230 - O Roludo do Tinder

Eu tinha chegado em casa depois de um dia extremamente estressante de estudos. Tinha passado o dia na biblioteca lendo um monte de livros e não encontrei nada que prestasse. Respirei fundo, contei até 10 várias vezes e saí da faculdade louca para tomar uma cerveja. Depois daquele dia eu precisava de no mínimo seis latinhas para relaxar.
Passei no mercadinho do lado da minha casa e comprei as cervejas. Assim que cheguei em casa tomei um banho rápido, comi qualquer coisa e já me sentei no sofá com uma cerveja na mão e um cigarro no outro. Tinha ligado a TV e colocado em qualquer canal, o que eu realmente queria era relaxar mesmo.
Depois de dois tragos do cigarro resolvi ver o que o Tinder tinha para oferecer naquele dia. Eu tinha relutado bastante para baixar o aplicativo porque eu não imaginava que ia encontrar alguma pessoa interessante.

Eu não sou daquelas que gosta de um cara só pela beleza ou corpo sarado, prefiro homens que saibam conversar e sejam divertidos e inteligentes. Nem todo dia eu tinha saco para entrar no Tinder, todas as vezes eu me sentia como se eu tivesse caçando um tesouro, tinha tanto cara bizarro que nem sempre eu acreditava no que via.
Eu não sou muito exigente, gosto de homens de todos os tipos, mas não aguento aqueles caras machistas que só falam merda. Fui deslizando o dedo para esquerda até que surgiu na minha tela: Basílio, 27 anos, engenheiro. A foto do perfil dele era normal, apenas ele com um belo sorriso no rosto. Nas outras deu para perceber que ele era diferente e um pouco alternativo. Apesar da descrição ter muitos hashtags, um hábito que me irrita, decidi curtir o perfil dele.
Sinceramente eu não achava que ele fosse me curtir, eu não sou daquelas gostosinhas que colocam fotos no espelho fazendo biquinho e empinando a bunda. Mas, para minha surpresa deu match. Imediatamente dei um longo trago no cigarro e pensei:
"E agora? O que eu falo?".
Não queria chegar só com um:
"Oi, tudo bem?".
Escolhi, então começar a conversar com a hashtags que tinha me deixado mais intrigada:
#ExpressoDuplo?
Coloquei apenas isto, deixei o celular no sofá e fui pegar outra cerveja. Quando eu voltei, ele já tinha respondido:
“Expresso duplo é o melhor café que tem, gosto de coisas fortes”.
Claro que a resposta dele tinha uma conotação sexual. Eu adorava esses joguinhos, falar de sexo sem realmente falar. Resolvi entrar na brincadeira e respondi:
“Expresso duplo é o melhor café que tem. Gosto de café do mesmo jeito que gosto dos meus homens: escuro, forte e amargo.
Ele era negro e tinha um corpo delicioso. Ele não era daqueles caras saradões que passam o dia na academia, mas tinha um estrutura corporal que já me dava tesão. A resposta dele veio logo em seguida, dava para perceber que ele também estava com o celular na mão:
“Eu já não posso dizer o mesmo. Gosto de mulheres como o leite tirado direto da teta da vaca: branquinha, forte e quente”.
Eu realmente sou bem branquinha e fiz questão deixar claro no meu perfil que não sou um mulher fútil. Também tinha deixado subentendido que queria algo mais casual. A conversa fluiu sem precisar de grande esforço:
“Que bom que estamos de acordo. Qual a boa de hoje, Basílio?”.
“Nada demais, em casa tomando um whisky de leve para relaxar”.
“Também estou nessa, mas prefiro cerveja. Passei o dia na biblioteca estudando, precisava relaxar um pouco. O que é que lhe faz relaxar?”.
“Um monte de coisa, dentre elas álcool, cigarro e uma boa conversa. Acho que estamos
de acordo novamente, também gosto dessas mesmas coisas. E de outras também”.
Eu também. Parei um pouco, respirei, e terminei minha segunda cerveja. A conversa estava tão boa que eu estava bebendo sem nem perceber. Não sabia para onde levar aquela conversa, se continuava sendo sutil ou se falava putaria mesmo. Resolvi então falar outra coisa: “
“Você tem WhatsApp? Odeio falar por aqui.”.
Então eu dei meu número. Fui pegar minha terceira cerveja, acendi outro cigarro e já tinha
uma notificação no meu celular:
"Basílio lhe enviou uma mensagem".
“Você vem de longe, não é?”.
Eu tinha me mudado para o Rio de Janeiro há menos de um ano, meu número ainda tinha o DDD de Belo Horizonte. Então eu respondi:
“Sim, cheguem ano passado aqui no Rio, ainda não tenho um número daqui por pura preguiça”.
“Eu também sou assim, faria a mesma coisa. Então você é Mineira?”.
