada por consolos, conseguia orgasmos mais intensos. Com passar do tempo, tive problemas para engravidar, o que por outro lado me libera desse risco. Mais madura e decidida, a vontade de se aventurar só aumentou. Por outro lado, como mulher ¨direita¨ e casada, vivia reprimindo meus anseios e ideias mais ousadas.

143 - Prima Casada da Minha Esposa

Chego do trabalho e sentada no sofá da minha sala está Lia, prima da minha esposa. Comprimento já meio que desconfiado, pois ela nunca nos visitava, alguma coisa deveria estar acontecendo.
- Olá sumida, como está?
Disse eu com o desconfiometro ligado.
- Não muito bem.
- Por que?
- Eu e o Roberto estamos nos separando.
Disse ela com uma cara assim meio que satisfeita.
- Mas ele já sabe disso?
Perguntei tentando quebrar o gelo, mas ainda desconfiado.
- Já.
Respondeu ela como se nada tivesse acontecendo.
- E onde ele está morando agora?
- Ele e as crianças continuam na nossa casa por enquanto.
- E você?
Perguntei já que sabendo da resposta.
- Vou ficar aqui por uns dias até acabar o processo de separação em que a Carla vai ser minha advogada.

142 - Melhor Amiga da Minha Esposa

Sou casado há 6 anos e tenho uma esposa linda e apaixonada por mim. Mas devido à uns problemas que ela teve de saúde, acabou se descuidando da forma física nos últimos 2 anos. Continua linda e muito amada, mas confesso que ela não é mais o tesão de garota que se casou comigo há tempos atrás. Mas tudo bem, o sexo entre nós é ótimo e eu compreendo perfeitamente a situação. E me mantive fiel desde então, mesmo começando a sentir um tesão meio descontrolado por outras mulheres.
Mas eis que ela marca com 3 de suas amigas um churrasco no apartamento da praia dos pais dela. E eu, claro, escalado pra fazer o churrasco, enquanto elas se divertiam num fim de semana "só para mulheres". Eu nem ligo, pois além de fazer algo que adoro (churrasco), iria dar aquela olhada nas bundas alheias (discretamente) e curtir a natureza e o sol. Sem safadeza nem nada, só pra apreciar mesmo. Afinal, amigas bonitas é o que ela mais tem.

141 - Casa de Swing

Olá! Meu nome é SU, tenho 25 anos e sou casada. Vou escrever aqui as minhas fantasias e aventuras.
Sempre fui muito safadinha, até brinco com o meu marido que devo ter sido homem na outra encarnação, pois gosto muito de sexo e tenho pensamentos tipicamente masculinos, super obscenos. Comecei a namorar com o meu marido muito cedo e não tive muita diversidade sexual. Temos uma intimidade sexual muito boa. Entre quatro paredes fazemos de tudo e o sexo é espetacular, mas sempre tive vontade de ter novas experiências e uma das fantasias mais fortes é ver outros casais fazendo sexo e fazer com ele no mesmo ambiente.
Hoje vou contar sobre essa. Já havia lido sobre casas de swing e fazia uns quatro anos que ficava com isso na cabeça e não tinha coragem de propor. Meu marido é delicioso, faz muita sacanagem, mas não admite a ideia de envolver outro homem na conversa. Mas tudo bem, o que me dá tesão é o ambiente de sacanagem, acho mais fácil eu querer me envolver com uma garota do que com outro homem... Isso eu tenho curiosidade.

140 - Esposa Cedeu ao tesão

Bem, o que relato agora foi um fato verídico que aconteceu comigo em meados de março, que acabou resultando em minha separação. Entretanto, confesso que fico muito excitado só de me lembrar. Chamo-me Caio, tenho 30 anos, 1,67m, 60 kg, sou pardo e me considero bem fisicamente. Sempre tive relativa facilidade com mulheres, desde minha juventude.
Casei-me com uma mulher maravilhosa, Mari, morena mignon, 38 anos, 1,55m, 58 kg, seios e bumbum grandes. Tem cabelos escuros e de comprimento médio. Malha muito, todos os dias, desde que nos conhecemos. Desde que a convenci a realizar fantasias, sempre fomos muito francos um com o outro, sem nunca precisar esconder ou omitir nada. Sempre que eu transava com outras garotas ela sabia, e ela sempre teve liberdade para transar com outros, onde na maioria das vezes eu participei ou estava presente.

