331 - EU QUE PEDI


Fico aqui no meu computador procurando um homem para minha esposa. Já fiz diversos contatos. Quem pensa que é fácil está muito enganado.
Há um paradoxo entre o que ela quer e o que ela faz.
Ela está louca por uma novidade. Está doidinha por um pau diferente. Não faz muito segredo desse fato. Quando transamos ela, no embalo do sexo, confessa que adoraria dar para outro homem. Terminada a transa acaba o assunto.
Quando brigamos parece que a sua vingança preferida é arrumar um macho para trepar com ela. Mas fica só na ameaça.
Ela sabe também que eu tenho essa tara de vê-la rebolando numa pica, gemendo, gozando, pedindo para ser fodida, porém, quando acho que o assunto vai evoluir ela foge do pau. Coisas de educação familiar, tabus, sei lá.
Desta vez brigamos mais feio. Ela me acusou de não lhe dar atenção. Acha que eu fico demais no computador ou lendo meus livros. A briga já está durando uns quinze dias. Já fazia uns oito que não fazíamos amor. Ou seja, ela está sem o prazer de sentir um homem há quase um mês. Estou em nossa casa de praia, longe dela.

330 - VOCÊ VAI ME AGARRAR?

Estava sozinho em casa e resolvi aproveitar. Deitei na cama, abaixei a bermuda e depois a cueca. Fiquei totalmente nu. Depois peguei no meu pau e comecei a me masturbar lentamente. De olhos fechados, imaginava cenas eróticas. Cenas que envolviam a vizinha, minha prima, a empregada, a gostosa da faculdade e outras transas que eu já tinha tido na vida.
Aos poucos comecei a me excitar. Às vezes, vinham cenas bizarras na cabeça, que eu tratava de desfazer. Eu me concentrava apenas em mulheres de pernas abertas, exibindo a xoxota para mim.
Estava tão entretido que não percebi que alguém me observava. A porta do quarto estava entreaberta e eu não vi a Mari, me olhando. Mari é uma garota que tem acesso a minha casa. Tem a chave de casa. Ela é a namorada do meu irmão. 22 anos, morena malhada de academia, com uma bundinha redondinha e seios lindos. Mas eu jamais pensaria encontrá-la naquela tarde. Meu irmão estava trabalhando e eu como eu disse estava sozinho em casa.
Num primeiro momento, pensei em parar, mas Mari sussurrou, ainda na porta do quarto:
- Continua.

329 - MEU SOBRINHO METEU NO MEU RABINHO

Há três meses fomos a uma festa na casa dos meus pais e bebi além da conta.
Nesses casos, meu marido muito compreensível, vai embora e me deixa para dormir lá, vindo me buscar no dia seguinte. Mas naquela noite, inexplicavelmente, não fiquei assim tão mal, mas para não quebrar a tradição, subi antes de todo mundo e fui me deitar.
Meus pais moram em um sítio afastado da cidade, em uma casa muito boa, construída justamente para esse fim, ou seja, reunir a família muito festeira, em ocasiões como aquela. Dirigi-me, então, aos aposentos, meio tonta é verdade, e troquei de roupa, tirei o sutiã e vesti uma camisola para em seguida, apagar a luz, liguei um pequeno abajur bem fraquinho, apenas para quebrar a escuridão e deitei com a cabeça virada para a parede e esperar o sono chegar.

328 - TROCANDO NUDES COM A NAMORADA DO AMIGO

Exclusivo do Blog: Casada Sexy

Meu nome é Guto. Tenho 26 anos e sou solteiro. Sou alto, 1,88m e 82kg.  Moreno claro. Gosto de malhar e cultivo um corpo bem legal, sem ser do tipo malhadão. Sou um cara que faço um certo sucesso com a mulherada e um dos principais motivos é a fama que tenho de ser bem dotado. Fama essa passada pelas próprias mulheres que já comi e como.
O que aconteceu foi algo completamente inesperado até porque aconteceu, eu acho, de forma casual por um erro na hora de passar a mensagem, já que eu e o meu amigo temos o mesmo nome.
Era umas 2 horas da madrugada quando ouço o som do Zap. Tinha acabado de entrar no banho vindo da rua onde estava com uma ficante, que não vem ao caso agora e o casal de namorados, Beth e Guto. Estávamos já bem altos pela quantidade de bebidas ingeridas.

327 - O VOYEUR E AS IRMÃS

Entrei em meu apartamento, eram quase 20 horas. Estava sozinho, deixei as luzes apagadas, peguei meu binóculo e fui até a janela da copa. Dali, por uma fresta da cortina, eu podia ver o quarto das três irmãs, cujo nome desconheço, mas cuja beleza posso admirar e venerar todas as noites.
20 horas era o horário em que elas chegavam em casa, tomavam seus banhos e depois sumiam de minha vista, possivelmente se dirigindo à sala ou a um quarto de televisão.

326 - COM DOIS AMIGOS

Laura era uma moça de seus 20 e poucos anos, morena, de longos cabelos negros. Grandes olhos castanhos. Seios deliciosamente médios, com auréolas cor de chocolate e biquinhos que se intumesciam ao mais leve tesão. Uma bunda de 90 cm, firme, dura, que deixava os amigos e conhecidos babando ao vê-la passar. Na faculdade, fez vários amigos e amigas. 
Dois deles, em especial, eram as pessoas mais queridas: Américo e Paulo César. Américo era um rapaz gozador, sempre alegre, inventando mil brincadeiras e fazendo todas as pessoas ao seu redor sorrirem sempre.
Paulo César era um pouco mais comedido, mas era também divertido. Os três estavam sempre juntos, seja nos trabalhos da faculdade, seja nas festas, nos bares, nas boates. Curiosamente, apesar de toda a intimidade dos três, nunca rolara nada entre eles. Até que um dia, conversando animadamente num barzinho, depois de muitas caipirinhas e cervejas, o assunto surgiu. Surgiu de uma brincadeira, o Américo perguntou a ela se ela gostaria de transar com algum deles e com quem seria.

325 - FANTASIA REALIZADA. O MÉNAGE

Marli e Luciano eram casados há cinco anos. Ele era 6 anos mais velho que ela, tinha 32 e ela 26. Formavam um casal muito bonito. Ambos eram altos, ele tinha 1,75 e ela 1,70m. Ele se cuidava, fazendo caminhadas e corridas. Aliás, ambos faziam isso. Tinham corpos bonitos, portanto. Ela tinha 86 de busto e 88 de quadril, ele tinha um belo instrumento, de 19 cm.
A vida sexual dos dois era excelente. Ela se casara virgem, ele, ao contrário, já possuía muitos quilômetros rodados. Mas Luciano tinha uma fantasia que Marli relutava muito em colaborar: ele havia tido uma namorada antes de namorar com Marli e essa namorada adorava sexo a três. A fantasia de Luciano era, portanto, voltar a viver aquelas experiências que ele considerara fantásticas, de ver sua esposa transando com outro homem e de ela vê-lo transando com outra mulher.

