166 - Minha Primeira Mulher

Colaboração: Mulher Nobre

Olá, meu nome é Mulher Nobre, tenho, 22 anos. Sou morena, 1,60 cabelos longas castanhos como também meus olhos!
Gostaria de contar minha primeira vez com uma mulher. Sou heterossexual com certeza… Até então rsrsrssrs.
Minha mãe estava para fazer 25 anos de casada e iria dar uma grande festa para os amigos. Em sua lista de convidados estava uma amiga que fez segundo grau e faculdade junto com ela. Uma mulher que já ouvia falar mais que não fazia ideia de quem era. Minha mão entrou em contato com um ano de antecedência e mantiveram contato. Acertaram que a Edinha viria uns 15 dias antes para matarem as saudades de mais de 15 sem se ver.

165 - Nossa Primeira Vez

Colaboração: Mulher Nobre

Olá, eu e o Homem Nobre somos casados a 5 anos e já vivemos cada coisa!!! Decidimos contar aqui nossas aventuras e fantasias!!!
Hoje quero contar como foi minha primeira vez. Muitas amigas dizem ser mentiras de minha parte, mas juro que é verdade!!!
Eu e o Homem Nobre éramos virgens, mas ele já tinha algumas experiências de amassos MUITO fortes e eu boba!!! Casamos e fomos para lua de mel!!! Alugamos um sitio, só para a gente, na serra e no período de frio.

164 - Tesão a Dois

As cortinas entreabertas mostravam aquele corpo de mulher (Mônica), 25 anos, morena bronzeada, com marcas de biquíni, uma boca carnuda, olhos pretos, cabelos negros e curtos, bumbum arrebitado, seios arredondados médios e duros, os pêlos finos do seu corpo iluminados pêlos raios de luz deixavam mais sensual e atraente aquele corpo delicioso e escultural.
Pela porta do quarto entra um homem nu (Eduardo) de aproximadamente 30 anos, cabelos e olhos castanhos, corpo malhado, músculos definidos; a marca da sunga realçava os pêlos do seu sexo que apesar de flácido aparenta ter um volume avantajado.

163 - Meu Chefe Comeu Meu Cuzinho

Meu nome é Jéssica, tenho 28 anos, estou noiva a três meses e até o dia deste acontecimento eu era uma mulher fiel, eu juro! Me lembro muito bem, era uma quarta-feira, tinha até combinado com meu noivo de irmos em um restaurante que eu adoro na hora do almoço, ele me pegaria na empresa.
Neste dia eu estava com uma saia social preta com um decote bem generoso na lateral, o que me deixa extremamente sensual. Sempre gostei muito de me sentir assim, e completando usava uma blusinha de botões e salto alto.
Estava prontinha para o meu noivinho, bom, era pelo menos o que eu pensava. Neste dia Maurício, meu chefe, não parava de me olhar, trabalhamos numa sala com mais 5 pessoas, e meu chefe sempre demonstrou ser muito reservado, nunca se excedeu em olhares, conversas e brincadeiras, era tudo muito profissional.

162 - Meu Garoto de Programa

- Enquanto o marido viaja caio na safadeza!
Fiquei estarrecida quando ouvi uma amiga minha dizer estas palavras.
- Mas Cátia porque fazes isto?
- Ah Marcela adrenalina pura ter um amante é tudo diferente. Não tem a preocupação de dormir cedo, para acorda no ouro dia mais cedo ainda, você já vai para cama preocupada não se entrega. Com o outro parece que sente maior prazer.
- É você que está dizendo deixa eu quietinha com meu marido mesmo que estou satisfeita!
- Duvido, aposto que dá uma vira para o outro lado e dorme!
- Nem sempre é assim Cátia!

161 - Cobiça e Desejo

Desejar a mulher do próximo é pecado?
E Desejar o namorado da amiga é o que?
Acredito que seja safadeza. Então sou safada mesmo.
Bem há algum tempo atrás eu estava sem namorado e em alguns finais de semana eu saia para festas com Claudia, minha amiga desde infância. Era eu, Claudia e seu namorado Fábio. Mas ela o chamava de Negão. Sem preconceito, mas ele era afro descendente. E que negão hein.

160 - É Assim Que Ela Gosta

- Uhmm, delicia...  Isto... Continua ...  Não para, por favor - suplicava Cíntia enquanto sentia-o metendo por trás.
- Arhhhh, eu não... - Urrou Wellington inundando logo em seguida a bocetinha de Cíntia e depois caiu deitado na cama respirando ofegante.
Cíntia deitou-se ao lado dele na cama, virada para a janela, sem acreditar que já havia acabado. 
“Caramba, mas já!!??”.