139 - Você Criou um Monstro

Durante o sexo, você resolveu dizer a ela que gostaria de vê-la fazendo sexo com outros homens. Ela foi totalmente contrária à ideia e achou que você estivesse maluco ou que não a amasse mais. 
Passado o tempo, após muita conversa, calma e persistência da sua parte, um dia, durante o sexo, ela sussurrou ao pé do seu ouvido:
"Eu faço.".
Ela concordou em fazer, mas seria uma única vez e nunca mais. Você, sem conseguir conter sua felicidade, concordou.
Juntos, vocês começaram uma busca em chats e sites especializados, procurando o homem sortudo que teria lugar entre as pernas dela.
Depois de muita procura, vários possíveis candidatos analisados e descartados, ela já sem paciência e querendo desistir, vocês encontram um cara que parece agradar ambos.

138 - Gostoso Exibicionismo

Era uma quarta-feira, havia poucas pessoas circulando pelo shopping, exatamente do jeito que Carol gostava, pois odiava tumulto. Parada em frente a uma vitrine olhava um vestido, estava à procura de um para o casamento de sua irmã. Eis que de repente sua atenção foi voltada para um ruído vindo a sua direita e assim avistou um segurança olhando-a como se a despisse por completo.
– Amor… Vou entrar na livraria para ver se encontro algum conteúdo bom sobre leis trabalhistas – disse Luiz ao aproximar-se de sua esposa.
– Tudo bem, você não tem paciência nem mesmo para esperar eu escolher uma calcinha – disse Carol sorrindo e dando um selinho em seu marido, depois rapidamente correu seu olhar naquele homem que a olhava, “Mas que Safado!”, pensou ao notar que ele apertava seu cacete enquanto a olhava.
– Não… não é isto – dizia Luiz sorrindo olhando-a nos olhos – é que eu adoro surpresas…

137 - Meu Marido Me Arrumou um Amante

Eu (Milena) e Rafael, mesmo depois de 2 anos de casados nos dávamos muito bem na cama. Rafael é desses homens que gostam de inventar situações embaraçosas só pra apimentar nossa relação. Começou quando ainda éramos noivos... Passeando por uma praça em nossa cidade ele me fez tirar a calcinha e sentar num banco pra ficar batendo fotos com sua câmera digital... Fiquei excitadíssima só de imaginar alguém me pegando de pernas abertas pro meu noivo fotografar minha buceta.
Hoje, temos em nosso computador várias fotos gravadas em que eu mostro: bunda; buceta e peitos em lugares públicos... Já chegamos a sermos flagrados por idosos em praças públicas. Atualmente, eu com 25 anos e ele com 28, ainda gostamos de aprontar coisas diferentes para nos deixar bem excitados... Uma delas é de Rafael me levar pro terraço do prédio onde moramos e ficar me comendo atrás da pilastra da caixa d`água.

136 - Nosso Paraíso

O mar calmo, o céu de um azul profundo em contraste com a areia fina e branquíssima foi o nosso primeiro contato com o paraíso. O choque visual tinha sido tão forte que ficamos por longos minutos estáticos, sob os coqueiros, admirando a vasta extensão de praia que se estendia, deserta e maravilhosa, até se perder no horizonte.
Trancoso é uma praia linda e poética, sob qualquer condição; mas da forma em que nos preparamos para encontrá-la, divina é o termo mais apropriado que podíamos utilizar. Tudo havia sido programado para termos uma semana inesquecível. As crianças, bem acompanhadas, estavam a 1.100 Km de distância. E nós, dois casais de interesse muito próximos, estávamos prontos para viver uma grande experiência.

135 - Tamanho Não é Documento

Sou uma nissei das bem pequenininha. Essa condição, porém, não impede que todos me considerem bonita, tanto de rosto quando de corpo. 
Tenho apenas 1,50m, embora o corpinho seja harmoniosamente bem distribuído. Meus seios são lindos, com mamilos salientes, minhas mãos são bem tratadas e com dedos longos. Tenho os pés pequenininhos e uma linda bundinha, saliente e redonda, além de uma boceta pequena e rosada, coroada por um clitóris igualmente rosado que, quando acariciado, me leva às nuvens. 
Tenho muito cuidado com o tufo de pêlos pubianos, que mantenho sempre aparados e amaciados com um creme condicionador. Meus cabelos, como de toda oriental, são espessos, negros e eu os deixo sempre longos. Tenho 23 anos, sou casada com um homem também nissei e, nas minhas relações sexuais, confesso que chego muito facilmente e seguidas vezes ao orgasmo. Entre minhas amigas mais chegadas, tenho uma também nissei que, ao contrário de mim, é uma enormidade.

