173 - Dois é Bem Melhor do Que Uma

Faz quase quatro anos que estamos juntos e desde o início ele sempre desejou de alguma forma me ver com outro homem. À princípio, ele se contentava em fazer sexo nos olhando no espelho, depois começamos a tirar fotos transando, eu as enviava por e-mail para que ele, de sua casa, nos visse transando. Agora estamos mais sofisticados, fazendo filmes VHS os quais ficamos assistindo quando ele vem me ver. Várias e várias vezes ele me pediu para mandar fotos sem nossos rostos, só para ele me imaginar transando com outro homem. Muitas vezes eu me montava como empregadinha, ou loira VAMP, ou ruiva fatal, só para que ele se imaginasse com outra mulher e assim poder me ver em várias produções transando com ele.

Mas, essa sua fantasia está cada dia mais forte e tomando rumos cada vez mais estranhos e perigosos. Agora ele começou a exigir que eu arrume outro homem para poder nos observar. Todos os contato que eu faço, constrangida, explico ao pretendente que caso haja um encontro, que meu namorado gostaria de estar presente, proposta essa que sempre afasta qualquer intenção de avanço numa relação inicial. A cada recusa, meu namorado fica mais e mais furioso, a ponto de começar a me ameaçar de não mais sair comigo se eu não satisfazer seus instintos ou pelo menos de me empenhar em satisfazê-lo.
Eu me esforço e a cada nova conquista, ligo para ele entusiasmada e ele enlouquecido pede para deixar o fone fora do gancho para escutar a transa, ou fica atrás da porta, correndo o risco de ser descoberto e criar uma situação terrível e sempre me pede para perguntar se aceitam uma relação a três, o que é sempre negada.
Ele quer saber os mínimos detalhes do que fizeram comigo
A sua insistência em escutar eu transando com outro homem é tanta que às vezes dá certo e quando o rapaz vai embora, ao pegar o fone para verificar se ele ainda continua lá, percebo-o alucinado dizendo para eu não me mexer, pois está a caminho para me ver e terminar o serviço que o outro começou... É uma delícia de vida e continua sendo, pois ainda continuamos a procurar este outro homem.
Semana passada, num belo dia, a coisa deu certo... confirmando aquele velho ditado profundo e filosófico: “Quem procura acha...” e nós achamos.
Fui acessada pela Net por um homem, e na troca de e-mails e papos pelo chat, trocamos telefone, fotos e ficamos algumas semanas nos conhecendo e trocando informações... Expliquei que eu namorava e que meu namorado era voyeur e gostaria de estar presente para assistir nossa transa, ele ficou meio assim, não gostou muito mas disse que aceitaria desde que antes pudesse estar comigo para me conhecer e ver se haveria empatia entre nós. Aceitei lógico.
Liguei para o meu namorado e contei o que estava rolando. Conheço-o muito bem, a partir desse momento ele não me deu mais sossego, ficava insistindo para estar presente logo no primeiro encontro, me pondo numa situação terrível de desespero, pois não queria contrariá-lo e nem contrariar o outro.
Escondida, marquei encontro com o rapaz num sábado à noite, dei meu endereço, e combinamos que assim que ele chegasse, me ligaria e eu desceria e ficaríamos conversando no carro. Estava me aprontando e meu gato me liga e pergunta o que eu estava fazendo, disse que havia marcado um encontro e que estava me aprontando para conhecê-lo. Sua resposta:
- Tô indo já para ai!
Nem deu tempo de contestá-lo, ele desligou e de propósito, deixou o seu celular fora do ar. Comecei a ficar nervosa. Eu estaria com um homem que eu não conhecia, e meu namorado apareceria e não sei o que poderia haver entre os dois.
O rapaz chegou, eu desci entrei em seu carro e ficamos conversando e lhe disse:
- Estou muito nervosa, pois meu namorado está vindo e quer estar presente...