159 - Flaguei Ela Me Traindo

A situação que venho a relatar hoje é um tanto constrangedora, ao menos para mim. Alguns até sabem lhe dar muito bem com o fato de ser traído, mas eu não! Estava casado há cinco anos, e durante este tempo Ana Flávia sempre demonstrou ser uma boa esposa, companheira, carinhosa e fiel. Ao menos era o que eu pensava até meu irmão passar uns dias em nossa casa a meu convite, ele estava vindo da Itália e como eu estaria de férias poderíamos aproveitar para matar a saudade.
Assim que chegamos do aeroporto, Ana Flávia nos recebeu ainda no portão e foi naquele momento que percebi o seu olhar para ele, eu não queria acreditar, mas a verdade é que aquele olhar entrou como uma facada no coração. Durante o abraço dos dois, fiquei nervoso, inseguro e já a sentia diferente. Só que depois do passar do dia tentei relaxar e expulsar aquelas ideias que me pareciam absurdas da cabeça, dizendo a mim mesmo que era apenas um mal-entendido.

158 - Ninfomaníaca

- Huuummm... Que delícia de pau...
Mia... este era o nome daquela garota de apenas vinte anos... e devassa por natureza. Os homens para ela não tinham tanta importância a não ser na hora da transa. Adorava exercer seu lado ninfomaníaco de ser. Pobres homens... Mia sugava até a sua última gota de esperma contido em seus sacos escrotais. Ela torturava a fim de ter sua fúria... sua fome e sede de sexo saciados. Precisava como se fora uma droga letal, mas que lhe dava a vida.
Rosto de anjo e um corpo que chamava a atenção dos homens, não era uma tarefa árdua e nem difícil de enreda-los em suas teias. Na hora do acasalamento, Mia deixava cair a sua máscara: de repente a doce menina sofria uma metamorfose: transformava-se em uma mulher fatal e ninfomaníaca. Sua performance crescia, sentia-se a própria atriz pornô de um filme mais sem categoria que já havia assistido.

157 - Louca Fantasia

Minha esposa e eu sempre fomos adeptos as “loucuras”, mas com o tempo de casamento tudo foi ficando muito monótono. Era muitas responsabilidades e deveres para nós dois. Ela fazia faculdade e ainda estagiava, já eu era formado, porém trabalhava o dia inteiro… 
Nossa vida sexual, já não era tão mais ativa como antes. Há alguns meses atrás eu tinha um prazer imenso de ir pra casa, pois saberia que algo novo viria pela frente, sabia que ela iria me propor uma loucura em tal hora da noite, era sempre uma surpresa diferente, mas confesso que com tal desânimo nem vontade de ir para casa, tinha mais. Bateu 20h e sai do trabalho, peguei o carro e fui para casa, ao chegar lá perguntei para empregada onde estava Diana, minha esposa, então ela disse:

156 - Aguentando Tudinho

A vizinhança do bairro onde Camila morava era tranquila. Tudo bem... tinha aquela turminha dos fofoqueiros, coisa mais natural do mundo. A vida é assim em toda e qualquer cidadezinha. Porém, ela não se enquadrava nesse perfil. Camila criara um mundo próprio. Estava sempre antenada... gostava de se informar e estudar algo que a fizesse melhor como pessoa. Mas nada da vida alheia. Às vezes, passava uma má impressão de sua personalidade. A pele branca, sem nenhum vestígio de sol, olhos castanhos claros, cabelos lisos batendo-lhe na cintura, um corpo bem desenhado e com seus vinte e três anos... Passava sempre quietinha na sua.
A matrícula da faculdade, devido às dificuldades financeiras da família, havia trancado. E trabalhava em um comércio no bairro vizinho de onde morava. Uma nova família, há poucas semanas, havia se mudado para a rua em que morava. E ainda não sabia quem era... Outro dia, passando devagar, dois rapazes conversavam no portão dos novos vizinhos. Um deles lhe deixou intrigada com certa frase que pronunciara:
- Mulher branca não aguenta o rojão de uma boa transa!

155 - Uma Mulher x Quatro Homens

Aquela festa de fim de ano tinha tudo para ser mais chata do que as dos anos anteriores. Como trabalhava em uma empresa que a maioria de seus funcionários era composta por uns homens sisudos e arrogantes. Via-me ali como uma estranha no ninho. E o meu modo alegre e divertido de ver as coisas era bem diferente, das outras funcionárias puxa saco de seus chefes.
Levava tudo na esportiva, ria mesmo na hora em que não deveria. Atendendo a um novo cliente com satisfação e descontraindo o ambiente. Não eram porque meus colegas de trabalho eram mal humorados que eu teria de me deixa contagiar pelo clima de velório. Nada como uma pitada a mais de otimismo para fazerem as coisas fluírem bem.

154 - Trai Meu marido na Festa

- Acho que você poderia ter escolhido um vestido mais adequado...
- Ah, deixa de ser chato Renato, estamos entre amigos.
Respondeu Sophia ao subir as escadas que dava para a sala da casa de seus vizinhos. Renato vinha logo atrás contemplando suas belas pernas e até a polpa de sua bunda que era sempre revelada quando aquele vento safado teimava em levantar seu vestido.
- Sophia!!! Renato!! Vocês demoraram eihnnn!! Venham entrem e fiquem à vontade.
Disse Cláudia com uma cerveja na mão recebendo-os.
A casa de Cláudia e Celso estava repleta de gente e não demorou muito para que Sophia começasse a ganhar a atenção dos marmanjos. Enquanto conversava com alguns conhecidos, Renato a observava, e não gostou nenhum pouco de ver sua mulher conversando com aquele grupo de homens. Aqueles sorrisos e conversas ao pé do ouvido o deixavam encabulado.