Eu já não posso dizer o mesmo. Eu já tinha ficado com alguns cariocas desde que tinha chegado. Não era minha primeira vez no Tinder, já tinha saído com uns 4 ou 5 caras, a maioria carioca. Completei dizendo:
“Nunca é tarde para beijar uma mineira. Dizem que é muito bom. Se eu tiver a chance um dia, não vou deixar de aproveitar”.
Já estava claro que nossa conversa ia continuar nas sutilezas, mas isso me deixava ainda mais excitada:
“É né? Quem sabe...”.
Resolvi então ir direto ao ponto. Já estava cansada e terminando minha terceira cerveja. Se a conversa tomasse o caminho que eu estava pensando, teria que acordar mais cedo amanhã:
“Vai fazer o que amanhã?”.
Perguntei. Era uma quinta-feira. Nas sextas eu saia mais cedo da faculdade. Então podia encontrá-lo logo. Basílio tinha me deixado com um tesão incontrolável e eu tinha que encontrá-lo o quanto antes. Peguei minha quarta cerveja e ele respondeu:
“Por enquanto, nada”.
“Topa tomar uma cerveja ou whisky no final da tarde? Saio às cinco amanhã”.
“Podemos nos encontrar em algum barzinho? Melhor ideia. Qual você sugere?”.
“Aquele que fica perto do Teatro do Leblon, um que tem as paredes vermelhas. Não lembro o nome agora”.
“Sei qual é. Acho que consigo chegar 17:30, e você?”.
“Também acho que consigo chegar neste horário.”
Eu tinha sugerido este bar por alguns motivos. Primeiro, não ficava muito longe da minha casa. Segundo, eu podia fumar na calçada. Terceiro, tinha um motel bem perto.
Sabia o que ia acontecer amanhã. Já estava terminando minha quarta cerveja e mandei outra mensagem:
“Combinado então, nos encontramos amanhã às 17:30. Infelizmente tenho que ir dormir, amanhã acordo cedo. Que pena, estava adorando conversar contigo. Mas, amanhã nos falamos melhor. Dorme bem”.
“Você também. Beijos”.
Eu não estava nem aí que não tinha acabado as cervejas, já estava relaxada e morrendo de tesão. Pensei em me masturbar para dormir, mas achei melhor deixar para o outro dia. Dormi rapidinho pensando como seria transar com este cara gostoso. Acordei cedo para me depilar direitinho. Não gosto de tirar tudo da minha buceta, acho que fico parecendo um criança, mas deixei o corte bem baixo e claro que raspei o cu.
Se a gente transasse, pelo menos ia rolar um fio terra. Se rolasse um anal, eu ia enlouquecer. Coloquei um vestido apropriado para a faculdade e provocante o suficiente para um primeiro encontro. Se eu me inclinasse um pouco para frente era possível ver quase todo meu peito enorme.
O dia demorou para passar, tentei me concentrar para estudar, mas não consegui. Troquei algumas mensagens com o Basílio e fiquei muito feliz quando o relógio deu 17:00. Peguei minha bolsa e fui rápido para o barzinho. Cheguei antes do Basílio. Pedi uma cerveja e acendi um cigarro. Eu amava e odiava está expectativa do primeiro encontro. Morria de medo que o cara não fosse como nas fotos, fosse mais baixo que eu ou tivesse o pau pequeno. Eu adoro uma rola grande. Quanto maior melhor.
Não demorou muito e eu vi o Basílio chegando na rua. Eu estava sentada nas mesas de fora do bar e fiquei bem satisfeita com o que vi. Ele era bem mais gostoso pessoalmente que nas fotos. Ele chegou e me cumprimentou:
- Olá Camila, tudo bem? Teve um dia melhor de estudos?
- Felizmente sim, contanto as horas para que acabasse.
- Eu também, mas finalmente estamos aqui.
- Você está bebendo cerveja?
- Sim, mas se quiser peça um whisky.
- Eu também gosto de cerveja, principalmente neste calor.
Era verão e o dia tinha sido um tanto abafado. A cerveja gelada estava descendo deliciosamente. Conversamos sobre várias coisas: cinema, livros, séries, música... Parecia que nenhum dos dois estava se esforçando muito, o papo fluía tranquilamente. A merda era que tomar cerveja dava uma vontade enorme de fazer xixi. Me levantei e fui ao banheiro.
Quando desci minha calcinha fio dental constatei o que já sabia: ela estava completamente ensopada. A gente nem tinha se beijado ainda, mas o jeito do Basílio e o papo dele estavam me deixando bem excitada. Quando eu voltei ele estava em pé fumando um cigarro. Cheguei perto dele, tirei o cigarro da sua mão, dei um trago e sem falar nada o puxei pela camisa e lhe dei aquele beijo.
Aquela boca carnuda era uma delícia de se beijar, desde que ele chegou eu estava me segurando para fazer isso. Minha calcinha ficou ainda mais molhada do que estava, eu estava louca para dar para este homem. Mas, a minha maior surpresa foi o que eu senti abaixo da cintura dele.
