186 - Exibicionismo Para Aquecer o Casamento

Nossa história começa como a maioria dos casados, que após algum tempo de relacionamento entre o casal a chama sexual diminui e a coisa fica monótona. Pois o que move o sexo é a mente e o que move a mente para o sexo são as fantasias e foi assim que em uma noite de sexta-feira, após as crianças terem dormido, eu convidei minha esposa para sair, beber e dançar em algum lugar, já tínhamos na ocasião 5 anos de casados e dois filhos.
Essa noite foi especial simplesmente por termos saído da rotina, pois bebemos, dançamos e fomos para um motel e a simples mudança de comportamento nos estimulou, trazendo uma das melhores noites de sexo para nós. Deste dia em diante saiamos todos os finais de semana e cada vez ficávamos mais ousados, pois frequentávamos lugares de meia luz onde dávamos grandes sarros.

185 - Meu Marido Pediu, Eu Fiz

Meu nome é Denise e sou casada há 12 anos. Tenho um filho de 10 anos e um excelente marido. Meu casamento sempre foi bom, mas ultimamente tem caído na rotina. Meu marido sabe satisfazer uma mulher, não tem preconceitos e é um cavalo na cama. Sempre que quero ele está disposto, nunca negou fogo, mais acho que o tempo vinha desgastando nossa relação.
Um dia perguntei a ele se estava faltando alguma coisa, se havia alguma coisa que eu estava fazendo de errado, pois nossas transas estavam diminuindo. Antes eram 4 vezes por semana e de repente passou para 2 e até 1 vez somente. Eu e meu marido éramos do tipo que transávamos em tudo que era lugar. Na cozinha, no banheiro, no carro e por incrível que pareça, já transamos no estacionamento de um shopping. Sabíamos que havia câmeras, mais não conseguimos resistir e acho até que por sabermos que estávamos sendo observados, aquilo nos deu mais tesão ainda.

184 - Acabei Traindo 2


Saímos do chuveirão e fomos a piscina conversamos nos três e decidimos ir almoçar, subi com Marcelo para o quarto e Ricardo foi para o quarto dele que fica na parte de baixo da pousada. No quarto conversei com o Marcelo:
- Você gostou?
Ele disse:
- Sim, mas que tudo que havia acontecido não poderia subir a serra e nem afetar nosso casamento.
Apenas dei um beijo nele e concordei que aquilo era apenas uma fantasia e que não iria interferir na nossa vida de casal.
Tomamos banho e nos arrumamos para encontrar Ricardo que nos levou em um restaurante muito agradável próximo a praia que estávamos, o almoço transcorreu normalmente com um bom papo. Após o almoço voltamos a pousada e Ricardo falou que precisava sair para resolver umas coisas da pousada, fui com o Marcelo para o quarto onde mais uma vez conversamos bastante e acabamos tirando uma soneca.

183 - Menage Com Um Casal Amigo

Quando meu casamento já tinha ido por água abaixo e eu esperava, ansioso, a hora de minha mulher pegar as suas tralhas e levar para o apartamento dela, deixando-me sozinho, só ficava pensando no que seria a minha próxima vida de solteiro, e me dispunha a cair na gandaia e na galinhagem.
Mas aconteceu que, talvez por minha formação, talvez pela timidez, em vez de sair comendo todo o mundo, como pretendia, caí numa fossa brava, vivendo em solidão e tédio. Os amigos, percebendo meu estado lastimável, minha vida chata, de casa para o trabalho, do trabalho para casa, passaram a esforçar-se para tirar-me do buraco, inventando mil e um programas, tipo bares e teatros, e fazendo convites para passar fora os finais de semana.

182 - Fui Comida na Balada

- O que exatamente você está oferecendo?
Olhei aqueles estranhos olhos iluminados que se mostravam interessados em tudo ao seu redor. Ele parecia normal, muito são para alguém que me seguiu através de uma boate e disse tão espontaneamente que queria me tocar. Lembrei de Andy e o quanto ele raramente - exceto para manter as aparências - queria meu toque, minha conversa, meu qualquer coisa. Seria assim com ele? Uma mulher o puxaria de lado, se ofereceria, e ele tomaria o que precisasse antes de voltar para casa? Enquanto isso, minha vida tinha se tornado tão pequena que eu mal podia lembrar como preenchia as longas noites solitárias. Será que eu estava sendo gananciosa demais por querer tudo? Uma carreira incrível e um momento louco aqui e ali?
- Você não é um psicopata, é?
Rindo, ele beijou meu rosto.
- Você está sim me deixando meio maluco, mas não, não sou um psicopata.