324 - ABAIXA O VIDRO

Eu e minha namorada sempre viajamos juntos. Para nós é sempre uma delícia conhecer praias lindas, experimentar cervejas das mais geladas e, claro, testarmos cada vez mais os limites do nosso sexo. Limites que, pelo visto, não existem para nós.
Sempre fomos do tipo que fala muita putaria. Não só no ouvido um do outro, mas no dia a dia mesmo. O assunto sexo nunca foi um tabu.
Um dia antes de uma de nossas viagens, ela veio até mim e perguntou:
- Você ficaria sem graça se alguém nos visse metendo?
Eu disse:
- Ficaria, e muito, se fossem pessoas conhecidas, familiares, etc. Mas que acharia uma delícia se fossem desconhecidos.
Ela aproveitou a deixa:
- Pois é. E amanhã a gente viaja pra um lugar em que ninguém conhece a gente, né?
Minha cabeça deu mil voltas na Lua:
“O que será que essa safada tem em mente?”.

323 - PNEU FURADO

Era tarde, por volta de umas 23:30h e eu voltava para casa, quando escutei um barulho estranho no carro. Encostei e vi que era um pneu furado, na hora lembrei que mais a frente para minha sorte havia uma borracharia destas 24h, já que eu de vestido e salto alto não teria a menor condição de tentar esta façanha de trocar um pneu.
Fui devagar até chegar ao local, entrei com o carro na borracharia, e logo chegou um rapaz para me atender, devia ter uns 25 anos, o que me chamou a atenção já que tinha lembrança de ter visto um senhor trabalhando lá. Tanto que perguntei para o rapaz sobre isto e ele me falou:
- O senhor é meu pai e eu fico na oficina a noite nos finais de semana para levantar um dinheiro.
Expliquei sobre o meu problema e ele disse:
- Não posso arrumar naquele momento, pois acabei de receber um chamado para fazer um socorro.

322 - MÉNAGE COM DUAS GOSTOSINHAS

Acordei. Por enquanto, tudo igualzinho. Os passarinhos do meu despertador ainda tão cantando, os de fora, também. Os meus param assim que eu aperto o botão parar, com o celular embaixo do travesseiro. 5h30 da manhã. Eu deveria parar com essa mania de querer acordar tão cedo, mas não tem jeito. Quando boto o despertador pras 6h, acordo as 5h30 mesmo assim.
A cortina clara, sem blackout, ainda tá fechada, em vão. O sol entra sem nem pedir licença 10 minutos depois de pra lá e pra cá na cama, que é o ritual necessário pra finalmente levantar. Esse é um dos meus momentos preferidos e também um dos que mais odeio. A hora de sentar na cama, colocar os pés no chão frio e tentar organizar todo o raciocínio dentro da cabeça oca. Rio quando falho. Nossa cabeça quando acorda é que nem um computador velho, só funciona depois que já está quente.

321 - ME TRATOU IGUAL UMA PUTA. ADOREI

Eu acho que a vida é um grande palco e você a passa inteira encenando diversos papéis…
O meu, no meu ambiente de trabalho, é o de séria, imaculada e sistemática. Na rua, sou a desastrada, em casa eu sou o Sid de Era do gelo (o que não deixa de ser desastrada), com os homens… Aí depende do colega de cena. E eu te pergunto: O “EU” existe, sendo que você é uma construção de ideias de tudo o que viu e ouviu ao longo da sua vida patética? É complicado responder.
Eu vestia o meu personagem de séria quando o vi entrar naquela manhã pela porta da sala de reunião. O perfume com notas de whisky invadiu a sala, acompanhado de um ar autoritário que me incomodava bastante. Dorival, era o nome da peste. Um homem maduro, por volta dos seus não mais que cinquenta e cinco anos, alto, pele morena e cabelos grisalhos, seus olhos verdes lhe davam um ar jovial, ombros largos e… aaah mãos grandes.

320 - MEU MARIDO INCENTIVOU

Pode ser que achem o título que escolhi para este relato um pouco estranho, mas a verdade sempre tem que prevalecer e foi exatamente isto que aconteceu. Foi mesmo ele quem me ensinou a traí-lo!
Conhecemo-nos bem jovens ainda em tempos escolares, mas já houve de imediato uma forte atração entre nós. Algumas pessoas que passaram por isto, sabem que estes fatos costumam acontecer. E conosco ocorreu...
Quando o vi pela primeira vez, já senti um tesão imenso, coisa que nunca havia sentido por homem algum, moço, mais velho ou da minha mesma faixa etária. Ele também se comportou como quem havia sentido a mesma coisa que eu. Na verdade, ainda não sabíamos, se este fato terminaria num casamento, mas numa cama estávamos certos que teríamos que nos experimentar. A atração foi mesmo irresistível.

319 - DA FANTASIA AO PRIMEIRO MÉNAGE

Chamo-me Cláudia tenho 37 anos, sou casada com André de 34 anos e temos um casal de filhos. Somos um casal extremamente bonito, praticamos esporte e nos cuidamos muito. Tenho um corpo que chama muita atenção, seios bem feitos naturais e o bumbum redondo e bonito, já o André é forte de academia, barriga definida e um rosto que mostra o quanto ele é ousado.
Trabalhamos excessivamente e nosso tempo livre sempre foi destinado às crianças, viagens e a nos curtirmos como marido e mulher. Sou Promotora de Justiça e meu marido tem uma empresa de eventos, portanto tempo livre é raro. Nosso romance sempre foi invejado por todos do nosso convívio, inicialmente pelo quanto combinamos fisicamente e pelo amor grandioso que nos cerca e que na sociedade atual se tornou raridade. Desde o início do namoro sabíamos que o casamento era certo para nos dois, foi diferente de tudo que já havíamos vivido antes.
Muito embora eu já tivesse namorado outras vezes, conhecidos outros homens e em alguns momentos até me dado o direito de buscar prazer mais livremente, me considero uma mulher não muito experiente, tanto que dou créditos totais ao meu marido por ter me ensinado muitas coisas referentes a sexo, fetiches, taras e principalmente a fazer eu me sentir livre para sentir prazer sem nenhum tipo de medo.

318 - QUE TESÃO

Podem me chamar de Claudia. Divorciada há dois anos levava uma vida muito difícil, mãe de dois filhos um de 14 anos e outro de 11 me desdobrava para nunca deixar faltar nada para eles. 
O divórcio aconteceu logo depois de flagrar meu ex-marido com a filha da vizinha em nossa própria cama. Foi uma época complicada, enfrentei uma profunda depressão, mas que graças aos filhos consegui superar e dar continuidade a vida. Desde então não se envolvi com mais ninguém, tinha medo, e agora tento manter a mente ocupada somente com trabalho, filhos e afazeres de casa.
Quinta-Feira à noite, os filhos dormiam e deitada no sofá da sala passeava entre os inúmeros Canais da TV, até que uma cena de sexo me fez parar. Enquanto assistia aquela cena sentia aos poucos meus seios ficarem rígidos e minha bucetinha umedecer. 