Vi o ar contrafeito no rosto dele. Nisso o meu tel. toca, era ele:
- Onde você está?
Respondi:
- No carro com aquele amigo.
Ele pede para falar com o rapaz, trocam ideias sobre mim, e nisso eu percebo que o rapaz começou a concordar com algo que meu gato estava propondo. Desligaram e ele me disse:
- Vamos esperar seu namorado chegar.
Meu coração estava a mil. Não fiquei mais preocupada, pois conheço muito bem meu namorado, sei da sua paixão e do seu tesão por mim, conheço a sua idoneidade e de seu imenso carinho para comigo e fiquei tranquila, pois com ele por perto eu estaria segura.
Aquela roupinha me deixava bem putinha
Eu estava com uma blusinha branca de alcinha que demarcava muito bem os meus seios, uma saia xadrez tipo escocesa, bem curtinha, meia-calça preta, estava bem maquiada, um salto preto. Estava como se diz: “disponível” ...
O rapaz tocou os meus seios e me pediu:
- Tire as meias, pois quero acariciar suas pernas.
Cada gesto que eu fazia percebia que ele se contorcia de tesão. Quando levantei a perninha para tirar a meia do pé, ele não se conformou com o meu pezinho, pegou-o, beijou-o e exclamou:
- Que coisinha linda...
Aaahhh eu estava no céu.
Pediu para eu ficar de ladinho, queria ver a minha bundinha. Reclamei...
- Aqui na rua? Acho que não vai dar. Vamos para um lugar mais tranquilo.
Nisso chega meu namorado... Ele encosta, eu aceno para ele, ele estaciona e vem em nossa direção, entra no carro no banco de trás.
Aquele clima constrangedor, e eu ali, de saia levantada mostrando que estava sendo explorada. Fomos para um lugar mais tranquilo... Estacionamos, ficamos conversando um pouco, meu namorado dizendo ao rapaz:
- Tocar nos seios dela. Veja como ela é gostosa. Ela faz um boquete delicioso!
E eu li escutando dois homens falarem da maravilha que eu era. Ele quis conferir e voltou a pedir para eu ficar de ladinho. Fiquei, minha saia foi levantava, senti suas mãos tocarem em mim, e um dedo tentou explorar meu cuzinho. Meu namorado delirava lá atrás. Virei meu rosto e ele me beijou alucinadamente... O rapaz estava com a sua respiração ofegante. Toquei no seu pênis por cima da calça e percebi a monstruosidade, pedi para colocá-lo para fora, eu ainda de ladinho, com a minha bundinha empinada para aquele garanhão, peguei no seu pênis e vi como estava duro.
Aquela 1ª experiência a dois foi demais
Não deu tempo, ele me virou de lado, pegou um creme, colocou a camisinha e enterrou no meu anus, eu gritei de dor... Depois acostumei e fui possuída ali mesmo sem dó. Fiquei de quatro no banco, ele se posicionou atrás de mim, enfiou com força e meu namorado no banco de trás com o pau pra fora se masturbava. pediu para chupá-lo. Dar e chupar dentro de um carro não é nada fácil, precisei me contorcer para manter minha bundinha empinada e para alcançar com a boca a rola deliciosa do meu gato.
Os dois gozaram ao mesmo tempo... Um dentro de mim, e o outro na minha boca... Nunca me senti tão puta, tão vagabunda, tão de rua como nesse sábado... Meu namorado tinha razão. Dois é bem melhor do que um, e depois sempre dá para temperar e viver novas emoções.
Limpei o pênis do meu namorado com a boca, depois tirei a camisinha do outro e dei outra limpadinha com a boca. Eles estavam extasiados, largados, cada um no seu canto. Eu me recompus, coloquei a minha calcinha, as meias, refiz minha maquiagem no espelhinho, penteei meu cabelo e fiquei pronta para voltar ao meu AP.
O rapaz, nos deixou em frente ao meu prédio e foi embora, meu namorado me deu um beijo na boca, ali na calçada mesmo, disse que me amava. Voltei ao AP, um pouco triste, mas contente por ter dado prazer ao meu gato que eu adoro.
Estamos agora, os dois, procurando novos parceiros para viver esta vida maravilhosa.


Retirado da Net.

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