181 - Nosso Primeiro Menage

Eu e Patrícia sempre fomos muito ligados em sexo. Quando namorávamos, passava os finais de semana na casa dela, já que seus pais iam para um sítio e nós ficávamos sozinhos. Com a casa à nossa disposição, preparávamos comidas, bebidas e sempre terminávamos nossas noites fodendo em algum cômodo da casa (menos no quarto dos pais).
E sempre pensamos em algo a mais para nossa relação. Fazíamos várias brincadeiras entre nós, tipo ir ao shopping sem cueca e ela sem calcinha e sem sutiã, só pra chamar a atenção, íamos sem constrangimento à seção de pornô nas locadoras, de vez em quando comprávamos alguma coisinha em sex shop, e por aí vai. 

180 - Meu Passado Me Condena

Exclusivo do Blog Casada Sexy


- Raquel.
Quando eu ouvi chamarem meu nome naquele corredor do Shopping lotado e me virei, em princípio, não reconheci aquela mulher que vinha sorrindo em minha direção. Acho que ela percebeu minha cara de “Quem é essa pessoa?” e parou a poucos metros de mim e falou:
- Raquel. Sou eu, a Lúcia. Esqueceu de mim?
Só no momento em que ela falou seu nome, que sua fisionomia veio na minha mente.
- Lúcia? Do Colégio Tal. Não acredito.
Nos abraçamos e ficamos alguns segundos assim. Quando nos afastamos é que realmente reconheci seu rosto.
Falei:
- Lúcia. Quanto tempo não nos vemos! Deve ter uns 10 anos ou mais!
Ela:
- Fazem 12 anos que me mudei. Voltei mês passado. Você está linda.
Eu falei:
- E você. Caramba. Como você mudou. Você que está linda!

179 - Uma Dotado Para Duas Amigas

Dizem que um é pouco, dois é bom e três é demais, na verdade três pode ser bom demais, quando trata-se de sexo.
Eu conheci Claudete na faculdade, no primeiro semestre de Relações Públicas e desde o primeiro dia nos tornamos amigas inseparáveis, aliás, eu, ela e Aline, uma outra amiga, que estudava na mesma universidade, mas que frequentava um outro curso, medicina, infelizmente ela já não está entre nós. Bom, eu nem sei por que citei Aline, mas vale pela lembrança da minha amiga querida, em algumas postagens, eu escrevi como a conheci e contei algumas das nossa travessuras, mas ela nada tem a ver com o que vou relatar.

178 - Sofri na Pica do Meu Vizinho

Sou casada há 11 anos, meu marido foi meu primeiro homem, mas sempre fui muito fogosa. Posso dizer que gosto muito de pica, mas até então somente meu marido havia desfrutado de meu belo e exuberante corpo. Tenho 37 anos, mas deixo muitas meninas no chinelo, sou alta para os padrões brasileiros, tenho 1,85 de altura e corpo proporcional, meus seios são volumosos e minha boceta é muito bem tratada e, diga-se de passagem, um bocetão, é grande mesmo!
Meu marido também tem um belo pau e um saco invejável. Quando trepamos, deixo extravasar toda minha volúpia. Temos dois filhos. Antes de eles nascerem eu podia explodir em gemidos, pois não havia crianças para acorda. Agora, quando eu estou com muito fogo, tenho que deixar as crianças dormirem na casa de minha mamãe e quando digo ao meu marido que as crianças vão dormir com a mamãe ele já sabe o que o espera. Três dias sem pica é o suficiente para me deixar subindo pelas paredes, às vezes tenho que recorrer ao prazer solitário, e isto tem sido mais frequente neste último ano, pois meu marido anda viajando muito a trabalho.

177 - Realizei a Fantasia do Meu Marido

Eu nunca fui chegada em mulher, nem tenho vocação para ser lésbica, porque minha preferência mesmo é homem.
Meu marido vivia falando que seu maior sonho era transar com duas mulheres e que por ele, até toparia que nós saíssemos com um casal ou outro homem, para darmos uma apimentada no nosso casamento.
Eu dei algumas escapadinhas sozinha, sem que meu marido soubesse, mas depois que ele começou com a história de sairmos com mais alguém, saímos uma vez com um casal, onde fizemos uma troca e também saímos três vezes com um homem. Nessas vezes, eu transei com dois homens, onde foi muito bom e interessante. Eu me sentia uma verdadeira puta e me realizei como mulher.

