273 - Minha Primeira Vez Anal Foi Numa Suruba

O conto que passo a relatar aconteceu quando eu já tinha 23 anos. Me chamo Fernanda, sou loira natural de origem italiana, sou bem alta considerando os padrões, com 1,78m, 80 quilos, olhos verdes e cabelos um pouco abaixo dos ombros, e a maioria dos rapazes apesar de me acharem atraente até tem certo receio de aproximar-se de mim devido a minha estatura, alta e um corpo proporcional a minha altura, apesar de eu ser bem feminina.
Não sou nenhuma menina toda recatada, perdi minha virgindade aos 14 anos com um namoradinho do segundo grau, mais por pressão das colegas mais ou menos da mesma idade que eu e que já não eram virgem e viviam tirando sarro de mim, então por esse motivo acabei me entregando ao meu antigo namoradinho, coisa de colégio que durou apenas o tempo em que estudávamos juntos, e depois veio outros namorados com os quais transei também, eu gostava de sexo, mas sempre fui instruída nessa matéria  e muito cuidadosa pra não engravidar, eu andava com anticoncepcionais na bolsa já aos meus 16 anos.

272 - Novinhas em um Boquete Duplo

Eu bem que tento ficar longe de confusão, mas a confusão me persegue, especialmente quando tal confusão é protagonizada por minha querida e recorrente Coelhinha. De fato a sorte sempre esteve ao nosso lado, e mesmo quando desafiamos todas as probabilidades de algo dar errado, acabamos escapando ilesos de nossas aventuras. Até quando vamos continuar contando com a sorte? Não faço ideia, mas a adrenalina e o tesão tomam as rédeas das minhas decisões quando estou diante dessa moreninha.
Desde que tivemos nosso primeiro encontro sexual, minha Coelhinha diz que não esconde nada das amigas, contando desde detalhes de nossas transas até mesmo detalhes do meu corpo (especialmente o tamanho da minha trosoba), e se aproveita da minha safadeza para me dizer o quão curiosas suas amigas são em relação a mim. Ela sempre disse que não é ciumenta, então sempre deixou claro que poderia me compartilhar com uma de suas amigas a qualquer momento.

271 - Swing Com Um Casal de Negros

Toda aventura sexual normalmente começa em casa, na hora do rala e rola, com fantasias sexuais normalmente da parte do homem porque a mulher é bem mais reservada que o homem, porém com a insistência fantasiosa do homem a mulher acaba aceitando a fantasia dele e acaba adotando essa fantasia.
Eu sempre gostei de sexo em todas as suas variações, e meu marido era uma pessoa bem criativa na hora do rala e rola, e não sei porque a maioria dos homens na hora do sexo na cama vem com aquela fantasia:
- Amor, você já imaginou um negão forte, gostoso, pauzudo te comendo!!
Sei disso porque já conversei com algumas amigas sobre esse assunto e elas também disseram que os maridos delas já fantasiaram sobre o assunto, e eram mais ou menos iguais as fantasias dos homens.

270 - Vizinha Ninfetinha

Mila era minha vizinha, mudara-se para casa ao lado quando tinha apenas sete anos. Eu acabara de entrar para a faculdade e como tinha sobrinhos, a vi crescer ali na minha piscina.
Casei muito novo, tinha 21 anos, mas não durou, antes dos 30 lá estava eu de volta à casa de meus pais. O tempo parecia ter voado... Lá estava Mila, o mesmo sorriso sapeca agora enfeitando um corpo esculpido a dedo...
18 anos de puro feitiço. Já não corria para meu colo como fazia aos sete anos mais o olhar de menina curiosa continuava ali.
Nos fins de semana nossas famílias se juntavam em torno da piscina, as crianças já crescidas nem sempre estavam presentes. Numa dessas confraternizações para minha surpresa lá estava Mila...

