234 - Ménage Com a Aluna

Costumava ministrar cursos intensivos, de uma ou duas semanas, e até mesmo em fins de semana, em uma conceituada escola de formação profissional, voltados para aperfeiçoamento profissional na área de administração. Gostava do que fazia, e conquistei ótimas amizades com pessoal de grandes empresas.
Em um desses cursos noturnos rápidos, fiz amizade com uma garota muito bonita, séria, inteligente e agradável. Era jovem, menos de 30 anos, morena clara, uns 60 kg e uns 1,65 m de altura e corpo bem cuidado. Embora me atraísse muito, mantinha uma distância respeitosa porque era casada. Como ela pegava o ônibus, íamos juntos no metrô porque era meu caminho para onde eu morava. As vezes eu descia com ela na rodoviária para fazer companhia até pegar o ônibus. Gostava da companhia dela.

Na segunda feira da outra semana, o marido foi esperar ela na rodoviária. Fui apresentado a ele, muito simpático e de bom humor. Eram um casal bonito. Conversamos um pouco e logo cada um tomou seu rumo.
Na terça, quando íamos para o metrô, ela me disse que o marido dela me achou muito simpático. Quando chegamos na rodoviária me disse que gostava que a acompanhasse, e confidenciou que sentia forte atração por mim. Fui pego de surpresa, fiquei desconcertado porque não esperava por isso. Ela viu que fiquei atrapalhado e me convidou para um café na lanchonete. Sentamos e me disse:
- Te admiro como você me trata, sempre respeitoso e atencioso. E isso me deixa excitada porque normalmente os homens se aproximam tão somente com visíveis intenções de sexo, e com cantadas as mais levianas que se possa imaginar.
Falou claramente, sem rodeios, que estava atraída por mim porque a cativei sem dizer sequer uma palavra com essas intenções e, que se eu quisesse, ela transaria comigo pelo prazer da companhia e porque estava com muita vontade. Fiquei sem fala, e ela se divertia me vendo sem saber o que fazer ou dizer, mesmo porque que eu nunca havia recebido uma cantada.
Passado o impacto desse primeiro momento, e com o que me restava de timidez me traindo, consegui dizer que ela era muito bonita e que me atraía muito também. Então me disse, direto e sem meias palavras:
- Então? Vamos transar? Sei que você quer. Amanhã venho mais cedo e você pode me pegar aqui, para irmos para um hotel. Escolha um por perto, que seja bom e discreto. Mas peço sigilo absoluto.
Concordei, claro, e marcamos para nos encontrarmos as 14h. Saímos, ela foi pegar o ônibus e eu fui para casa surpreendido pelo inesperado, mas feliz, muito feliz e com tesão demais. Ela era um espetáculo de mulher, e desejava muito ela.
Na manhã do dia seguinte escolhi um hotel de bom nível e fiz reserva como casal.
Chegou pontualmente e eu já estava esperando. Vestia uma roupa sóbria e elegante, me cumprimentou com beijo exalando o perfume suave que usava. Fiquei excitadíssimo, tarado mesmo, e observei que ela já chegou assim quase me comendo com olhares intensos e o modo de falar transbordando tesão.
Pegamos um taxi e chegamos no hotel, fizemos o registro e subimos para o quarto. Entramos, ela deixou as coisas dela na mesa e veio me abraçar e beijar muito. Abraços fortes e beijos voluptuosos, agarrando junto mesmo, peguei na bunda dela e ela me disse que estava sentindo meu pau duro nas coxas, que estava louca de tesão para pegar nele e eu disse:
- Tire ele para fora.
Sem me soltar do abraço desceu com a mão e abriu o zíper com cuidado. Tirou para fora e senti sua mão envolver meu pau com tesão. Me beijava muito gostoso, invadia minha boca com todo o tesão que sentia, e massageava meu pau deliciosamente. Se abaixou e colocou a cabeça da pica na boca, como que experimentando o sabor e se levantou novamente. Fui tirando a blusa dela e ela minha camisa, tirei o sutiã e olhei para aqueles seios divinamente durinhos, empinados e sedentos de serem acariciados e chupados. Abocanhei e me deliciei enquanto ela suspirava e gemia dizendo que eu chupava gostoso. Depois nos abraçamos e sentimos o peito de encontro ao outro, excitados, ofegantes e sem palavras.
Tiramos o que restava de roupa, e ela deitou na cama só de calcinha pedindo:
- Tira com a boca.
Atendi, e fiz isso devagar, descendo a calcinha e beijando as coxas e pernas, passando a língua e puxando para tirar enquanto ela repetia:
- Ai que tesão, ai que delícia.
Tirei a calcinha e beijei seus pés, voltei subindo com a boca no meio daquelas pernas deliciosas, abrindo-as e me posicionando para foder gostoso aquela buceta molhadíssima. Estava depilada, pareceu ser pequena e justinha. E era mesmo. Chupei deliciosamente aquele buceta pulsante de tesão e subi beijando até chegar de novo nos seios, e ela suspirava de tesão. Senti que o pau se acertou na entrada da buceta, e sem esperar mais ela ordenou:
- Enfia tudo. Tudinho.
