233 - Pau Amigo. E Que Pau...

Sempre fui do estilo mais caseira, a Netflix ultimamente tem sido minha melhor amiga, e sempre que saía era pra lugares mais tranquilos; churrasco com os amigos, ou barzinho com música ao vivo.
Já havia um tempo em que eu estava em casa, descansando devido a semana corrida no trabalho, e precisava sair, me distrair um pouco. Conversei com alguns amigos do trabalho e eles me disseram que iam pegar um happy hour na sexta depois do expediente, e me convidaram. Confirmei presença.
Naquele dia o tempo passou depressa, paramos às 18h e fomos para o barzinho. Era a nossa zona de conforto, mesmo eu não tendo saído muito, aquele era sempre nosso barzinho preferido. O tempo foi passando, pedimos as bebidas, porções, jogando conversa fora e rindo.

Não demorou muito até outro grupo de amigos chegarem, e fiquei surpresa por Rafael estar ali.
Rafael era um grande amigo de trabalho, mas foi transferido para outra central pra cobrir férias de outra pessoa, e acabou ficando de vez. Dificilmente nós nos víamos, e fiquei feliz dele estar ali.
Como estávamos todos em amigos, eles juntaram as mesas e ficamos todos reunidos, estava uma bagunça. Eu preferi ficar bebendo minha batida de maracujá e revezava com um copo de caipirinha enquanto a maioria ficavam pelo karaokê. 
Enfim, as horas foram passando, a maioria deles já abusavam das bebidas e fiquei preocupada com o horário de não conseguir pegar o metrô aberto a tempo. Rafael estava muito bêbado, rindo sozinho escutando meus amigos cantarem. Eu ainda estava sóbria, conseguia diferenciar as coisas, e não seria uma, duas, ou três caipirinhas que iriam me deixar alterada.
Perdi o metrô. Já eram 02:30 quando alguns já começavam a se despedir e cada um entrando no seu Uber. Rafael estava cochilando na cadeira, e eu sabia que ele morava perto. Minha amiga me chamou pra ir com ela, mas:
- Rê, vamos, te dou uma carona.
- Desculpa Fernanda, não posso deixar o Rafael aqui. Olha a situação dele.
- A gente coloca num carro e despacha pra casa dele, mora aqui pertinho mesmo.
- E deixar ele sozinho? E se ele passar mal? Não vai ter ninguém lá com ele.
- Bom, você quem sabe, eu te chamei, depois não reclama.
Fernanda sorriu e entrou no carro. Chamei um táxi e coloquei Rafael dentro, entrei e passei o endereço para o motorista. 10 minutos depois, estávamos na frente da sua casa. O motorista me ajudou a tirar Rafael de dentro do táxi e partiu. Entramos e sua casa estava organizada, Rafael sempre foi muito perfeccionista.
De imediato, não sabia o que fazer. Caminhei com Rafael pela casa e o deitei em sua cama, logo depois me sentei numa cadeira e fiquei raciocinando.
- Nossa, o que vou fazer?
Pensei comigo mesma. Fiquei o observando, admirando sua beleza. Eu estava solteira há 2 anos, e desde então só tinha me relacionado uma vez depois do término, e isso já faz algum tempo. Rafael sempre me chamou a atenção por ser magro definido, todo natural, cabelo bagunçado, olhos castanhos, era um rapaz muito comum, mas a simplicidade me chama muito a atenção numa pessoa.
Levantei da cadeira e me aproximei dele, ele estava roncando, realmente estava muito ruim da bebida. Tirei seu tênis, jogando-os no chão, e logo em seguida suas meias. Levantei sua camisa e fui tirando ela, senti uma dificuldade porque Rafael não colaborava, mas logo que tirei, joguei em qualquer canto do seu quarto.
Respirei fundo e fui tirando seu cinto. Eu estava nervosa e meu coração estava saindo pela boca, mas continuei. Rafael precisava de um banho pra poder melhorar e dormir mais tranquilo.
Tirei seu cinto e desabotoei sua calça, descendo o zíper de sua calça jeans deixando à mostra sua cueca box branca que estava usando.
Vermelha e branca sempre me chamaram muito a atenção, e me senti mais atraída por Rafael.