269 - Traí Meu Marido Sem Querer

Os fatos que passo a relatar ocorreram durante o carnaval de 2003. Até agora não tive coragem de contá-los a ninguém, exceto ao meu analista. Entretanto, em vista da possibilidade de permanecer incógnita, resolvi narrar nesta página.
Os nomes e os locais, evidentemente que são fictícios para que não haja perigo de ser identificada. As pessoas que participaram, entretanto, se lerem este relato, saberão de quem se tratam.
Inicialmente preciso dizer que me chamo Sandra, sou advogada e trabalho em meio período numa empresa de consultoria. Me considero uma mulher normal, nem baixa, nem alta, sou ruiva com algumas sardas no colo, magra, 1,69 m, seios médios bem empinados e bumbum não muito grande mas arrebitado. Apesar de meus 32 anos, meu corpo está em perfeita forma em razão da malhação quase diária na academia.

268 - Marido E cunhado Me Fodendo Forte

Sacudindo seus dedos em uma velocidade inacreditável, Eric me levou a mais um orgasmo! Desmontei-me sobre o peito de Marcelo que agarrou meu cabelo e me prendeu forte entre seus braços. Eu ouvi sua respiração forte e rápida, mas estava tão mole que não conseguia me mexer.
Eric começou a movimentar os dedos ainda mais rápido, enquanto Marcelo me segurava pelos cabelos e mexia apenas o quadril, socando com força o pau na minha buceta. Acho que demorou mais uns dez segundos e apenas algumas estocadas até eu gozar novamente. Sentia o melzinho escorrendo.
Marcelo gemia alto, seu corpo se contraia e suas mãos apertavam com força a minha bunda. Ele se empolgou e me deu um tapão, logo depois o corpo tremeu todo e teve contrações de um orgasmo delicioso e relaxou. Minha buceta foi inundada com seu leitinho.

267 - Curiosidade Anal

Em nossas conversas, minhas amigas e eu sempre falamos sobre sexo! Aliás, este é um assunto que não pode faltar em nossa rodinha de bate-papo.
O assunto predileto de Cintia é sexo oral. Ela adora pagar um boquete nos rapazes. Não pode ver uma pica à sua disposição que logo cai de boca.
No entanto, Flavia não dispensa ser chupada! Adora que os homens e se alguma mulher estiver a fim também, ela libera a buceta e o cu para serem degustados.
A Rita ama meter! Este é o verbo dela... Dispensa as preliminares e gosta da rola grande socada na buceta.

266 - Uma Nova Mulher

Venho de uma família evangélica e eu também sempre segui os princípios cristãos, tanto que, aos 16 anos, casei-me com meu atual marido, pra não entrar no tal pecado do sexo antes do casamento. Perdi a virgindade logo depois do casamento e até esse ano, tive meu marido como único homem da minha vida.
Sempre fui aquela mulher que todo homem sonha em se casar. Voltada pra família, caseira, fazia de tudo pro meu marido, cuidava da casa e dos nossos três filhos que tivemos nesses 14 anos que temos de casados.
Nunca deixei de ir à igreja e sempre me mantive firme no evangelismo... Aquela mulher amiga das minhas amigas e que não dá bola pra cantada nenhuma pela rua. Aos 30 anos, sinto que estou no auge da minha beleza e forma física, mas, por sempre ser leal nesses 14 anos, meu marido nunca desconfiou e nem tinha motivos pra desconfiar de mim.

265 - Um Casal Muito Interessante

Sonia e Henrique formam um casal muito interessante.
Sonia, a esposa, é morena alta com um corpo bonito, muito provocante na realidade. Tem trinta e dois anos, mas de forma alguma aparenta essa idade.
Henrique, o marido, é mais velho. Está agora com quarenta e cinco anos, mas uma vida regrada aliada a prática quase fanática pelo ciclismo produziu bons resultados... O casal é bonito e uma agradável visão quando juntos.
Com apenas uma rápida observação, pode-se dizer que Sonia e Henrique formam um casal bem convencional, se amam e levam uma vida normal. Mas quem concluir isso vai estar muito enganado. Na realidade o casal tem uma vida sexual totalmente fora dos padrões normalmente aceitos pela sociedade e eu participo ativamente disso.