317 - DAS FOTOS AO MÉNAGE

Somos um casal cheios de fantasias. Beto e Silvana. A grande maioria delas guardadas entre quatro paredes. Uma delas é que minha namorada gostaria de experimentar uma dupla penetração, eu nunca fui contra, apenas não tínhamos a pessoa certa, ou melhor, até fantasiávamos com nosso amigo Paulo o qual é muito próximo a nós e temos bastante liberdade.
Mas pelo relacionamento achávamos que poderia gerar problemas e eu mesmo nem imaginava como iria abordar o assunto com ele, embora era evidente que ele morria de tesão pela Silvana, minha namorada para não dizer esposa, porque moramos juntos a maior parte do tempo, mas não somos casados.
Nós falávamos de muita sacanagem com ele, mas não me sentia confortável de tocar no assunto de nossa fantasia, porém a Silvana de forma indireta, talvez para me provocar, sempre incentivava algo relativo, uma das formas é que temos um grupo no WhatsApp.

316 - METI NA NOIVINHA INFIEL

Meu nome é Fred, tenho 30 anos, negro, 1,85m de altura, e modéstia à parte tenho um bom porte físico. Trabalho como Motoboy para um pequeno escritório de Advocacia na Zona Leste de São Paulo e o fato que venho relatar ocorreu com a secretária deste escritório.
Ela é uma delícia, 22 aninhos, branquinha dos cabelos cacheados, metida e fresca. Costumava conversar apenas com o Dr. Bruno que era dono do escritório. Só almoçava com ele, e algumas vezes já fraguei gemidinhos daquela putinha vindos da sala dele, e olha que o corninho do noivo dela levava e buscava ela quase todos os dias no trabalho, coitado...
Mas comigo... Ah! Comigo a coisa era bem diferente, a putinha mal me olhava, me tratava com indiferença, mas nem um Bom Dia eu ganhava.

315 - TRIPLA TRAIÇÃO

Acabei de sair de um pau de uns 17 cm… Estou loucamente satisfeita, mas tem outros dois querendo me “foder”. Estou um pouco bêbada, mas consciente.
Dois deles são morenos e magros, o outro é negro e mais “fortinho”, todos com caralhos maravilhosos querendo me possuir. Acabei sem querer entrando em um sexo libertino e sem regras, onde o que importa é o prazer.
Conheci esses caras esta noite e já estou na cama com eles, me encontro em uma casa desconhecida e fazendo um sexo “maluco”. O mais novo acabou de gozar (na camisinha, claro) e saiu do quarto dizendo que só iria se limpar e voltar!
Roupas e camisinhas jogadas pelo chão, eu na cama, seminua e cheia de tesão, me sentindo uma verdadeira puta. Casada, jovem e “responsável” me entregando pra essa suruba, sem pensar em consequências.

314 - ORGIA NA SALA ESCURA

Eu e a Renata fizemos amizade com um casal que mantinham um relacionamento aberto e eles nos proporcionaram experiências maravilhosas. Eu e a Renata sempre fomos abertos e desejávamos conhecer novas experiências, novas sensações e novas formas de prazer. Como tudo na vida nem sempre as coisas são como você deseja e tivemos, graças a Deus, poucos casos frustrantes. Mas esta experiência foi muito interessante e rica de percepções e sensações novas.
Eu e a Renata já tínhamos tido algumas experiências com este casal italiano e com mais 2 casais amigos dele. Imagine que foi num destes encontros que a mulher que eu ia foder naquele momento falou comigo, e ela falou tão alto que era para todos ouvirem:

313 - DELÍCIA DE MÉNAGE

Toda a minha aventura no mundo do swing começou de verdade uns quatro anos atrás quando fiz um ménage masculino, passei muito tempo tentando repetir e entrei no mundo do swing para ter a oportunidade, já que é difícil encontrar homens fora desse meio que topem.
Acabou que comecei a curtir trocas de casal, mas sempre estava querendo um ménage que nunca dava certo, não queria numa casa de swing, queria fora de lá, para poder curtir bastante e fazer dupla penetração.
Eis que comecei a buscar por minha conta, comecei a conversar com um cara através do NET que vou chamar de Fabio, um negro alto e mais para magro bem bonito, falei que só sairia com ele se levasse mais um amigo, ele topou na hora e começou a me mostrar fotos dos amigos, fácil assim.

312 - OUTRO NOVINHO

Todo mundo tem um desejo secreto, eu estou conhecendo os meus, depois de pouco mais de um ano que comecei a me aventurar em relacionamentos extraconjugais eu tive o prazer em sair com quem me motivou a tudo isso, o amigo do meu marido!
Seria um erro negar o que eu sinto por ele, seria um erro maior ainda deixar as oportunidades passarem e ele mudar de ideia, eu sei que ele ainda guarda reservas sobre esse relacionamento que está começando, saímos de amizade para algo que tem um pouco mais de intimidade e a proximidade nos está fazendo agir de maneira diferente.
Desde a nossa primeira vez houve um afastamento, eu me recusava a entrar no assunto "sexo" com ele, receava perder o amigo, eu não sabia exatamente o que fazer, diferentemente do amante, que eu sei o meu lugar no relacionamento e sei que não existe brecha pra tentar algo mais, sempre foi tudo muito claro, mas com este meu amigo as coisas são diferentes, ele me conhece, conhece alguns de meus medos, algumas de minhas carências e agora meus desejos!

311 - SEDUZIDA PELO NOVINHO

Quando a gente começa a experimentar sensações e desejos, as coisas passam a acontecer de maneiras curiosas e impressionantes.
Parece que meu jeito tarada passou a ser notado, eu realmente nunca havia prestado atenção nisso, mas deve ser mais evidente do que imaginava. De uns tempos pra cá eu venho sentindo atração por homens BEM mais novos, talvez pelo clima pesado em casa e a leveza de estar com alguém que ainda não viveu todos os problemas da fase adulta.
Conheci o Carlos, um amigo que vem se tornando cada vez mais íntimo, cada vez mais próximo, a gente já teve nosso momento de safadeza, mas não foi muito adiante, ele preferiu continuar fiel à namorada e eu preferi não complicar as coisas entre a gente, mantendo somente a amizade, mas depois de um tempo ele veio circulando, falando um assunto meio enrolado, dando voltas até chegar ao tema MILF.

310 - APREENDI A GOZAR COM OUTRO

Sou casada há 17 anos. E durante esse tempo, achava que fazia sexo de qualidade com meu marido. Porém, assistindo vídeos e lendo contos eróticos, percebi o quanto estava enganada. Em minhas transas nunca gritei de tesão, nem ouvi xingamentos, muito menos orgasmos arrebatadores.
Tenho um fraco por homens maduros. Quando ainda virgem, conheci um cinquentão que me levava à loucura só com seu toque de mão. Minha primeira vez foi aos 24 anos, com um rapaz lindo que apareceu por aqui e a transa foi horrível. E depois, casei por amor.
Meu marido é um bom homem, mas com uma mente retrógrada. Transar para ele é tirar a roupa, penetrar, gozar e fim. Acha que fazer coisas mais ousadas é para putas, jamais dentro do santo matrimônio.
Essa postura, somado à rotina e o desgaste natural do tempo de convivência, tem esfriado cada dia mais, nosso relacionamento na cama. E me levou a fantasiar com outros homens, alguém que me realizasse como mulher.