Entrou que foi uma delícia, e ela gemia alto, dava gritinhos de tesão e falava:
- Que pica gostosa. Ai que delícia.
Fodi muito, a buceta era apertadinha, e eu dizia:
- Sua buceta é uma coisa de louco de gostosa.
Bombeei até ela gozar, e gozei também, praticamente juntos, quase desmaiando de tão gostoso e intenso que foi.
Descansamos e conversamos um pouco, me disse:
- Me inscrevi para o seminário de sábado de manhã e depois vamos lá para casa. O convite é do meu marido. Quero conversar sobre um treinamento na empresa dele.
Mas logo a seguir veio o susto que ela me deu:
- Meu marido sabe que eu vim me encontrar com você hoje. Eu disse que estava atraída e com vontade de transar com você. Nunca escondi nada dele. Não disse nem sim nem não, disse que se eu estava com vontade então tudo bem, mas que não me envolvesse.
Poxa, fiquei chocado e esfriei na hora. Ela viu que fiquei constrangido e disse:
- Tranquilo, ele é liberal e de bem com a vida, me conta tudo e todas suas aventuras me enchem de tesão. Me disse quando eu tivesse vontade que dissesse a ele que estaria tudo bem. Foi quando conheci você, então decidi que finalmente ia ter minha aventura e arrisquei a cantada certa que ia aceitar.
Muito carinhosa me dizia:
- Não tenha receio. Nós temos a fantasia de transar a três. Você é a pessoa certa para isso. Por isso ele pediu para te convidar, essa é a intenção.
Disse também:
- Nunca fizemos porque não confiamos em ninguém, mas que ele sentiu segurança e discrição em você, e combinamos que eu iria te fazer o convite para realizar o tesão deles.
Fiquei confuso e um pouco aturdido. Não esperava por isso, de jeito nenhum. Encabulado disse:
- Não sei o que dizer.
Com jeitinho disse para mim pensar, e que a faria muito feliz se eu fosse com ela após o seminário, e que eu não tinha que fazer nada que eu não quisesse. Prometi que ia pensar com carinho.
Nos vestimos, fomos jantar e depois para o curso. Ela estava toda feliz, alegre e de ótimo humor.
Durante o curso a noite se comportou como se nada houvesse acontecido à tarde, nem mesmo quando fui acompanhá-la até rodoviária. Nos despedimos, e antes dela entrar no ônibus me cobrou aceitar o convite.
Fui para casa mas, confesso, estava excitado com a ideia, e não conseguia me imaginar fazendo isso. Acho que não conseguiria ficar de pau duro na frente do marido. Mal dormi com essas questões em mente.
Chegou o sábado, o seminário era de manhã e terminava as 11h. No intervalo para o café, ela veio falar comigo dizendo:
- Estamos prontos para te receber. Queria muito que você fosse, mesmo que não acontecesse nada. Pode ficar tranquilo que vamos respeitar seus limites e não vamos forçar nada.
Dito isso, respondi com a inevitável frase:
- Então está bem, eu vou.
A partir de então o sorriso dela passou a ser algo incomum, excitante mesmo, certamente motivado pelo desejo e pelo tanto de expectativa que tinha, algo que eu ainda não compreendia muito bem.
Terminou o seminário, cuja segunda parte me foi agitada pelo que estava por vir.
Fomos para a rodoviária, compramos passagem e entramos no ônibus. Conversamos sobre muitos assuntos, mas em nenhum momento tocamos na expectativa do que poderia acontecer.
Chegamos e o marido estava esperando sorridente e tranquilo. No fundo deveria estar excitado, mas não demonstrou ansiedade. Nem ela. Mas me pareceram contidos, muito contidos. Entramos no carro e fomos para a casa deles… Mil pensamentos agitando a mente, certamente agitando a deles também.
Ainda estava muito apreensivo quando entramos na casa, de muito bom gosto e leveza. Sentei no sofá e aceitei um copo de vinho verde. Falamos do seminário, e ele entrou no assunto do treinamento da empresa em que trabalhava. Ela pediu licença e deixou a sala. Aproveitou a ausência dela e me perguntou:
- O que achou dela?
Quase gaguejei quando disse:
- É bonita e muito simpática.
Ele notou e perguntou:
- E fisicamente?
De novo quase gaguejando eu disse:
- Ela é muito atraente.
Forçou mais um pouco e perguntou:
- Um tesão né?
Meio sem jeito disse que sim. Nisso ela voltou, parecia que estava esperando o momento de entrar, se aproximou provocante e maliciosa, usando um shortinho muito curto e uma blusa que mal cobria aquele corpo que eu já conhecia. Provocação era pouco para definir como ela estava vestida, ou quase vestida. Os seios mal paravam dentro da blusa, e ficavam a mostra conforme se movimentava. Sentou do meu lado, e disse:
- Você é um tesão.
Olhando para mim e para o marido. Quase desabei de tão encabulado que fiquei. Então foi a vez dele sair e fiquei só com ela. Chegou bem perto, se encostou em mim e disse:
- Não percebe que meu marido está louco de tesão para me ver transando com você? Se solte, não tenha receio nenhum, você e nós vamos gostar demais. Relaxe.
