225 - O Topless Que Virou Orgia

Confesso aos leitores, que sempre tive o desejo de ver minha esposa de topless numa praia lotada, mas ela nunca aceitou fazer isso, até que um dia, fomos à praia da Barra no RJ e aquele mundão de areia, estava lotado de gente e acabamos parando na Praia da Reserva, uma praia linda, mas que por não ter transporte público, é bem mais vazia e vi ali a minha oportunidade de realizar meu desejo e tratei de comprar uma caipirinha para minha esposa, bem antes de tocar no assunto, pois ela quando bebe, fica muito mais liberal e, não demorou muito, a caipirinha fez efeito e ela mesmo tocou no assunto, me dizendo que ali ela teria sim, coragem de fazer topless, pois à praia estava vazia.

Na mesma hora, me prontifiquei a desamarrar a parte de cima do seu biquíni o que, ela em momento nenhum, fez sequer um gesto ou disse uma palavra, para me interromper... Muito pelo contrário, ela até ajudou e ali estava minha esposa com os seios lindos de fora, e com um biquíni todo enfiado na bunda, que mal tampava exatamente o popular cofrinho e nada mais!
Que visão! E ainda, para completar, havia dois rapazes próximos olhando minha putinha. E aí, eu falei:
- Amor, aqueles caras estão te secando!
Ela respondeu:
- Percebi e estou adorando, porque eles são bem gostosos.
Fiquei surpreso com sua resposta, mas continuei à dar corda, pois estava gostando da brincadeira, e ela falou:
- Amor, olha lá, mas disfarça, e veja, pelo volume na sunga deles, devem ter uma rola mais que deliciosa!
Foram palavras dela e continuamos naquela provocação, ela falando do pau deles e eu mandando ela imaginar os dois fodendo nela, eu já quase gozando, sem nem precisar encostar no meu pau, e ela com o bico dos seios totalmente duros, até que os dois rapazes, vieram em nossa direção falando que eram de minas, e que queriam mergulhar, mas que tinham medo de deixar os seus pertences sozinhos na areia, porque mesmo com à praia vazia, não é recomendável fazer isso no Rio de Janeiro.
- Sem problemas, podem deixar aí, que tomaremos conta para vocês...
A minha esposa, nem disfarçava e fico olhando para o pau dos dois. Quando os mesmos foram para água, eu disse a ela.
- Mas que putinha, é essa minha esposa, olhando na maior cara dura, para o pau dos rapazes...
E ela riu, e disse:
- Amor se isso fosse uma praia de nudismo, eu teria mamado naqueles dois cacetes na mesma hora, e a pica deles de perto, é bem mais deliciosa ainda.
Beijei sua boca e chamei-a de puta e disse que iria mergulhar também, e chegando na água, me aproximei dos rapazes e perguntei se eles estavam gostando do Rio e um deles, de nome Wellington, disse que sim e ainda falou:
- Cara, essa praia é bem tranquila..., ainda mais para você, que têm uma linda esposa e que gosta de praticar topless!
Eu respondi para apimentar a conversa:
- Cara, pelo contrário, a minha esposa gostaria mesmo, é de fazer numa praia lotada, pois gosta de se exibir!
Nisso, o Júlio, o outro mineiro me pergunta se eu não me importava e eu respondi que não, porque o que é bonito, tem que ser se mostrado mesmo.
- Então amigo, vou passar a olhar sem disfarçar, já que vocês não se importam...
Eu falei que sem problemas, e ele me disse que estava de pau duro e que foi uma luta para o seu pau não subir enquanto estava me pedindo para olhar suas coisas.
Eu lhe disse, que não precisa disfarçar, porque minha esposa vai até gostar de ver aquilo...
Nisso o Wellington me mostra sua pica, totalmente dura, e eu fiquei até bobo com o tamanho daquilo, e perguntei a ele qual era o tamanho. Ele me respondeu que tinha 24 centímetros, era uma senhora pica, e então, eu perguntei para Júlio, se à dele era assim também, mas ele disse que era um pouco menor e me mostrou, dizendo que tinha uns só 20 centímetros, e Júlio me perguntou, seu eu já tinha visto minha esposa transando com outro, e eu respondi que sim!
Nisso, ele me fala que era noivo e que sua noiva estava em minas e que também tinha esse desejo, mas que a sua noiva, não aceitava de forma alguma... Então, nós passamos a conversar sobre isso e eu o incentivei a ele não parar, porque é difícil mesmo convencer as mulheres, mas que era uma coisa que valia a pena...
Então, ali entretidos com o papo, olho para minha esposa na areia e a vejo na areia deitada de bruços, com Wellington de cócoras de frente para o seu rosto, passando bronzeador nas suas costas. Eu saí dá água, e fui ao seu encontro e, quando chego mais perto, percebo que o Wellington estava com pau para fora, e que minha esposa estava punhetando ele.
Quando me aproximei ela me olha e diz:
- Amor, eu estou com água na boca, de tanta vontade, que estou sentindo de colocar essa rola na minha boca...