309 - DEI CONTA DE TODOS

Eu e minha amiga Ana adoramos nos divertir com os caras, algumas vezes marcamos com alguns amigos pra transar. As vezes recebemos propostas em dinheiro de casais, homens ricos...
Enfim, adoramos putaria. Essas propostas me renderam uma bela poupança! Trabalhamos como modelo e temos muitos contatos, uma vez um amigo que já sabia que com a gente a diversão era certa, nos chamou pra uma despedida de um amigo dele, ele disse que seriam 4 rapazes e que eles pagariam pra gente R$ 3.000 se aceitássemos “TUDO”.

308 - VIDA DE CORNO

Marcela, minha esposa, é uma mulher maravilhosa e cheia de energia. Hoje estamos, ambos, com 27 anos. Temos uma vida financeira bem estável, sem filhos, bens próprios e saúde plena. Ela é viciada em sexo, o que não dou conta. Foi assim que entrei no primeiro estágio de marido traído.
Minha esposa em seu momento de muita carência, acabou tendo um caso com o filho do seu chefe, o Beto. Ele tem 29 anos e é um bom vivant. Rato de academia, com um corpo malhado, alto (1,90) e estilo bonitão daqueles que encanta as mulheres. Não aguentou ver minha esposa toda gostosa, trabalhando como secretaria do seu pai, um empresário industrial e muito rico.
Marcela faz o tipo de mulher gostosa, Patricinha, loira, 1,75, seios médios com bicos bem rosados e empinados, bumbum de parar o trânsito e carinha de safada, o que realmente é. Perdi as contas de quantas vezes vi homens olhando para ela, a comendo com os olhos.

307 - LOUCURA NA FESTA DA EMPRESA

Era uma festa informal. Mesmo sendo uma festa com o pessoal do trabalho. Para falar a verdade, os organizadores quiseram dar um ar de churrasco à festa, deixando a área da piscina preparada.
Uma churrasqueira de tijolos enorme, com 3 churrasqueiros e dezenas de garçons trabalhavam servindo os convidados, que se empanturravam de carne e bebiam cerveja à vontade. Para caracterizar o ambiente descontraído, o traje sugerido foi para ambiente de praia. Homens com bermuda, chinelo e camiseta e mulheres com vestidinhos ou shortinhos ou aquilo que combinasse melhor.
E assim estava a Fernanda, com um vestidinho solto no corpo, marcando levemente sua cintura e ressaltando seus seios fartos, sapatilhas pretas com pequenos detalhes delicados em branco e um pequenino laço vermelho no calcanhar e com batom vermelho-sangue, que contrastava com sua pele branca com sardas e dava um charme a mais para seus sinais. Ela se sentia bem consigo mesma.

306 - VIDA DE CASADA

Lembro-me como se fosse ontem, quando minha amiga Claudia me falou:
“Vida de casada é fogo!”.
E ela estava certa. Lavar, passar, cozinhar para um marido ingrato é a pior coisa do mundo. Muitas vezes eu ficava louca de tesão e ele só pensava em trabalho, comida e cama pra dormir.
Numa certa noite, meu marido chegou em casa, pra variar cansado do trabalho. E eu com o ventre ardendo em chamas. Procurei ser simpática, sedutora:
- Boa noite, Júlio!
- Fiz um jantar especial pra você. Até comprei aquele vinho que você tanto gosta!
- Hmmm... Estou com uma fome!
Era sempre o que ele dizia:

305 - VOCÊ NÃO QUERIA ME VER COM OUTRO?

Minha festa de noivado estava maravilhosa, não tenho do que reclamar, Alberto, meu noivo, havia feito a melhor festa que eu poderia imaginar. Eu usava um belo vestido, caríssimo, vermelho, o que fazia meus cabelos ficarem ainda mais vermelhos, o decote chamava a atenção de todos, meus seios estavam ainda mais chamativos, os olhos de Alberto encontravam os meus. Ele falou ao me entregar uma taça de champanhe:
- Está completamente deliciosa.
Alberto é mais velho do que eu, tenho 29 e ele 35 anos. É prefeito da cidade, um político boa praça que todos adoram. Ele é bonito, corpo em forma, cara de homem sério. Não tinha ciúmes de nada, a verdade é que ele adorava ver os homens babando por minha culpa, e eu não me fazia de rogada, adorava me exibir.
Entre conversas com os convidados, drinks e danças eu observava o bartender, descobri seu nome facilmente com a equipe da festa, era Xavier.
Xavier era um homem forte, devia ter uns 26 anos, era muito alto, bem mais alto que Alberto, era negro, seus olhos grandes e negros, uma boca carnuda bem vermelha, os cabelos eram trançados, quase na altura dos ombros largos, era forte, a camisa social grudada nos seus músculos exuberantes. Eu tentava não olhar, mas passei a festa de olhos grudados naquele Deus. Olhava tanto que acabei chamando sua atenção, Xavier era safado, percebi isso quando ele sorriu pra mim, um sorriso cheio de malícia que me fez ficar toda molhada.

304 - MACHO DE VERDADE

Só uma mulher que foi comida por um homem de verdade pode realmente entender do que estou falando. Não digo apenas penetração, mas ser tratada como uma puta, usada e abusada em todos os buracos, experimentar um prazer tão grande que parece que se vai morrer ou enlouquecer de tanto levar pau, dedos e língua.
Sou casada há 12 anos com um homem que amo e com o qual tenho um filhinho lindo. Contudo, após tanto tempo juntos, é natural que o tesão diminua e fiquemos um pouco cansadas da rotina.
Comecei a fantasiar com outros homens, a me imaginar nos braços de machos viris, conquistadores e bem sacanas. Mas jamais acreditei que teria coragem de ir mais fundo nos meus desejos, por medo de prejudicar minha família e meu casamento.

303 - NAMORADA DO MELHOR AMIGO

Eu sempre fui um cara que tive um fraco por mulheres comprometidas, gosto demais. A tentação do proibido sempre me instigou, e o tesão é diretamente proporcional à minha proximidade com o corno. Então nem preciso dizer que comer a namorada do meu melhor amigo foi o santo graal do tesão pra mim, e senti que deveria compartilhar essa história.
Lucas é meu melhor amigo, um cara com todas as qualidades que um grande amigo deve ter, que eu mato e morro por ele, e ele por mim. A gente faz faculdade junto, pratica esporte junto, faz farras junto, somos como unha e carne. Aí é que mora o perigo, pois como ele namora há muito tempo, eu tenho muito contato com sua namorada também. O nome dela é Daniela, mas pode chamar de Dani.
Dani é bonita, nenhuma deusa, mas bonita. Mas o que mais me chama atenção nela é o corpo. Ela é uma falsa magra, que dependendo da roupa pode parecer magrinha ou gostosona. Ela é uma delícia, e especialmente por ser namorada do meu melhor amigo, já tinha sido minha fantasia em várias punhetas.

302 - UM NEGÃO PARA DUAS CASADAS

- O primeiro negro, nenhuma mulher esquece.
Essa foi a frase que o Beto me disse no dia em que traí meu marido pela primeira vez.
No começo achei que ele estava se vangloriando por ser meu primeiro amante desde que casei, mas depois descobri que era verdade, pois me tornei uma verdadeira louca por uma vara de cor escura.
Esse papo de que toda loira é louca por um negrão deve ser verdade, porque eu sou loira e adoro um pau preto. A testa de meu marido que o diga.
Como tive de me distanciar de Beto pois ele é amante de uma amiga minha, também casada, procurei por vários negões nesse meio tempo. Só que num belo dia, deixei minha sogra em casa sozinha e fui para a casa de minha amiga. Aqui vou chamá-la Bia para não correr o risco de alguém desconfiar de alguma coisa.