176 - Meu Noivo Tinha Razão

Sou Yasmin, moro em Londrina, este relato que lhes conto é verdadeiro, não tenho necessidade de andar inventando coisas pois minha vida é bastante tranquila.
Levava (e levo) 5 anos de noivado com um homem da qual não tenho nada a me queixar, bom amante, amável, lindo, simpático e uma ótima personalidade.
Ele não foi meu primeiro namorado, mas foi com ele minha primeira vez, se me entendem.
Ele sempre me deu (e dá até hoje) muito prazer e creio que eu a ele, mas no verão do ano passado, para ser mais precisa mês de outubro, se passou algo que me fez ver as coisas de outra maneira.

175 - Me Comeu Enquanto Meu Marido Viajava

Era uma tarde de sexta-feira, dia quente e meu marido a serviço da empresa em que trabalhava, teria que fazer uma viagem para tratar de negócios. Malas arrumadas, e faltando pouco tempo para que ele partisse, pois a viagem seria longa, aguardava em casa a chegada de um publicitário que levaria até ele os materiais necessários para uma das conferências pela qual participaria. Carlos, mais conhecido como Kaká, era o publicitário responsável pela divulgação do projeto da empresa e estava um pouco atrasado deixando meu marido ainda mais ansioso.
Eu estava ali morrendo de vontade de despedir do meu marido e fazer um sexo gostoso, mas as tensões pré viagem não permitia que ele relaxasse a ponto de curtir os últimos momentos comigo. Finalmente Kaká chegou, eu estava na cozinha preparando um lanche, trajava um vestido preto curtinho, solto e decotado, o que me deixava confortável e ao mesmo tempo provocante, mas era assim que eu costumava ficar em casa. Meu marido pediu que ele entrasse nos apresentou e sentaram na sala afim de discutirem os negócios.

174 - Uma Viagem a Cancun (Versão Dorinha)

Sou a parceira de Carlos na Viagem a Cancun, sou artista plástica, tenho 1,70, bem bronzeada, 62Kg, 36 anos, me acho uma mulher atraente, adoro chamar a atenção dos homens, normalmente uso roupas sensuais, adoro saltos e lingerie, enfim me considero uma mulher bem gostosa e adoro a liberdade.
Vamos ao que interessa, estou em Cancun juntamente com Carlos disposta a viver uma semana intensa, aproveitar muuitoooo. Carlos em nossos contos anteriores conta tudo o que estamos vivendo juntos, nossas saídas e passeios, como conhecemos Marcos e Cristina, nossas aventuras com o casal, até que por um dia resolvemos trocar de parceiros para curtir o dia todo e não só na hora do sexo, ficamos o dia todo juntos e a noite fomos cada casal para um lugar e trocados, eu fiquei com Marcos e Carlos com Cristina, com o propósito de nos revermos só no dia seguinte.

173 - Dois é Bem Melhor do Que Uma

Faz quase quatro anos que estamos juntos e desde o início ele sempre desejou de alguma forma me ver com outro homem. À princípio, ele se contentava em fazer sexo nos olhando no espelho, depois começamos a tirar fotos transando, eu as enviava por e-mail para que ele, de sua casa, nos visse transando. Agora estamos mais sofisticados, fazendo filmes VHS os quais ficamos assistindo quando ele vem me ver. Várias e várias vezes ele me pediu para mandar fotos sem nossos rostos, só para ele me imaginar transando com outro homem. Muitas vezes eu me montava como empregadinha, ou loira VAMP, ou ruiva fatal, só para que ele se imaginasse com outra mulher e assim poder me ver em várias produções transando com ele.

172 - A Primeira Vez Dela Liberada Por Mim

Na fantasia secreta e trancada à 7 chaves, pra variar. Já como um habitual comedor de esposas de outros maridos que eu era, lá no vigor dos vinte e poucos anos. Casei e era insuportavelmente feliz com a Penélope. Mas continuei dando meus pulinhos por fora, comendo uma esposa aqui, outra ali, fazendo a felicidade de um corno ou outro. Mal sabia eu que o que mais me deliciava era ver a felicidade daqueles Corninhos e no fundo no fundo, morrendo de inveja deles. E isso só poderia vir a se tornar realidade tempos depois.
Minha mulher tinha na época uns 25 anos, e ainda não estava loira, mas tinha e ainda tem 1,65m, olhos verdes, 55kg, umas coxas deliciosamente grossas, uma mulher muito atraente.