153 - Metendo na Esposa do Meu Amigo

Como de costume lá estava eu, Domingo, almoçando na casa de Thiago, um amigo de trabalho. Havíamos combinado de assistir ao jogo do Tricolor em sua casa, sempre fazíamos isto. E por esta razão em sua casa eu já era categorizado como “...de casa”, mas olha, preciso admitir que o que mais me motivava a frequentar sua casa era sua esposa Ana. Que delícia! 
Ana é maravilhosa, carinhosa, atenciosa, e dona de um corpo tentador. Na empresa Thiago vive relatando as transas com sua mulher e eu ficava desenhando e fantasiando, me vendo em cada um daqueles relatos.

152 - Quando me Tornei Infiel

Meu nome é Cláudia, tenho 28 anos. Sou casada há algum tempo. Mas estava não estava em uma fase muito boa como meu esposo, tivemos um filho e desde então nossa vida sexual mudou do vinho para a água! O meu tesão que tinha por ele esfriou. E com a maternidade as coisas só pioram não me sentia desejada, minha libido estava em baixa totalmente, pois os olhares eram apenas de:
“Como ela é uma boa mãe, é não como ela é gostosa!”
Sentia-me muito feia, com a baixo-estima. Já que as atenções estavam voltadas para o bebê, não sentia vontade de me cuidar. Foi então, que resolvi pensar em uma mudança positiva, mas não sabia como!
Em um belo dia, ao ir trabalhar em uma empresa, ali conhecendo várias pessoas, sendo a secretária, seria mais fácil manter contato com outras pessoas. Dentre dessas pessoas, uma se destacava e cabia no meu tamanho certinho...

151 - O Coroa e Minha Mulher

Somos um casal na faixa dos 30, eu e minha mulher Silvia, nos damos muito bem na cama e temos nossas fantasias claro. Já fantasiamos ménage masculino e feminino, fantasiamos swing, em matéria de sexo somos bem quentes. Mas apesar de termos um casamento aberto entre aspas, porque jamais realizamos pessoalmente, apenas nas nossas fantasias, onde nos permitimos tudo, desde imaginar uma ménage com um negro por exemplo a um cara bem pauzudo, eu por minha vez imaginando em nossas relações com alguma loira fenomenal e coisas do gênero, isso apimentava nossos momentos íntimos.
Temos boa aparência em virtude de sermos bem atléticos, malhados em academia, minha mulher principalmente é dona de um corpinho muito gostoso, coxas grossas bem torneadas, bumbum arrebitado, e peitinhos médios e pontudos, que quando excitados parecem querer furar o top de ginastica.

150 - Noite de Loucura (Ela)

Fernando passou os últimos três anos tentando me convencer. Devagar, fui entendendo a ideia, às vezes difícil de assimilar por nós mulheres, de que a aventura seria apenas diversão, nada mais.
Apesar de considerar extremamente excitante a fantasia de sexo a três, estava ainda presa a pudores e receios. Casada há treze anos com um homem maravilhoso, companheiro e cúmplice, sempre me senti plenamente realizada no sexo. Sempre fizemos tudo o que dava vontade, temos muita confiança um no outro. Mas eu ainda pensava que a inclusão de um parceiro a mais numa transa poderia ficar apenas no campo da imaginação.

149 - Noite de Loucura (Ele)

Meu nome é Fernando, tenho 45 anos, moreno claro, 1, 75 h, casado há 13 anos com Cláudia, 38 anos, morena bem clara, alta, bumbum grande, coxas grossas. Somos um casal muito apaixonado um pelo outro e muito afinados em tudo. Nossa vida sexual é muito boa e costumo dizer que hoje temos uma vida melhor do que tínhamos no início do casamento. Acredito que, com o tempo, fomos nos afinando na cama e sabemos muito bem como dar prazer um ao outro.
Curtimos muito algumas pimentinhas como filmes e brinquedinhos eróticos. Cláudia, particularmente, gosta muito de assistir a cenas de trios (ménage masculino) e sempre percebi que isto a excitava muito quando estamos namorando e assistindo a estas cenas.

148 - Minha Mulher Deu Para o Cara da Boate

A festa estava bombando, muita gente bonita dançando na pista, as mesinhas laterais e dos mezaninos lotadas, garçons indo em todas direções, muito calor e sensualidade. Eu e a Nanda fomos a festa com outra amiga sua, a Bia, solteira e também muito gostosa. O clima entre a gente era de total cumplicidade, e sempre que podíamos saímos juntos.
A Bia encontrou dois amigos da faculdade na pista que se juntaram em nossa roda e ficamos dançando e bebendo no meio da multidão. Os dois tinham boa aparência e um deles falava ao pé do ouvido da Bia, claramente cantando nossa amiga. Logo estavam se beijando, deixando o outro amigo segurando a famosa vela. Ele se retirou para pegar bebidas e rimos da situação. A Bia e seu novo amigo, Francisco, foram para o mezanino procurar mesa e ficamos na pista.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...