134 - Primeira Troca de Casais

Foi através do fórum de contos eróticos que consegui convencer minha mulher a ser uma swinger. 
Nós liamos as narrativas do site e depois eu comentava o meu interesse em praticar com ela todas as experiências ali reveladas. 
Mas minha mulher tinha receios e achava tudo isso muito perigoso, além de lhe faltar coragem: provavelmente em virtude de seus rígidos princípios morais e religiosos. Principalmente os morais, pois em nossa cidade a boca maldita não perdoa as pessoas mais liberadas. 
Após mais ou menos um ano de insistência, ela me disse que sentia desejos de ser penetrada por outro homem. Neste dia nós estávamos na cama e eu, naquele exato momento, a estava penetrando com um vibrador. Falei então que ia ser muito sensual vê-la transando com outro homem, se possível um bem-dotado. Enfim ela topou levar a ideia adiante.

133 - O Amigo Devorou Minha Esposa

Não esperava que ele demonstrasse ser um grande comedor. Sempre tive vontade de ver ela com outro, uma pessoa amiga e que a tratasse carinhosamente, porém a comesse muito bem comida, que lhe desse muito prazer sexual.
Ele surpreendeu. Estes acontecimentos se sucederam a três anos atrás, este amigo casou-se e então minha esposa resolveu que seriamos apenas amigos, agora procuro alguém que queira ser meu companheiro e amigo e com discrição queira aproximar-se de minha esposa para ser amante fixo, pois ela jamais aceitaria ser de um hoje e outro amanhã.
Morena clara, magra, cabelos negros medianamente longos, se depila completamente, tem uma bunda avantajada que chama a atenção dos homens, como dizem, um belo traseiro, pernas bem torneadas, sem falsa modéstia um belo corpo. Falam que tem um bonito rosto. Mas vamos ao caso.

132 - A Mulher do Meu Colega de Trabalho

Quando eu trabalhava no Rio, estava preparando uma turma de auditoria, fiz amizade com dois funcionários do banco que participavam das aulas. Um deles era o Ricardo, um rapaz de uns 40 e poucos anos, simpático e reservado e o outro era o Fernando, um pouco mais extrovertido, ambos muito inteligentes... Logo ficamos amigos, de sair para beber e ir no futebol.... O Fernando era separado e saia mais comigo e outros coordenadores, principalmente para tomar cerveja após o expediente. O Ricardo era casado e saia pouco com a gente, mas eu estava sempre conversando com ele, porque entendia muito de informática e estava me ajudando muito... às vezes eu ia na sua casa e foi assim que fiquei conhecendo a sua mulher, Anna Ellisa.

131 - Iniciando eu e Minha Esposa no Ménage Masculino

Temos 32 e 34 anos. Somos casados a mais de 10 anos e apesar de já ter dois filhos GABY continua cada vez mais gostosa. Ela e branca, cabelos ruivos, faz academia todo dia, o tipo mulherão coxas grossas, peitos grandes, e uma bunda que só vendo pra acreditar. Até dois anos atrás tinha a bucetinha bem apertadinha. Eu e ela namorávamos desde que ela tinha 14 anos, e eu 16, fui o primeiro homem da vida dela, e devido a ela engravidar logo no início de nosso namoro, resolvemos nos casar.
Ela não tinha experiência nenhuma com sexo, mas desde cedo notei que apesar de eu ser um pouco mais experiente, ela era um vulcão na hora do sexo. Mas era só na hora mesmo, pois ela sempre foi muito recatada, não gostava muito de falar sobre sexo, e sim fazer. Às vezes quando éramos mais novos, eu chegava do trabalho cansado, e a noite depois do banho eu queria descansar e ela não permitia, ficava até brava se não fizéssemos sexo, quase uma ninfomaníaca, hoje ela me conta, que desde os 11 anos de idade já tinha interesse por sexo, e que as vezes se masturbava 2 ou 3 vezes ao dia quando criança! Eu quando era mais novo era muito ciumento, brigávamos demais, eu não permitia nem que ela usasse roupas coladas, que ela usava quando solteira, calcinhas somente as comportadas, e camisetas compridas, para esconder a bunda e que bunda!