171 - Os Fetiches do Meu Marido

Sou casada há 10 anos. Nesse período todo nossa vida sexual sempre foi interessante, intensa e apaixonada. Sempre brinco com ele dizendo que é um tarado, um pervertido cheio de taras, e é sobre um dos fetiches dele que resolvi escrever.
Muitas vezes quando estávamos fazendo amor (ou trepando, dependendo do dia...) ele me dizia que queria me ver com outra mulher. Sempre topei fantasiar, mesmo porque acredito que um casal deve se envolver na fantasia um do outro, e mesmo não tendo atração por mulheres embarcava na fantasia dele e acabava gozando.
Nunca concordei em pôr em prática tais fantasias porque não tenho e nunca tive tendências bissexuais.

170 - A Primeira Vez dela Com Outro

Somos um casal jovem casados a 10 anos e levamos uma vida afetiva e sexual muito boa. Temos eu/ela 33 e 31 anos, 1,76 e 1,70m, 74 e 55 Kg. Amanda minha esposa é loira (descendente de alemães e italianos), seios de médios para grandes empinados com mamilos grandes e rosados, abdômen retinho, coxas grossas lisas sem varizes e uma bunda redondinha e firme, tudo isso graças a academia que ela frequenta diariamente. Temos um casal de filhos, uma menina com 8 e um menino com 5 anos. Ambos profissionalmente bem estabelecidos com carreiras bem encaminhadas e por consequência uma boa situação financeira. Formamos uma família feliz e realizada, não pretendíamos mais ter filhos tanto que Amanda fez ligamento, e tínhamos tudo que sempre almejamos.

169 - Primeiro e Único Adultério

Meu nome é Paula, tenho 39 anos, morena clara, não posso dizer que sou uma Vera Fischer, mas pelos 2 filhos que tive posso dizer que estou em forma.
Sou divorciada há 5 anos, casei-me muito cedo, tinha apenas 20 anos, toda fogosa, seios firmes e empinados, bundinha perfeita, e um sorriso que chamava atenção de todos.
Até meu casamento, namorei bastante, tive vários namorados, fui inaugurada os 15 anos com um namorado do colégio e transei anal aos 17 anos, posso dizer que conheci uns 15 cacetes de diferentes tamanhos, cores e sabores, queria curtir a vida enquanto solteira, pois jamais passou em minha cabeça cometer uma traição, pois o que não queria para mim, jamais desejaria a outra pessoa, mas a vida nos prega certas peças e chega o momento em que não conseguimos reprimir nosso desejos e fantasias.

168 - A Casadinha da Zona Sul

Din... Don...
- Amor, deve ser o Rubens, abre a porta para ele, vou só tomar um banho rapidinho... hoje tem sorteio dos grupos do campeonato lá na quadra do Nacional.
Junto da pia Juliana preparava um suco:
“Droga! Para piorar ainda me aparece o insuportável do Rubens!”. 
O humor de Juliana não estava nada bom, pois a última noite não havia sido como ela desejava. Ricardo havia finalmente a procurado na cama cheio de vontade, o que a fez pensar que enfim ele iria saciaria sua vontade de sexo. Porém tudo não durou nem 10 minutos. Depois de praticamente usá-la como um depósito de sêmen, ele simplesmente saiu da cama e foi assistir um VT do Vasco x Flamengo.
- Bom dia Ju!
- Ah... Rubens, bom dia.... Entre. Ricardo pediu pra você esperar um pouco, ele acabou de entrar no banho...

167 - Entre Amigos

“Que tesão!”.
Sentado no carpete, Renato assistia de camarote, Natasha sambar na ponta dos pés no meio da sala do apartamento do Beto:
“Safada... ainda por cima usando esta minissaia... só pode estar querendo me provocar...” - pensava Renato.
- Aiiii!!! - esbravejou Renato ao sentir seu braço ser beliscado por Michele sua namorada que chamava sua atenção ao perceber seu olhar ao corpo de Natasha.
- Ah, ah, ah... toma seu vacilão! Quem mandou não ser ligeiro - disse Beto no sofá olhando para Natasha, porém não fazendo nenhuma questão de disfarçar.
- Pronto Beto! Já paguei o castigo... - disse Natasha voltando a sentar-se no sofá. Aproximando-se dela Beto disse em seu ouvido:
- Da próxima quero te ver sambar sem calcinha...
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