264 - Sanduíche de Esposa

Se conselho fosse bom, não se dava, se vendia. Um ditado popular bem certo, que minha mãe me disse quando viu pela primeira vez minha esposa Sueli. Naquela época de escola quando a conheci, Sueli já gostava de usar roupas curtas e provocantes e sempre andava acompanhada com algum caras, até um professor de Educação Física que era um negão de quase 2 metros.
Eu conversava com alguns amigos e eles me diziam que ela era a putinha dele. Eu era tão inocente naquela época, que não acreditava em nada do eles diziam. E depois de algum tempo apaixonado por aquela garota, finalmente consegui namorar e casar com ela.

263 - Marido Bebeu... Esposa Gozou

O meu desejo pela casada que morava no quinto andar, me levou a confundir as coisas. Começamos a conversar, ela era muito simpática e acabei achando que ela também sentia tesão por mim. Eu estava enganado, mas só percebi quando tentei beijá-la. Ela ficou muito zangada e a partir desse dia, ficou me evitando enquanto pode.
Até que um dia nos encontramos por acaso no elevador. Ela fez menção de sair mas eu não deixei, disse que precisava falar com ela, pedi perdão pelo ocorrido, olhei bem fundo nos olhos dela e pedi desculpas.
Disse que não ia acontecer novamente, que gostava muito dela, disse que a amizade dela era importante e pedi para ela me perdoar e voltar a ser minha amiga. Ela não me disse uma palavra. Quando o elevador chegou na garagem, ela me olhou e disse:
- Só isso?
- É, você me perdoa?

262 - Cuckolding e Hotwife

Uma fantasia sexual que vem conquistando muitos adeptos nos últimos anos é o Cuckold ou Cuckolding. Esse fetiche consiste no desejo do marido sentir prazer em liberar sua esposa, namorada ou noiva para fazer sexo com outros homens (ou mulheres, caso ela deseje). Para quem ouve isso pela primeira vez pode parecer absurdo, mas um número muito grande de homens tem essa fantasia, embora não sejam muitos que assumam e expressam isso a suas companheiras. Mulher Cuckold (ela desejando que seu marido faça sexo com outras) também existe, embora na prática seja muito mais raro encontrar, por isso trato aqui como se fosse uma fantasia masculina.
Talvez você conheça alguém considerado “corno manso”. É um nome popular e brasileiro para o Cuckold, que recebe esse nome baseado no pássaro “cuco”. A fêmea desse animal sairia do ninho regularmente, gritando “cucoooo”, atraindo pássaros machos para cruzamento.  A esposa liberada, que transa com outros homens fora do casamento é a “corneadora” ou “Hotwife”. O homem que faz sexo com a esposa do “corno” é chamado de “macho”, de “comedor” ou “dominador”. Importante é dizer que não há nada de transtorno mental ou psiquiátrico nisso.

261 - Feriadíssimo

Quando chega um feriado prolongado, tudo que a gente quer é viajar para algum lugar quente e ensolarado e de preferência em boa companhia. Alguns meses atrás meu grupo de amigos planejou um feriadão numa casa de praia alugada, antecipadamente e com os custos dividido entre todos.
Conseguimos juntar umas 12 pessoas, mas nem todas viajaram ao mesmo tempo e sendo assim uma pequena parte e ficaria esperando o restante, que deveria chegar no dia seguinte.
Para minha imensa alegria, umas das que foram no 1º dia foi a Glória.

Essa é uma história em quadrinhos retirado do site Seiren. Se gostar do gênero, continue... 