130 - Bem Casada, Mas Vadia

O fato que vou narrar aconteceu em 1998 e contarei com todos os detalhes possíveis, pois foi inesquecível.
Sou casada, aliás bem casada. Um filho e na época eu tinha 34 anos e meu marido tinha 35 anos. Tudo começou quando meu marido conseguiu me convencer a colocarmos um anuncio numa revista masculina onde buscávamos casais ou homens bem dotados para transa num mesmo ambiente, sem troca ou envolvimento.
Meu marido sempre sentiu-se excitado na possibilidade de transarmos num mesmo ambiente com um casal ou um homem bem dotado assistindo. Nunca conheci outra relação a não ser com meu marido e jamais tive contato com outro homem e também nunca liguei pra tamanhos ou dimensões de pênis.

129 - A Ocasião Cria a Situação

Meu nome é Stela. Tenho 39 anos, casada a 7 anos. Não tenho filhos ainda. Pois eu e meu marido estamos adiando e procurando curtir mais a vida juntos.
Trabalho como recepcionista em uma concessionária de veículos. Sou uma mulher bonita, ganho muitas cantadas no dia-a-dia. Mas nunca dou atenção a este tipo de homem. Meu marido também trabalha em concessionária, porem em uma concorrente da empresa que trabalho. Ele é vendedor de veículos e tem 41 anos.
Um primo do meu marido, mais velho, precisou resolver uns problemas pessoais em nossa cidade e meu marido, ofereceu para ele ficar na nossa casa. No início não gostei, mas não falei nada com meu marido. Afinal de contas, eu mesmo já havia hospedado parentes por alguns dias em nossa casa.

128 - A Stripper Que Ele Chamou, Era a Esposa de Seu Amigo

Humberto estava eufórico. Depois de um longo namoro, seu amigão Batista ia se casar. Como melhor amigo, entendeu que cabia a ele organizar uma despedida de solteiro homérica. Começou a fazer uma lista dos amigos que pensava chamar. Mas, é claro, submeteu a lista à aprovação do Batista. Imagina se ali estivesse algum nome que ele não queria ver por perto!
Quando chegou ao apartamento dele para mostrar a lista, teve uma surpresa maior ainda:
– Humberto, eu quero muito essa despedida de solteiro. Acho que mereço, depois de ter enrolado minha noiva por tanto tempo. Mas vou te confessar uma coisa: nesta sua lista só tem amigos nossos, mas alguns dariam tudo para estar com minha noiva, morrem de ciúmes de mim, apesar de amigos, morrem de ciúmes por ela ter me escolhido e não a eles.

127 - Corno na Lua de Mel 2

Eu achei melhor deixar o assunto morrer, para não estragar o clima da nossa lua de mel, e ela então começou a se arrumar:
"Devemos ir querido, talvez possamos, ah você sabe, nos preparar para quando o Jack voltar."
A ideia de chegar no quarto e fazer sexo com ela de novo superou todos os pensamentos ruins da minha cabeça. Eu estava agora no controle para o sexo com Karen e de volta para o meu paraíso em lua de mel. Nos vestimos e voltamos para nossa suíte. Minha mente começando a relaxar, e me devolver a confiança. Me livrei da minha roupa em segundos e Karen fez o mesmo. Desta vez porém, ela mais ou menos me empurrou de costas e montou minha pélvis. Eu estava olhando para o par de tetas mais sexys que eu já vira, e comecei a apalpa-las. Ela deslizou sua buceta sobre o meu pau e estendeu a mão, agarrou-o e meteu-o dentro. Ela ficou lá com o meu pau enterrado nela, e lentamente começou a balançar para trás e para frente. A sensação do gozo começou, e Karen estava começando a reconhecê-la, portanto ela parou de rebolar. Ela olhou para mim:
"Oh, não Sr. Rapidinho, você não vai gozar rápido desta vez."