Passei a calça entre suas pernas deixando-o só de cueca e fiquei o admirando. Mesmo bêbado, ele continuava lindo.
Tentei levantar Rafael, ele também com dificuldade se apoiou em mim e caminhamos até o banheiro. Lá, liguei o chuveiro na água gelada e encostei Rafael na parede, jogando a água em seu corpo. Com um impulso, coloquei Rafael de baixo do chuveiro e fui passando a mão em seu cabelo, descendo pelo seu pescoço, passando na sua nuca e desci até seu peitoral.
Ele ainda estava sonolento, e não conseguia reclamar da água gelada. Passei a mão de seu peitoral até sua barriga, explorando cada canto dos seus gomos e automaticamente minha mão desceu até sua cueca. Segurei na lateral dela e fui abaixando, passando entre suas pernas até deixar Rafael sem nada, completamente nu. 
Não fiquei surpresa quando vi seu pau mole, aliás, ele estava bêbado, sonolento e quase caindo em cima de mim. Assim que joguei mais um pouco de água em cima dele, desliguei o chuveiro e o enrolei numa toalha.
Voltamos para o quarto e deitei ele novamente na cama, completamente pelado. Sequei seus cabelos, fui secando seu corpo e logo em seguida, em seu pau. Eu estava ajoelhada no chão, na beira da cama, o que me fazia ficar no meio de suas pernas com o rosto de frente para o seu membro. Fiquei secando por alguns segundos, passando a mão e deixando bem arregaçado, com a cabeça à mostra.
- Quer saber? vou mamar, matar essa vontade.
Falei pra mim mesma. No mesmo instante, ainda segurando em seu pau, aproximei minha boca e passei a língua na cabeça, dando uma chupadinha. Meu coração estava a mil, a adrenalina era muito grande e fiquei com receio dele acordar.
Logo depois de chupar sua cabecinha, olhei e vi que Rafael estava sonolento. Voltei a chupar bem de leve, e dessa vez fui colocando na minha boca. Era meio desconfortável chupar seu pau ainda mole, mas pra minha surpresa, já senti ele com outro tamanho na minha boca, e não parei. Comecei a pagar um boquete e dessa vez não me importei se ele tinha acordado, seu pau estava engrossando na minha boca, sua cabeça já estava dura e um pouco grossa, e continuei a mamar.
Eu alisava suas bolas e continuava a chupar, ele ficava latejando aos poucos dentro da minha boca, quando senti a cabeça tocando minha garganta me fazendo engasgar e babar em cima do seu cacete, ele estava completamente excitado.
Tirei seu pau da minha boca e Rafael estava se mexendo na cama, ainda de olhos fechados e sonolento. Fiquei o masturbando, ainda de joelhos no meio de suas pernas e seu pau preenchendo minha mão. Tinha aproximadamente 17cm, grosso, o saco inchado, cabeça rosada e os pelos aparados, bem baixinho.
Rafael se recuperava aos poucos, abriu os olhos e me viu de joelhos na sua frente, masturbando seu cacete.
- Rê? o que você ta faz...
- shhh. Ta gostando, ou quer que eu pare?
- humm não, ta gostoso... para não Rê...
Voltei a chupá-lo. Agora que Rafael estava acordado e se recuperando um pouco, comecei a mamar com mais vontade. Deslizava minha língua pela lateral do seu pau até chegar em suas bolas, alisando cada uma delas com a ponta da minha língua e colocando seu saco na minha boquinha, deixando-os babadinho. Eu escutava ele gemendo, pedindo pra não parar enquanto tentava afastar meus cabelos para o lado.
Voltei a subir minha língua pela lateral do seu pau, chegando na cabeça e chupando só ela, passando a babinha que ia saindo, em meus lábios. Fiquei mamando Rafael por alguns minutos, e quando escutava seus gemidos com mais intensidade, parava de chupa-lo porque não queria que ele gozasse ainda.
Subi em cima da cama. Rafael já estava se sentindo melhor, mordendo os lábios e olhando pra mim. Fiquei em pé em cima da cama, ele deitando me olhando com cara de desejo, e fui tirando minha blusinha, ela estava molhada devido ao banho que eu havia dado em Rafael, e quando tirei, meu sutiã veio junto. Me virei de costas e fui tirando minha calça, deixando à mostra o fio que eu estava usando.