301 - OUVI SEUS GEMIDOS

Me chamo Carlos e como tantos que aqui escrevem, sempre tive a tara de ver minha linda esposa, em outros braços. Ela se chama Martinha, e sempre foi muito certinha. Na cama demora um pouco pra pegar fogo, mas quando pega é tudo de bom, gosta de anal, oral, experimenta todas as posições enfim é perfeita.
A Martinha é uma mulher bonita, 1,68, branquinha, olhos e cabelos castanhos claros, pernas bem torneadas, uma bundinha linda e seios não muito grandes, mas firmes.
Você deve estar pensando, o que mais esse cara quer? Pois é, a nossa mente é surpreendente, um homem com uma mulher dessas deveria estar super satisfeito, mas não é assim.

300 - Eu e Meu Irmão Na orgia

Não posso reclamar da vida e lembro disto sempre que me encaixo nas nádegas da amante da vez.
Isto porque há horas eu já participava de uma das orgias que costumo organizar e meu pau enrabava naquele momento o cuzinho de uma morena fogosa chamada Lígia com quem eu tenho o costume de transar desde que ela me escolheu como seu pau amigo.
Estava ela de quatro no sofá e eu em pé bem encaixado, posição que adoro porque me permite ver a pica entrando e saindo com perfeição, centímetro por centímetro.

299 - Comida Pelo Sócio do Meu marido

- Quer que eu vista a roupa de colegial? Você vai adorar, sainha xadrez, meia soquete, tênis e uma camisetinha colada no corpo?
- Não. Hoje eu tô cansado meu bem.
- E se eu fizer uma massagem bem gostosa, com óleos aromáticos, e te deliciar com um sexo oral bem gostoso. Prometo que não tiro a boca quando você gozar.
- Acho que vou dormir antes que meu pênis fique duro.
Sai do quarto puta da vida. Estava ficando com raiva do meu marido. Nada mais o motivava. Comecei a pensar que casar com um homem mais velho não foi uma ótima ideia. Tudo bem que tínhamos vivido uma fase boa. Mas agora, eu no auge dos meus 40 anos, e ele com 65, nossas transas não mais me satisfaziam.
Chegava em casa sempre cansado, enquanto eu passava as tardes imaginando uma transa maravilhosa igualzinha à que eu tinha lido nos contos eróticos.

298 - Meu Primeiro Cliente

Muitos condenam quem dá por dinheiro. Eu mesma era assim. Até que a vida me obrigou a abrir as pernas para qualquer um que pagasse.
Sou conhecida por Laura e Sheila, nomes de guerra. Há um ano atrás, perdi Fabrício, meu marido, num acidente. Na época com quase trinta anos, viúva e três filhos pequenos para criar.
Foram dias difíceis. Traumatizada, tive de assumir tudo. O único seguro que recebi foi o obrigatório do carro. Veículo esse com perda total e parcelas a pagar.
Os recursos que tinha à mão, eram da rescisão e FGTS, que a firma do Fabrício providenciou. Enquanto não saía a pensão, de valor irrisório.
No inventário, gastos com advogado e impostos para passar para meus filhos o apartamento, único bem que restou. Mais despesas com IPPTU, condomínio, matrículas, uniforme das crianças, fora outras que nem me recordo.
De uma dona de casa burguesa, de repente, pela primeira vez na vida, quebrando a cabeça com finanças. Dispensei a babá que havia ajudado criar meus filhos. Tirei os dois maiores do curso de inglês e da escolinha de natação.

297 - Assisti Minha Esposa Com Outro

Eu sou Rodolfo, 35 anos, e me casei com Amanda, também 35 anos, após apenas 6 meses de namoro. Ela é uma bela morena. Pois bem, após 5 anos de casamento comecei a ler os contos eróticos e um tesão inexplicável pelos contos de traição começou a tomar conta da minha cabeça. Eu tentava convencer Amanda a ler os contos mas ela sempre resistia.
Depois de um tempo, comprei vários brinquedos eróticos e em nossas transas enfiava um plug em seu cuzinho e dizia que era outro homem. Ela começou a se soltar. Passados uns meses ela já contava as cantadas que recebia na academia e aceitava usar umas roupinhas curtas que comprava para ela.
A situação mudou quando descobri um site de swing e ménage. Comecei a tirar fotos sensuais de Amanda e cada vez mais as pessoas comentavam como ela é gostosa. Mostrei os comentários para ela e logo ela começou a ficar excitada. Alguns usuários chamavam a atenção dela e acho que ela começou a teclar sozinha com alguns deles.

296 - A Babá

Olhei para Aline com uma expressão confusa quando abri a porta de casa. Quando finalmente desliguei o telefone, consegui explicar para ela que naquele domingo o Renatinho, meu filho, passaria o dia com o pai. Os dois tinham saído logo de manhã cedo. Não sabíamos ao certo se eu quem tinha esquecido de avisar ou se ela tinha esquecido da mudança de agenda, mas naquela hora não importava mais. 
Aline já era nossa babá fazia algum tempo, e foi aquela ajuda que eu precisava quando o divórcio aconteceu. Ela era uma moça jovem, decidida, fazia faculdade e precisava da grana extra. Trabalhava apenas alguns dias por semana e fins de semana em que havia algum imprevisto. 

295 - Traí Meu Marido Com um Negro Muito bem Dotado

- Quer outro Campari?
- Não obrigada.
Respondi enquanto virava meu rosto para saber a quem pertencia aquela voz clara e forte.
Confesso que meu olhar ficou mais tempo do que o normal, e acho que ele percebeu. Moreno, na verdade negro, por volta de 1,90 de altura, cabeça raspada, músculos fortes e bem definidos realçados por uma camiseta de mangas compridas totalmente colada no seu corpo. A cor branca da camisa contrastava com a cor da sua pele. Embora tenho 1,75 de altura me senti frágil olhando para aquele exemplar fantástico do espécime humano.
Meu pensamento em segundos comparou com meu marido, e com um pouco de remorso quase sorri.
Havia acabado de ter uma discussão com ele, em plena festa de noivado de uma amiga, porque seu porte físico levava certa desvantagem com os demais, o que o fazia ciumento e grosso nessas horas.

294 - O Micro Biquíni

Luciana não aparentava inocência, não tinha a voz suave, e também não era de pedir conselhos e sorrir muito. Não era inexperiente, embora também não fosse a menina mais segura do mundo, pois tinha apenas 18 anos. Era uma aluna que falava pouco e não demonstrava ter muita afinidade com a matéria.
Na verdade Luciana era o tipo de menina com a qual eu nunca teria contato se não tivesse sido seu professor. Mantinha as unhas sempre bem feitas, um tanto compridas, e um ar de patricinha sem graça. Postava no Facebook fotos de praias, as suas pernas no sol, um drink do lado e frases tiradas de letras de músicas de gosto duvidoso. Nunca dei muita atenção pra ela, e ela também nunca trocou mais de duas palavras comigo. Em resumo, não fazia meu tipo, nem eu o dela.