126 - Corno na Lua de Mel

O casamento foi um enorme sucesso, tudo correu como o planejado e minha noiva estava radiante. Karen estava linda com seu cabelo loiro em cascata sobre seu rosto e ombros, tão doce e inocente. Eu quase desmaiei quando a vi pela primeira vez em seu vestido de casamento. Mas também me senti culpado, sabendo que ela estava pensando num casamento romântico, e tudo que eu conseguia pensar era que eu iria transar com ela.
Fiquei apaixonado por Karen desde o nosso primeiro encontro. Tudo nela era perfeito, exceto sua insistência em permanecer virgem até a noite de núpcias. Nossa vida sexual até agora consistia em abraços e beijos. Eu não conseguia convencê-la de outra forma e cada dia até o dia do nosso casamento eu ia para casa para me masturbar. Eu tinha passado os últimos dois anos da minha vida obcecado por esta mulher, sua sexualidade e tudo sobre ela era inebriante para mim. Seu corpo era voluptuoso, e estranhamente eu me encontrava excitado por sua negação a mim, eu não tinha certeza do porquê, mas isso começou a me consumir.

125 - Eu Não Sou Lésbica

- Eu não sou lésbica! Sou heterossexual!
Esta foi a minha resposta, para uma das perguntas, à entrevistadora de um instituto de pesquisas. O objetivo da pesquisa era fazer um levantamento sobre a vida sexual de homens e mulheres. Perguntas sobre a quantidade de relações sexuais, números de parceiros, usos de preservativos, satisfação após a relação sexual, sexo anal, sexo com pessoas do mesmo sexo, consultas ao ginecologista, entre outras. Fui transparente nas respostas e contei um pouco sobre mim.
Meu nome é Maria Elisabete, tenho quarenta e quatro anos, casada, três filhos, um menino de vinte e quatro anos e duas meninas, uma com vinte e dois e a outra com dezessete anos. Sou professora em uma universidade no estado de São Paulo. Sou realizada profissionalmente, como mãe e como mulher. Estou casada com meu marido, pai de meus filhos, há vinte e cinco anos e o amo muito. Ele é o homem de minha vida! Somos felizes na vida a dois e também na cama. Ele ocupa um cargo de chefia numa multinacional. Não somos ricos, mas vivemos bem, sem extravagâncias!

124 - A Namorada e o Bem Dotado

Autor: Santiago

Namorei Taciana durante um ano. Período de muita paixão e sexo da melhor qualidade, pois nos entendíamos bem na cama. Cabelos castanhos clareados de loiro, seios médios empinados e uma bundinha carnuda e durinha que me enlouqueciam. E ela sabia o que fazer. Adorava dar de quatro e rebolava como se fosse uma profissional enquanto meu pau entrava e saia da bocetinha úmida. Bocetinha, aliás, de pêlos castanho-escuros bem aparados e lábios médios, que saltavam com discrição por entre suas deliciosas coxas.
Do nosso intenso namoro guardo várias lembranças excitantes que até hoje me rendem inspiração. A experiência que vou relatar neste conto me deixa louco mesmo com o passar dos anos, pois atiçou a todo vapor meu lado voyeur. Trata-se da tara de Taciana por homens muito bem-dotados. Sempre que começávamos a conversar sobre isso, ela não disfarçava a excitação e logo queria transar. Em geral, confessava apenas que gostaria de olhar um homem super bem dotado transando forte com uma mulher.

123 - O Amante Mais Gostoso de Minha Esposa

Exclusivo do Blog Casada Sexy
Autor: Loirinha Saborosa

- E aí? Tudo bom?
Olhei para o lado e vi um moreno, quase mulato, alto, devia ter mais de 1,80 m e com certeza não tinha 30 anos, 25 no máximo, com um largo sorriso no rosto. Respondi:
- Tudo.
Voltei a olhar para frente mas ele insistiu em puxar conversa.
- Meu nome é Rafael. Prazer!
Olhei novamente para e ele e apertei sua mão que estava estendida em minha direção.
Ficamos alguns segundos olhando na mesma direção. Olhando aquela loirinha dançando sozinha na pista de dança de forma bem sensual num curto vestidinho vermelho. Sozinha em termos, pois a pista estava lotada de gente.
- Muito linda, né?
Olhei novamente para ele e respondi:
- Linda mesmo.