Ele estava bem cravado, e Rafael ficou louco quando fiquei bem empinada ao terminar de tirar minha calça, e me virei de frente, ajustando minha calcinha e ele se masturbava, com seu pau bem grosso preenchendo sua mão.
Me aproximei de Rafael, ainda em pé, e fui me abaixando devagar, ficando em sua frente com a calcinha próxima de sua boca.
- Rafa, tira com a boquinha?
- Vem aqui vem, Rê.
- Mas olha, bem gostoso, tá? vai dar um trato nela com sua linguinha?
Quando terminei de falar, Rafael me puxou pra mais perto dele, esfregando sua boca em cima da minha calcinha fio-dental e foi abaixando bem devagar, deixando na altura da minha coxa. Passou seu dedo nela, afastou pro ladinho e viu meus lábios rosadinhos, lambendo a entradinha e começando a enfiar sua língua dentro dela. Eu segurava em seu cabelo, esfregando sua boquinha em cada canto dela, enquanto gemia:
- Aain Rafa, que tesão de língua... hummm issoooo aaahh aahh morde de levinho vai aaaiin caralho que língua macia Rafa.
- Gosta disso, gosta? Sente minha língua no seu grelinho, que delicia de buceta Rê, toda apertadinha, meladinha já, quentinha hummm.
- PQP, que delícia, se eu soubesse que chupava tão gostoso assim, teria esfregado ela na sua boquinha antes, que tesão Rafa, caralho.
Rafael continuou a me chupar, esfregava sua língua em cada canto dela e mordiscava de leve. Eu sentia o melzinho que ia saindo dela, passando em sua boquinha e ele lambia e chupava com mais intensidade, até que ele disse:
- Deixa eu meter nela, Rê?
- Só se prometer uma coisa.
- O que você quiser, delicia.
- Mesmo?
- Fala, gostosa.
- Que vai foder bem gostoso, porque ela ta apertadinha e precisando de um trato especial.
- Vem cá, senta na minha rola, senta.
Rafael ficou sentado na cama, com as costas apoiadas no encosto, segurou em minha cintura, conduzindo meus movimentos e segurei em seu pau, estava muito duro e grosso, e deixei apontado pra cima. Encaixei a cabeça na entradinha dela e fui empurrando, estava bem grossa e dura, e Rafael continuou a segurar em minha cintura, e me fazendo sentar devagar. Tentei deixar minha buceta relaxada, até que senti a cabeça deslizando pra dentro e soltei um gemido, mordendo meus lábios. Conforme ia sentando, minha xota ia apertando seu pau e sugando pra dentro, eu sentia uma dor misturada com tesão e continuei a sentar, até deixar ele todo cravado.

Fiquei nessa posição por alguns segundos pra me acostumar, e quando dei a primeira rebolada, Rafael entendeu o recado. Começou a conduzir meus movimentos me fazendo rebolar bem devagar, e quicar de leve. Ela estava mais relaxada, e comecei a me movimentar com mais intensidade, dessa vez rebolando e cavalgando um pouco mais rápido. Nessa posição parecia que seu pau estava maior e mais grosso, e Rafael segurava minha cintura fazendo quicar até o talo. Minha buceta mesmo relaxada, continuava a apertar seu cacete, o que deixava ele maluco de tesão.
- Caralho que delicia de xota Rê, se essa bucetinha continuar apertando meu cacete, vou jorrar tudo nela, que delícia!
- Aaahh seu pau é muito grosso, que delicia você dando um trato nela. Gosta quando rebolo assim, é? Desse jeito? Quando fico montada na sua rola? Então fode Rafa, quero sentir fodendo bem gostoso até o talo vai, safado gostoso.
- Puta que pariu Rê, desse jeito você gosta? Gosta das minhas estocadas, é? Quer sentir leitinho nela, Rê?
- Não, nela não Rafa... Aaahh caralho que estocada forte. Quer anal?
- Serio??
- Vem? Estou doidinha pra te dar de ladinho enquanto você me toca, vai...