293 - Ménage Com um Bem Dotado

As fantasias apenas eram sussurradas ao ouvido, pedindo, quase implorando para que fosse possuída por outro homem. Comprou-me diversos brinquedos, roupas e acessórios para me tornar uma puta.
Tanto era a vontade imposta no decorrer dos dias, que em nossas relações amorosas sempre fantasiávamos uma terceira, pessoa cujo qual, com seu pau grande e grosso me invadia a bucetinha ensopada, enquanto abocanhava o pau do meu esposo maravilhoso.

292 - Transformando Ela Numa Putinha

Morava em Goiânia e conheci a minha namorada, Karina no trabalho. Ela é alta, loira, cabelos abaixo dos ombros, seios grandes e quadril na medida certa para deixá-la com aquele lindo perfil violão. Sendo do interior, ela foi criada de modo tradicional: ocultando seus desejos para ser mais exato. No início das nossas transas, eu peguei leve, fazendo o tipo romântico, mas aos poucos fui apimentando a nossa relação.
Admito: sou meio tarado. Curto muito um sexo “meio diferente” tipo ménage, swing, exibicionismo etc. E, claro, fetiche. E fui vendo que a Kaká se sentia mais à vontade com o passar dos tempos. Comecei falando as sacanagens de sempre na cama, mas sempre visando aumentar a autoestima dela e não revelar as minhas taras. Se eu fosse muito direto ela iria se retrair, se ver como um objeto, que não era amada essas coisas. Por isso, tudo girava em volta dela, de fazê-la se sentir mais desejada.

291 Carlos Capixaba e a Esposa do Amigo

No começo de Junho de 2016 um rapaz que conheci na internet devido uma publicação de um vídeo meu postado em um site de sexo, entrou em contato por e-mail dizendo que era um casal de Guarapari/ES e tinha a vontade de ver a sua esposa com outro homem, porém ela tinha medo pois nunca tinha feito isso.

Como eu moro em Vila Velha, assim ele me passou o número do telefone da sua esposa e pediu para eu ligar para ela e conversasse sobre o assunto. Um dia à tarde fiz a ligação conversei com sua esposa por umas duas horas e posteriormente fui ligando várias outras vezes por dia.

Ela me passava o medo e receio de ter outro homem na frente de seu marido, tinha medo de sua reação ou seu ciúme. Eu conversei com ela e expliquei que já tinha iniciado outros casais que as esposas tinha medo e receios.

290 - Valeu a Pena Insistir

Ela deixou a empresa por volta das dezesseis e trinta. Seu horário habitual de sair. Já havia checado se o seu material estava devidamente guardado, trancado a mesa e empurrado a cadeira para debaixo dela. Caminhou em direção ao ponto do ônibus que a levaria para a Faculdade de Turismo, onde cursava o quarto período.
A poucos metros da parada, seu telefone tocou. Era ele novamente. Apesar das recusas insistentes que sofrera, ele não se deixou abater e continuou insistindo. Estava fascinado por aquela mulher pequena, de corpo delgado, coxas e pernas firmes em razão de seus oito anos de dança clássica e contemporânea. Carla atendeu.
- Alô.
- E então, decidiu aceitar meu convite?
- Alguma coisa mudou?
- Não, mas...
- Não tem “mas”! Já falei que não quero!
- Não quer mesmo? ...

289 - Vou Dar Para Todos Eles

Fiz preventivo do câncer. Minha ginecologista requisitou uma mamografia. No dia marcado, fui numa clínica do meu convênio. A técnica me fez despir a blusa, sutiã e apoiar o seio na bandeja, ajustando a altura do Raio-X.
Nisso escuto alguém dizendo:
- Pode deixar que eu faço o procedimento.
Como estava de costas, não pude ver quem era. Só notei um guarda-pó branco passar do meu lado, ajeitando melhor os seios. O contato daquelas mãos quentes com o frio do suporte, fizeram com que os biquinhos enrijecem.
Uma parte desceu, prendendo os seios e apertando-os, causando desconforto e um pouco de dor. A mesma voz masculina disse:
- Segure a respiração, tá Vanessa?

288 - Tesão Incontrolável

Os dois voltavam do aniversário de um amigo em comum. Ele se ofereceu para levá-la em casa, obviamente com as piores melhores intenções. Ela, ao notar o que o rapaz queria, chegando em frente ao prédio, o convidou para subir.
Estacionaram o carro e se dirigiram para o elevador. Como ela realmente não esperava trazer um homem para casa naquela noite, não tinha avisado para a amiga. Isso não era comum de acontecer. Por dividir o apartamento, sempre que ficava com alguém e a coisa evoluía para algo mais quente, ela prontamente se dirigia para um motel.
Mas dessa vez foi diferente.
Ela percebeu apenas quando já estavam chegando na frente do prédio. Culpa do álcool. Desceu do carro com o celular no ouvido, ligando para a amiga para saber se ela se encontrava em casa. Ninguém atendeu. Ao chegarem na porta do elevador, uma surpresa. Entrando exatamente depois deles, a tal amiga. Ela estava no caminho para a academia quando notou que tinha esquecido seu celular.

287 - Apartamento 703

Eu já estava mais que atrasada pra atender um cliente no 5° andar, o filho da puta inventou de fazer uma modificação no contrato com o seu sócio e eu, como advogada bem paga, fui lá verificar o que ele queria afinal!
Entrei às pressas no elevador, e acho que era meu dia de sorte. Recebi um bom dia de um cara com aspecto de, no máximo, 35 anos de idade, perfume importado, bem vestido, chave na mão. Morador do prédio com certeza. Cabelo preto, alto, sorriso largo. Cara de safado. Não sei de onde veio o pensamento, mas ele tinha ar de dominador, pegada forte e safado!
Fazia meses que eu não transava, acho que isso já estava começando a influenciar meus pensamentos. Ele perguntou:
- Você mora aqui?
- Ah não, vim apenas atender um cliente.
- E o que faz?
- Sou advogada.

286 - Surpresas de Um Marido Liberal

Sempre tive o maior tesão de sexo com mais de um homem. Desde a adolescência, tinha fantasias de ser deflorada por vários machos ao mesmo tempo.
Aqueles corpos nus, suados, se roçando em mim sempre preenchiam minhas fantasias.
A história que vou contar hoje foi uma surpresa que meu ex-marido preparou para mim numa de nossas viagens.
Partimos para a capital em final de semana e meu marido disse que tinha uma surpresinha preparada para mim. Já vivemos muita aventuras, e nosso relacionamento sempre foi aberto e admito que apimentava nossa relação.
Chegamos sexta à noite e fomos para um barzinho que ele conhecia de longa data, desde que era solteiro. Assim que chegamos, fomos recepcionados por 2 casais de amigos dele.