122 - Madame, Casada e Dando para Dois

Autor: Lady Diva

Eu odeio aniversário! 36 anos! Boa esposa e dona de casa, vida de madame, filhas criadas, empregadas. Aborrecida com o ócio e num dilema: o que fazer?
Uma amiga, em situação parecida, entrou em depressão, por se sentir vazia, inútil. As primeiras rugas, celulite, o amor-próprio lá embaixo, mal amada e sem perspectivas.
Bem, eu tenho no Carlos, um marido liberal. Segundo ele, sou tão gostosa e putinha, que seria egoísmo satisfazer só ele. Me incentiva a ter aventuras, buscando o sexo pelo puro prazer.
Suas três condições são que faça sempre de camisinha, com rapazes jovens e conte depois tudinho para ele.
A camisinha é óbvio, pois para ele, um pênis encapado, é como se eu estivesse usando o vibrador. Sempre diz que lavou tá novo. Narrar a transa em detalhes, o deixa taradão. Quanto aos rapazes jovens, acho que Carlos, por insegurança, teme que com um coroa, eu me apaixone e acabe virando caso.
Diz meu marido que imaturos querem só transar, meter e gozar. Quantidade e não qualidade. Compromisso, cobranças é tudo que não querem. Fogem de envolvimento emocional como o diabo foge da cruz.

121 - Minha Iniciação no sexo Liberal e Ménage

Autor: Ksal menage

Olá. Meu nome é Cintia, tenho 28 anos, sou casada há 4 anos, moramos em São Paulo/ Capital.
Meu marido e eu nos damos muito bem, bem até demais. Nossa vida sexual é muito boa, sem frescura. Curtimos filmes pornôs temos brinquedinhos eróticos, falamos muitas sacanagens um para o outro, enfim, somos um casal sem grilos quanto ao sexo. Somos adeptos do vale tudo entre 4 paredes.
Acontece que meu marido foi o meu primeiro homem na cama, ou seja, quando começamos a namorar eu era virgem, e ele foi que tirou minha virgindade. Por isso, sempre tive a curiosidade de transar com outro homem, mas, nunca tive coragem de dizer isso a ele, sempre achei muito intimo esse desejo e não queria correr o risco de magoá-lo.
Certa noite estávamos deitados assistindo a um filme pornô. Estava muito excitada com as cenas que via, uma mais safada que a outra. Meu marido acariciava minha boceta, aquilo me deixava mais doida ainda, estava escorrendo de tesão. Seu dedo passeava entre os lábios da minha boceta. Eu, acariciava a rola dele, que também estava dura e bem molhada.
Estava quase no final do filme quando fui surpreendida com uma pergunta, feita por ele:
- O que você imagina quando assiste esses filmes?

120 - Traição Consentida

Autor: Lu

Meu nome é Lúcia. Sou casada a 14 anos. Tenho 32 anos de idade, e um filho adolescente que não para em casa. Desde que casei, parei de trabalhar e passei a viver para a família. Com o tempo acabei acostumando com a vidinha de “doméstica”. Cuidar do filho, fazer almoço, arrumar a casa, tomar banho e esperar o marido para mais uma noite de amor. Isso foi assim durante muitos anos. Sempre fomos muito liberais, e éramos felizes. Mas de uns tempos pra cá, meu marido mudou.
Passou a me procurar menos, nossas transas não eram mais as mesmas, em certas ocasiões no meio da transa ele perdia a ereção e por mais que eu tentasse, seu pênis não dava sinal de vida. Conversamos e combinamos que ele iria procurar um médico. Depois da consulta e de todos os exames, ficou claro que não tinha nem um empecilho físico, que o negócio era a cabeça. Nossas relações foram diminuindo a frequência, a ponto de ficarmos 2 semanas sem sexo.

119 - A Compreensão no Casamento

Autor: Maridão

Todos sabem que após o casamento a relação tende a ser um pouco diferente daquela da época do namoro. A intimidade e a monogamia fazem com que ambos relaxem, que o sexo tende a cair naquela coisa sempre igual, isto é, a tendência é que a pimenta vai desaparecendo da vida do casal.
Comigo não está sendo muito diferente, mas devo confessar que nem eu nem minha mulher estamos vendo isso acontecer de maneira apática. Sempre fomos muito sinceros um com o outro e sempre buscamos nos colocar um na situação do outro. Acho que isso em alguns momentos pode ser perturbador, pois escutar o que o outro pensa as vezes pode nos magoar, mas de maneira geral a relação ganha uma confiança enorme.
Certa vez minha esposa me perguntou se eu a trairia. Eu lhe disse que se tivesse vontade de fazê-lo tentaria conversar com ela antes e ver onde está o problema que me impulsiona a querer algo com outra parceira. Acho que isto a deixou mais tranquila. Ela sabe da minha maneira sincera de ser.
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