- Caralho, vou jorrar muito nesse cuzinho. Vira.
Obedeci.
Depois de minutos cavalgando em seu pau, saí de cima do seu colo e fiquei de ladinho, esperando. Rafael veio por trás, batendo seu pau na minha bunda e levantando uma de minhas pernas. Segurou uma no alto, deixando a mostra meu cuzinho bem apertado, e minha bucetinha melada, que ia escorrendo melzinho aos poucos. Encaixou a cabeça na entrada e foi empurrando. Estava muito apertado, e ele tentando meter no seco, foi aí que passou um dedo na minha xota, deixou seus dedos melados com o melzinho dela e esfregou na cabeça do seu pau, voltando a enfiar. Dessa vez entrou com mais facilidade, e assim que a cabeça deslizou pra dentro, soltei um gemido muito intenso, mordendo a fronha da cama que estava ao meu lado.
Rafael ficava suspirando atrás de mim, sua respiração quente na minha nuca e foi metendo, uma dor que eu jamais pensei que sentiria.
- AAAHH caralho para, ta muito grosso Rafa.
- Hummm calma Rê, relaxa, deixa seu cuzinho relaxado que entra bem gostoso e você se acostuma...
- Nossa PQP ta muito grosso... coloca devagar Rafa... Aaahh assim hummm maisss aaain mais vai AAAHH issooo caralho que tesão hummm.
Rafael segurando uma de minhas pernas no alto, deixou seu cacete todo cravado no meu cuzinho. Me acostumei por alguns segundos e pedi pra ele meter de leve, me obedecendo. Ele beijava minha nuca enquanto tirava seu cacete até deixar só a cabecinha, me fazendo implorar pra ele meter tudo de novo, voltando a enfiar até o talo. Começou a meter num ritmo mais intenso, e seus gemidos se misturaram com os meus e fizemos um sexo bem gostoso.
Rafael fodia muito bem, ele sabia me deixar louca quando tirava seu pau até a cabeça só pra me fazer implorar por mais. Ficamos nessa posição por alguns minutos, seu pau estava bem grosso preenchendo meu cuzinho e Rafael disse que não ia aguentar mais segurar o tesão. Peguei sua mão e coloquei na minha xota, fazendo ele me tocar sem parar de meter atrás de mim. Eu sentia seu pau fodendo meu cuzinho, e seus dois dedos esfregando na minha buceta, estava muito gostoso, eu estava quase gozando.
- Aain Rafa acho que vou gozar, continua, continua vai não para aaaahhh.
- Awnnn Rê goza na minha mão que vou jorrar leitinho no seu cuzinho, tá? Ele ta muito gostoso, apertando meu cacete eu não vou aguentar não. Quer leite, quer? Pede safada.
- Aaaahh caralho não faz isso comigo. Vamos gozar juntos então? tô quase Rafa tô quase.
- Isssooo vemmm vem Reee aahhh quer leitee??
- Aaaahhh aaaiin vou gozar Rafaaa vou gozaarr vem, fode.
- humm toma então, safada, toma lei...
Rafael não conseguiu finalizar a palavra.
Meu gemido ficou mais intenso e o dele também, e assim que senti seus primeiros jatos de porra no meu cuzinho, comecei a gozar no seu dedo que estava enfiando dentro dela. Fechei meus olhos e gemia muito alto, Rafael estava metendo e gozando dentro do meu cuzinho, até a última gota, continuava a socar bem rápido enquanto seus dedos ficavam meladinhos. Gozei muito, mas MUITO MESMO. Estava há semanas sem me tocar, então tinha muito gozo acumulado, ele estava enfiando dois dedos dentro dela até ficar todo melado.
Tirou seu cacete de dentro do meu cuzinho e ambos estávamos ofegante. Ele ainda brincava com ela, passava seu dedo na entradinha que estava melada, e enfiava aos poucos, com ela apertadinha.
Depois disso, tomamos um banho juntos, deitamos e dormimos.

Ele ainda continuou trabalhando em outro setor, longe do meu, mas continuamos a trocar mensagens, e no final de semana eu ia até sua casa pra transar, e isso durou um longo período...

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