285 - Sexo na Praia de Nudismo

Nós frequentamos as praias de Santa Catarina na região de Bombas e Bombinhas, há mais de dez anos e, sempre tivemos vontade irmos à praia do Pinho. Decidimos ir em um sábado antes do carnaval desse ano, foi simplesmente demais.
Ao chegarmos lá e deixarmos o nosso carro estacionado, nos dirigimos para portaria de acesso à praia e após pagarmos as nossas diárias fomos orientados a nos dirigirmos para o lado direito onde se faz um tipo de adaptação e lá fomos nós, eu e o meu lindo corninho manso.
Como nunca tive problemas em ficar nua, enquanto o meu corninho preparava as nossas cadeiras e guarda sol, eu tratei de ir peladinha, como vim ao mundo, pra água e no trajeto me encontrei com dois homens que estavam conversando e ao me verem, não se contiveram e após me darem bom dia, falaram:
- Podemos ficar aqui pra te admirar?

284 - A Participação do Marido é Fundamental

Quando se é casada como eu sou, o marido tem que participar efetivamente da vida erótica e sexual da esposa, isso é verdadeiramente fundamental para que a relação liberal se torne sólida e sem nenhum percalço entre os dois. Acho que dei sorte por ter me casado com um homem Dominador que é Voyeur e Exibicionista.
Como Dominador, ele me obriga a servi-lo da forma mais gostosa que existe, permitindo que eu experimente algumas aventuras no campo do sexo com outros homens e até mesmo, com mulheres.
Como Voyeur, ele curte me ver vestida de forma sempre muito provocante, tesuda e gostosa. E dessa maneira saio de casa, usando roupas verdadeiramente sensuais, que provocam desejos em outros homens, eu adoro me sentir cobiçada e desejada pelos tarados das ruas.

283 - Delícia de Swing

O vestido branco, levinho e transparente, denunciava minha vontade de sexo naquela noite.
O Marcio também não negava que estava afim de uma boa troca de casais, seus olhos escuros e ardentes entregavam o desejo de pegar uma mulher gostosa.
Andamos pela casa de swing, desde a pista de dança até o corredor que leva aos reservados; alguns singles nos seguiam, como ímãs, na esperança de irmos na área reservada para os solteiros.
Preferimos ir para a área dos casais, a princípio ver o que estava rolando e, quem sabe, interagir também. Quando chegamos numa sala coletiva vimos dois casais transando, mas logo terminaram e foram embora, deixando os voyeurs sem nada pra assistir.

282 - O Voyeur

Meu nome é Rita, tenho 37 anos, clara, cabelos e olhos castanhos, 1,72 de altura e 60 quilos. Meu marido é o Marcelo, 41 anos, claro, cabelos e olhos castanhos, 1,75 de altura e 70 quilos. Ele é economista e trabalha numa grande multinacional e eu pedagoga de formação, mas dona de casa por opção. Temos 2 filhas: uma de 13 e outra de 10 anos.
Vivemos uma vida maravilhosa, sobre todos os aspectos. Temos uma situação financeira muito boa e a vida em si, muito tranquila, além de uma vida sexual bem ativa, mesmo com os 16 anos de casados. Parecemos mais um casal recém-casados, haja visto que, fazemos sexo, praticamente todos os dias. Mesmo com a minha idade e ter passado por duas gravidez, tenho um corpo muito bonito, pois desde quando a minha filha caçula completou 1 ano, frequento uma academia para manter o corpo saudável e em forma. Tenho um corpo cinturado, bumbum e seios médios e as pernas, que são os objetos de maior elogios por parte do marido e dos amigos.

281 - Professora de Fotografia

Um tanto cansado da rotina de sala de aula, resolvi fazer um curso de fotografia, oferecido por uma instituição parceira da escola que dou aula. O curso exigia uma câmera profissional, então comprei a câmera e estava animado para o começo das aulas. Eu, professor, seria aluno pelas próximas duas semanas.
Cheguei no local do curso e a turma era pequena, composta por oito pessoas, a maioria da minha idade, 20 e poucos anos, alguns com 30. Todos estavam sentados em silêncio quando a professora entrou na sala. Camila, 31 anos, usava um vestido azul não muito comportado e decotado, nada a ver com o estilo das professoras que são minhas colegas na escola.
- Boa noite, classe!
Ela disse, com um sorriso muito simpático e autêntico.

280 - Conversas Eróticas

- Não acredito! O que que o Marcos falou?
- Ele disse que acha você uma delícia!
Ri alto e ali no quarto escuro e deitados na cama não sabia o que dizer do comentário do Pedro.
- Ele disse que me acha bonita, né? Você que está aumentando.
- Caramba. É tão difícil acreditar em mim?
- Mas ele disse essas palavras? Me acha uma delícia?
- É. “Você é um cara de sorte. Acho a Fabi uma delícia”.
Estávamos deitados nus, de conchinha. Senti quando seu pau foi ficando duro e se acomodar inteiramente no vão de minha bunda. Sua respiração aumentou na minha nuca e ouvido. Fiquei toda arrepiada quando ele alisou pacientemente os biquinhos de um dos meus seios.
- E você não quis matar ele não?
Fiz esse comentário devido aos ciúmes que Pedro tem de qualquer homem que se aproxima de mim.
- Não.
Perguntei de novo:
- Não? O que houve? Não sente mais ciúmes de mim.
- Sinto sim. E muito. Dá vontade de matar um...

279 - Garoto de Programa

Sou carioca, faço pós-graduação na UFF e trabalho como garoto de programa.
Corpo sarado não é necessário.
Não tenho o estilo rato de academia ou tigrão pegador. Pelo contrário, sempre fui tímido. Não sou muito bonito, mas também não sou feio. Tenho meus apetrechos: as clientes elogiam minhas pernas, cílios, boca, nariz e orelha. E mãos, claro. Sei seduzir quando é preciso.
Para ser GP, não é requisito básico ser bonito e marombado, pois o gosto da clientela varia muito. Umas preferem corpos sarados, outras preferem o papo, e há aquelas que visam uma boa pegada. Mulher tem feeling para essas coisas.
E foi assim que entrei nessa vida, pelo feeling de uma mulher.
Estava numa balada estilo clube das mulheres: bebida liberada para as damas e dança de gogo boys até certo horário, e depois vinham os caras de verdade.

278 - Enrabada Pelo Chefe do Meu Marido

Meu nome é Eliana, sou casada, 36 anos, loira. Eu sou uma mulher vaidosa, sou aquela magra falsa e alta, com um corpo atrativo, cabelo curto olhos cor de mel, rosto bonito, boca deliciosa e sedenta para chupar uma pica, seios ainda duros. Tenho uma bela bunda e coxas e pernas bonitas, meu marido é funcionário público de uma cidade aqui próxima. E esta é minha história.
Conheço meu marido há 5 anos e casamos há 3 anos, mas enquanto namoramos nunca tivemos relações sexuais por ele ser do tempo antigo. Eu já queria, mas ele nada e depois de casada ele só quer comer minha boceta. No início não me incomodei, até gosto, ele me fode gostoso, mas o problema é que há muito tempo venho sentindo um desejo imenso de fazer sexo anal com ele.
Estou sempre oferecendo meu cuzinho para ele, mas até agora nada. Perguntei:
“Você não sente tesão de me enrabar?”
E ele me respondeu:
“Nunca gostei de comer o lado B de uma mulher e que prefiro só sua boceta.”