E, sem pudor algum, começou a mamar ali mesmo, ela mamava deitada de bruços, e rebolava, olhava para mim e para o Júlio, com cara de safada, falando:
- Amor, eu quero um pau no meu cuzinho, outro na boca, e outro na xota, ao mesmo tempo!
Isso, ela falou devagar, sem parar de chupar, e o Júlio então, nos convidou para irmos para o hotel, onde eles estavam hospedados. Eles estavam sem carro, e então, fomos no nosso e eu fui dirigindo, enquanto minha putinha foi mamando nossos amigos no banco de trás. Chegando ao motel, todos nos ajeitamos e subimos para as dependências de nossos amigos mineiros.
O quarto era bem aconchegante com duas camas de solteiro, tipo aquelas de solteirão, e minha esposa estava louca de tesão, e já chegou praticamente nua no quarto, pedindo um cacete, no que, ela foi logo atendida.
A minha putinha, de joelhos, com três pirocas em volta, à mesma não se fez de rogada e mamava com maestria, levantou pegou no pau de Wellington e o foi conduzindo até à cama, onde o jogou e sentou em cima dele e começou a rebolar me olhando e falando:
- Olha, meu corninho, como a sua esposa senta gostoso numa piroca grande, e olha que boceta gulosa.
Olhei para o Júlio, que estava se masturbando e fala:
- Ai, caralho, estou imaginando minha noiva assim, uma puta assim!
Minha esposa olha para o Júlio, e fala:
- Me chame pelo nome dela, e imagina ela aqui seu gostoso!
Então, o Júlio começou a falar:
- Vai Aline, sua puta, rebola nessa rola vadia.
Minha esposa entra no embalo e fala:
- Olha seu corno, tua noiva se acabando numa piroca gostosa.
E o Júlio goza em segundos, bem no momento em que minha esposa estava pedindo uma dupla penetração. Júlio estava lá com a piroca mole e ofegante, minha esposa pede para ele colocar o seu pau na sua boca, dizendo que ela iria limpar ele todo, e começa a lamber o pau de Júlio, e agora, estava ela com um pau na boceta outro na boca, e ainda me pediu pra colocar a rola no seu cuzinho arrombado, coisa que eu adoro, e eu já vou pingando leite, começo a socar devagar no seu cuzinho, e ela rebolando e pedindo mais, dizendo que queria sentir tudo no seu cuzinho.
Ela então se vira, e fala com uma vozinha doce que só as putinhas têm!
- Amor, eu quero levar o pau do Wellington no cu, agora.
- Mas amor, você não vai aguentar, ele é muito grande.
Disse eu.
- Não é, não só vou aguentar, como também vou adorar, sentir meu cuzinho rasgando com essa piroca!
Então, fizemos à inversão e eu deitei na cama, e a minha putinha sentou na minha piroca!
Nossa como estava quente e larga.
Também, com uma piroca de 24 centímetros, têm que estar com muito tesão, e lá foi o Wellington, começar a socar no cu de minha esposa, e no começo, ele colocou devagar, para a cabeçona entrar, e depois, socou tudo de uma vez, fazendo minha putinha gemer e chorar de prazer! Eu sentia a pressão que Wellington fazia no cuzinho arrombado de minha esposa, e lá estava meu amor com três pirocas! Uma no cu, outra na buceta e a terceira socada em sua boca, quase já encostando em sua garganta.
Ela sente que Júlio já estava de pau duro de novo e me pede:
- Amor, deixa eu sentir essa piroca do Júlio na minha boceta, quero os dois pirocudos de uma vez, deixa amor, vêm gozar na boca de sua putinha!
Disse a minha esposa e, de pronto, eu atendi ao seu pedido e pude ver o quanto, o seu cu estava totalmente arrombado!
O Júlio, teve que sair para que Júlio começasse a foder a sua xota, Wellington anunciou que estava prestes a gozar, e na sequência, ele encheu o cu de minha esposa de porra quente e, neste exato momento, eu gozo também em sua boca. Wellington e eu, estávamos ali com o pau mole, observando a minha esposa ainda sentada e rebolando na piroca de Júlio que logo em seguida gozou também.
Então, fomos os três para o banheiro, onde ainda rolou muitas sarradas e sacanagens de um modo geral e variado.
O Júlio, disse que adoraria ver sua esposa naquela situação, e nesse momento, a minha esposa diz:
- Cara, convida ela para vir ao Rio. Vou ser bem discreta e ela nunca irá saber do que aconteceu aqui, mas garanto, que ela vai ser uma putinha safada igual a mim!
- Você acha que conseguiria isso?
Diz Júlio.
- Pode apostar, seu safado.
Júlio se anima e começa a chupar os peitos de minha esposa, vibrando com a possibilidade de ser um corno também.
Fodemos o dia todo, de todas as formas e só não rolou “homo” ..., sem nenhum preconceito, apenas não curtimos, Júlio nos ligou alguns dias depois, dizendo que retornaria para Minas, mas que dentro de 15 dias, ele retornaria com sua noiva e reforçou o seu desejo em ser corno.

Dias depois, lá estava eu e minha esposa no aeroporto, esperando nossos amigos virem de minas. Meus amigos, a noiva de Júlio, era um espetáculo!! Ela estava prestes, a se tornar a mais nova putinha. 

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