Em seguida me abraçou, agarrou e me beijou como no hotel, colocando minha mão nos seios duros de tesão. Transpirava de desejo por todos os poros:
- Quero dar para vocês dois. Estou louca de vontade
E me dizia isso com a respiração entrecortada pelo tesão que sentia.
Pegou e tirou meu pau para fora, segurou e massageou ele, e abocanhou logo a seguir. Não resisti e deixei rolar para ver como seria. Logo o marido aparece de cueca, parou perto de nós, ela se virou, tirou o pau dele para fora e chupou alternando com o meu, chupava muito segurando os dois com as mãos. Estava insaciável, colocava os dois juntos na boca. Pediu para que tirasse a roupa. Atendi sem pensar enquanto ela tirava a dela. Sentei no sofá e de costas ela ajeitou e sentou com a buceta no meu pau, e chupava o pau do marido enquanto fodia com o meu. Depois trocamos, uma delícia.
Sentado de novo no sofá ela se ajoelhou e chupou de novo meu pau, o marido se ajeitou atrás dela, lubrificou o pau e depois começou a meter nela. Me dei conta onde estava fodendo quando ele disse:
- Que delicia de cú.
Ficamos um pouco assim, ele tirou e me disse:
- Agora sua vez, se delicie com a bunda dela.
E foi lavar o pau para ela chupar.
Mas não deixou meter nela naquela posição. Puxou uma cadeira, colocou uma almofada e se ajoelhou, dizendo que agora podia meter no cú dela. Lubrifiquei o pau e fui colocando devagar e comecei a foder aquela bunda linda, durinha e uma delícia. O marido voltou e colocou o pau na boca dela. Não imaginava que seria tão bom uma foda daquele jeito.
Logo ela pediu para mudar de posição, o marido deitou no tapete a pedido dela. Ela ajeitou o pau dele e sentou com a buceta, muito louca de tesão, e me pediu para meter no cú dela, que queria os dois pau fodendo ela. Nossa, fui e com jeito meti tudo no cú, ela gemia, dava gritinhos e tremia de tesão enquanto fodíamos a buceta e o cú. Estava muito, mas muito gostoso, um tesão incrível. Não demorou e ela gozou intensamente, quase delirando de tanto tesão, loucamente com gritinhos sufocados pelo tesão e com voz entrecortada de prazer. Logo o marido gozou na buceta, e em seguida também gozei dentro daquela bunda incrivelmente gostosa, inundando o cú dela com todo meu tesão.
Levantamos, e fomos quase exaustos para o banho.
Voltamos para a sala repetimos o vinho. Estávamos nus. Conversamos sobre a delícia trepada, e o tesão começou a ficar ativo de novo. Ficamos de pau duro e ela segurava os dois, massageava, beijava, chupava e comparava um com outro e a delícia que era cada um… Não demorou e chegou bem no meu ouvido e pediu em segredo:
- Deixa ele pegar no seu pau para eu ver? Deixa ele dar uma chupadinha que eu quero ver? Ele tem vontade de experimentar e eu de ver.
Resisti, mas acabei cedendo.
Ela se ajoelhou na minha frente, chupou mais um pouco e chamou ele para perto. Ele veio, pegou meu pau com a mão e ela disse com firmeza:
- Chupa o pau dele que eu quero ver, chupa gostoso.
Se afastou e ele então encheu a boca com meu pau e chupou. Nossa, chupou muito gostoso. Ela ficou perto olhando louca de tesão, perguntando se estava gostoso, se era como ele pensava, etc... Chupou junto com ele um pouco enquanto masturbava o pau dele.
Logo chegou o tesão de gozar e avisei que estava quase. Ele tirou a boca e ela se aproximou pedindo para gozar no rosto dela junto com o marido. Ficamos de pé para gozar, ela abriu a boca e esperou. Gozamos quase juntos, molhamos todo o rosto dela e a boca, passamos o pau e enfiamos na boca, ela abocanhou os dois e depois esfregava ela mesma no rosto todo lambuzado. Foi demais.
Voltamos para o banheiro, outro banho.
Voltamos para sala, me vesti enquanto ela e marido foram se vestir também.
Voltaram logo e ela me disse:
- Está realizada nossa fantasia, que foi muito melhor do que esperavam e que eu poderia voltar quando quisesse.
Me agradeceu muito por ter proporcionado o prazer inesquecível que tivemos e que eu já era especial na vida deles.
Fomos almoçar em um restaurante, conversamos sobre outras coisas e me levaram para a rodoviária quase no fim da tarde. Nos despedimos e ficamos de nos encontrar de novo. Estavam muito felizes, não dava para disfarçar. Nem eu.
Voltei uma vez mais, e foi maravilhoso também. Nessa vez me convidaram para conhecer uma chácara onde sabiam que tinha swing, que iam conhecer e eu podia ir junto com eles. Disse que ia pensar e depois diria a eles. Acabei nem conhecendo, não foi possível nos dias que me chamaram.
Depois disso não nos vimos mais…

Foi uma experiência inesquecível as duas vezes que tive esse prazer com eles. 

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