277 - Meu Marido Nem Imagina

Olá caros leitores, meu nome é Cristina. Tenho 26 anos, morena clara, olhos verdes, 1,65m, 58 kg, cabelos castanho escuro pouco abaixo dos ombros. Meus seios são médios e ainda firmes. Minha bunda, sempre fiz o possível para mantê-la durinha, devo agradar os homens, pois recebo muitos elogios.
Meu marido diz que adora minha bunda que ela é a parte do meu corpo que ele mais gosta. Ele morre de ciúmes quando caminhamos e os homens vira o pescoço para secar meu bumbum, então quando vamos fazer nossas caminhadas evito vestir roupas muito coladas no corpo para não chamar atenção.
Venho de uma família muito religiosa onde meus pais me ensinaram que a fidelidade, o respeito e o amor são fatores imprescindíveis para manter um relacionamento harmonioso entre os casais, e eles se orgulham muito de ter passado estes valores para os filhos.
Nunca dei motivo para meu marido ter ciúmes de mim, pois eu o amo muito e somos muitos felizes no nosso casamento, jamais pensei em traí-lo pois ele me completa em todos os sentidos.

276 - Sensações Sem Limites

- Para Luana!!!! Aqui não... Espere!
- Tesão... Te quero...
Luana é uma garota da minha empresa com quem eu tenho um "affair"” caloroso...
Morena, mignon, típica mulher brasileira... gostosa, bundinha empinada e especialmente naquele dia estava linda de ver.
A festa de comemoração de fim de ano do escritório já rolava solta numa boate transada da cidade e Luana, minha acompanhante, voltava comigo até a Empresa, pois eu havia esquecido meus documentos na mesa do escritório.
O elevador panorâmico do edifício era observado por câmera, mas Luana parecendo nem se importar com isso insistia em me beijar e tentar enfiar sua mão dentro das minhas calças.

275 - Três Para Duas

Quando eu estava estudando ainda no primeiro grau tinha uma amiga que era muito colada comigo, Márcia era o nome dela, e saíamos quase que para todos os lugares juntas, e nossas colegas de sala sempre brincavam dizendo, onde está a Ana você encontra a Márcia, mas vamos ao fato que aconteceu conosco em uma de nossas saídas juntas.
Uma noite fui com Márcia a uma festa do nosso colégio, nós estávamos com 18 anos, dançamos a noite inteira, ficamos com alguns rapazes, mas no fim da noite acabamos sentadas sozinhas, quando já pensávamos em ir embora sentam três rapazes em nossa mesa, Alexandre, João e Marcos, eram do último ano e apesar de serem apenas dois anos mais velhos que nós, tinham o charme de garotos mais experientes.
Depois de conversarmos um pouco vieram com um papo furado de ouvir música mais agradável no apartamento do Alexandre, pois seus pais estavam viajando e ele ficaria aquele fim de semana sozinho.

274 - Ela Queria um Ménage

Fábio é um jovem de 27 anos. Ele é casado com Mariza, 2 anos mais velha que ele. O casal se conheceu há 5 anos atrás numa boate na cidade onde moram. Foi atração logo a primeira vista, e logo começaram a namorar.
Durante todo tempo em que esteve juntos, Mariza foi muito aberta com ele. Sempre falou de seus problemas, segredos e fantasias. Ela sempre foi uma moça muito ativa principalmente em relação ao sexo.

273 - Minha Primeira Vez Anal Foi Numa Suruba

O conto que passo a relatar aconteceu quando eu já tinha 23 anos. Me chamo Fernanda, sou loira natural de origem italiana, sou bem alta considerando os padrões, com 1,78m, 80 quilos, olhos verdes e cabelos um pouco abaixo dos ombros, e a maioria dos rapazes apesar de me acharem atraente até tem certo receio de aproximar-se de mim devido a minha estatura, alta e um corpo proporcional a minha altura, apesar de eu ser bem feminina.
Não sou nenhuma menina toda recatada, perdi minha virgindade aos 14 anos com um namoradinho do segundo grau, mais por pressão das colegas mais ou menos da mesma idade que eu e que já não eram virgem e viviam tirando sarro de mim, então por esse motivo acabei me entregando ao meu antigo namoradinho, coisa de colégio que durou apenas o tempo em que estudávamos juntos, e depois veio outros namorados com os quais transei também, eu gostava de sexo, mas sempre fui instruída nessa matéria  e muito cuidadosa pra não engravidar, eu andava com anticoncepcionais na bolsa já aos meus 16 anos.

272 - Novinhas em um Boquete Duplo

Eu bem que tento ficar longe de confusão, mas a confusão me persegue, especialmente quando tal confusão é protagonizada por minha querida e recorrente Coelhinha. De fato a sorte sempre esteve ao nosso lado, e mesmo quando desafiamos todas as probabilidades de algo dar errado, acabamos escapando ilesos de nossas aventuras. Até quando vamos continuar contando com a sorte? Não faço ideia, mas a adrenalina e o tesão tomam as rédeas das minhas decisões quando estou diante dessa moreninha.
Desde que tivemos nosso primeiro encontro sexual, minha Coelhinha diz que não esconde nada das amigas, contando desde detalhes de nossas transas até mesmo detalhes do meu corpo (especialmente o tamanho da minha trosoba), e se aproveita da minha safadeza para me dizer o quão curiosas suas amigas são em relação a mim. Ela sempre disse que não é ciumenta, então sempre deixou claro que poderia me compartilhar com uma de suas amigas a qualquer momento.

271 - Swing Com Um Casal de Negros

Toda aventura sexual normalmente começa em casa, na hora do rala e rola, com fantasias sexuais normalmente da parte do homem porque a mulher é bem mais reservada que o homem, porém com a insistência fantasiosa do homem a mulher acaba aceitando a fantasia dele e acaba adotando essa fantasia.
Eu sempre gostei de sexo em todas as suas variações, e meu marido era uma pessoa bem criativa na hora do rala e rola, e não sei porque a maioria dos homens na hora do sexo na cama vem com aquela fantasia:
- Amor, você já imaginou um negão forte, gostoso, pauzudo te comendo!!
Sei disso porque já conversei com algumas amigas sobre esse assunto e elas também disseram que os maridos delas já fantasiaram sobre o assunto, e eram mais ou menos iguais as fantasias dos homens.

270 - Vizinha Ninfetinha

Mila era minha vizinha, mudara-se para casa ao lado quando tinha apenas sete anos. Eu acabara de entrar para a faculdade e como tinha sobrinhos, a vi crescer ali na minha piscina.
Casei muito novo, tinha 21 anos, mas não durou, antes dos 30 lá estava eu de volta à casa de meus pais. O tempo parecia ter voado... Lá estava Mila, o mesmo sorriso sapeca agora enfeitando um corpo esculpido a dedo...
18 anos de puro feitiço. Já não corria para meu colo como fazia aos sete anos mais o olhar de menina curiosa continuava ali.
Nos fins de semana nossas famílias se juntavam em torno da piscina, as crianças já crescidas nem sempre estavam presentes. Numa dessas confraternizações para minha surpresa lá estava Mila...
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