Quando minha boca encostou na dele eu instantaneamente senti um volume ENORME abaixo da cintura dele. Eu sempre percebo quando o cara ficava de pau duro, mas eu nunca tinha sentido um volume tão grande assim. Beijei ele com ainda mais força e esfreguei todo meu corpo no dele. Não aguentei e falei no seu ouvido:
- Você quer ir para outro lugar?
Ele olhou para baixo, passou alguns segundos tarando meus peitos e falou:
- Claro.
Pagamos a conta rapidamente e fomos quase que correndo para o motel. Não conversamos muito não por falta de papo, mas porque nós estávamos quase nos comendo na rua. Chegando no motel pedimos apenas 3 horas, eu sabia que era pouco, mas era apenas o primeiro encontro.
Fui puxando ele pela mão até o quarto e assim que fechei a porta o joguei na cama. Eu precisava ver o pau dele. Tirei sua calça e cueca sem falar nada e aquela rola enorme pulou na minha cara. Eu nunca tinha visto um pau tão grande e grosso na minha vida. Eu amo paus enormes, mas este era sem dúvida o maior que eu já tinha visto.
Peguei no seu pau sem nem conseguir fechar a mão e já fui metendo a boca. Era impossível engolir todo. Comecei lambendo o pau dele das bolas até a cabeça. Percebi que ele adora quando eu passava a língua na cabeça e comecei a chupá-la enquanto massageava suas bolas. Ele ficava repetido:
- Caralho, chupa vai. Passei a língua. Isso. Chupa. Caralho. Isso é muito bom. Chupa, chupa, meu pau inteiro.
Comecei então a enfiar o pau dele na minha boca até onde eu podia. Ele estava ficando cada vez mais louco e eu estava completamente molhada. Eu amo chupar um pau e aquela rola era deliciosa. Ele continuava gemendo e falando:
- Vai, chupa. Mete fundo. Vai. Come todo meu pau, mete todo na boca. Isso, vai, continua.
Continuei chupando fundo até que ele me jogou para o outro lado da cama ao mesmo tempo que falou:
- Preciso meter meu pau na sua buceta.
Eu me deitei, abri completamente minhas pernas para ele levantando-as um pouco. Eu estava completamente molhada e ele enfiou o pauzão dele com tudo. Eu consegui sentir tudo, aquele pau entrando na minha buceta me deixava ainda mais com tesão. Eu só consegui falar:
- Vai, mete fundo. Isso, me come. Mete tudo, mete todo. Me come, come minha buceta. Vai, me come. Eu tô dando pra você. Me come, isso.
Ele ia cada vez mais rápido e enquanto gemia fala:
- Você quer rola, né? Quer que eu enfie toda minha rola em você? Quer rola?
- Quero, mete toda. Me fode, mete fundo vai.
Eu mal consegui me mexer de tanto prazer que estava sentindo. Aquela rola enorme toda
na minha buceta apertada e molhada estava me deixando louca. Mas, eu sabia que se ficasse por cima ia conseguir enfiar o pau dele ainda mais fundo. Joguei ele para o lado e enfiei toda a pica dele na minha buceta. Ele começou a gemer loucamente e falou no meu ouvido:
- Você tá dando para um estranho.
Eu sabia que estava dando para um estranho, mas ao contrário de lembrar de todas as conversar que meus pais tiveram comigo eu fiquei ainda mais molhada.
- Eu quero que você me coma todinha.
Respondi enquanto me esfregava no pau dele cada vez mais fundo. Ele começou a chupar meu peito enquanto falava:
- Você é muito gostosa, sua buceta é uma delícia. Quero lamber e chupar suas tetas enormes.
Eu já não estava conseguindo pensar direito. Aquele pau enorme na minha buceta, eu esfregando meu clitóris nele e ele chupando meu peito estava me deixando louca.
- Continua vai, me chupa, me come, mete tudo, mete. Caralho, tô quase gozando. Você quer meter porra na minha buceta, é? Então enche de porra. Enche de porra minha buceta que eu vou gozar. Enche vai.
Eu me contorcia, gritava e gemia em cima dele enquanto sentia minha buceta se encher de porra. Nós dois gozamos e ficamos simplesmente destruídos. Eu nem tirei o pau dele da minha buceta e deitei no peito ensopado de suor dele. Eu só conseguia falar:
- Caralho, caralho, que gozada foi essa.
Ele ainda estava ofegante e demorou um pouco para falar:
- Você me destruiu.
- Era este meu objetivo. 

Tirei o pau dele da minha buceta e deitei do seu lado. Ainda estávamos ofegantes. Nos olhamos e sem falar nada percebemos que esta tinha sido uma das melhores transas da nossa vida. Acendemos cada um cigarro e ficamos nos recuperando desta foda sensacional.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...