260 - Puta Que Pariu

Eu e meu marido (ambos com 39 anos), ambos descendentes de japoneses, estamos casados a 19 anos, e cabe relatar que perdi a minha virgindade com ele, poucos meses antes de nos casarmos.
Até o acontecido, sexo para mim era algo que eu fazia apenas para satisfazer meu esposo, um homem bom, carinhoso, mas que não me fazia sentir arrepios de tesão. Eu poderia dizer até que achava penoso fazer sexo em determinadas ocasiões. Era mecânico, frio, rápido, sem qualquer preparação. Para se ter uma noção, nem filmes pornôs nós víamos. Tudo era tabu. Nada parecia me excitar, ou melhor... Eu nunca havia me excitado verdadeiramente.
Tudo mudou numa viagem que fizemos a um resort na Bahia. Chegamos num domingo à tarde, e nada de diferente aconteceu até o dia seguinte.

259 - Venha Comigo

O grupo Waltman do Brasil comemorava os resultados dos negócios daquele último trimestre em uma mega festa, e realmente não se podia negar, os alemães sabiam organizar um evento como ninguém. Voltada para alguns sócios, funcionários e clientes a festa deixava qualquer um admirado com tamanha variedade e riqueza em bebidas, quitutes, um impressionante jogo de luzes e boa música.
Em uma noite de gala, boa parte dos homens encontravam-se elegantes em seus smokings pretos, e as mulheres em seus longos vestidos em sua maior parte com decotes que as deixavam incrivelmente sensuais. 
- Amor, quem é aquele homem?
Perguntou Juliana a seu marido indicando um homem a sua frente de estatura média trajando um belo smoking.
- Não sei o nome dele, nem o que faz... sei que é de pouca amizade, na maior parte do tempo está daquele jeito, sozinho... é meio misterioso...
- Será que ele é gay?

258 - Menage Nas Férias

Eu e minha esposa tínhamos, na época, 25 anos e ainda éramos namorados. Minha esposa, Raquel, tem um primo, Luís, que é uns dois anos mais novo que nós e, na época namorava Patrícia, também uns dois anos mais nova. Luís sempre foi muito divertido e engraçado e, como compartilhávamos interesses semelhantes, eles acabaram se tornando grandes parceiros de festas, viagens, ou mesmo noites sem fim de conversas e risadas.
Em dado feriadão, resolvemos viajar para a fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai, pois lá no lado uruguaio há um grande número de free shops e o dólar em baixa nos convidava a comprar eletrônicos, perfumes, roupas e bugigangas com vantajosos descontos. Chegamos na cidade à tarde e nos deparamos com as ruas lotadas de gente de todas as partes do estado que haviam tido a mesma ideia que nós. Nos apressamos em procurar hotéis e pousadas que ainda tivessem quartos disponíveis para passarmos a noite.

257 - Traindo Pela Primeira Vez

Tudo começou quando meu marido foi transferido para o RJ. Estávamos casados a 4 anos e temos um linda filha de 4 anos. Somos do interior de SP e seria a primeira vez que iriamos morar num grande centro, era provisório, apenas 2 anos, mas eu estava apreensiva, não sabia como seria ficar longe da família e dos amigos por tanto tempo, porém, como boa esposa que era, segui meu marido sem vacilar.
Ele estava com 35 anos e esta era a grande oportunidade para ele se aprimorar profissionalmente e voltar para nossa cidade com um cargo e salário melhor. Eu estava com 26 anos, não trabalhava, apesar de ser formada em adm. de empresas, apenas cuidava de nossa filha e da casa.
Meu marido é claro, tem 1,75m da altura, um pouco calvo mas não aparenta a idade que tem, está em ótima forma física.

256 - Praia de Nudismo

Olá, meu nome é Pedro, sou casado com Priscila há 3 anos, tenho 30 anos e ela 28. Estamos juntos há 10 anos. Tenho 1,75 e 74 kg. Pri, tem 1,65, 58 kg, bem gostosa. Essa história aconteceu quando ainda éramos noivos e fomos passar um final de semana em João Pessoa. Conhecendo as praias do litoral sul da Paraíba, vimos placas para Tambaba.
Brinquei que ia levar ela até lá, e pra minha surpresa ela aceitou numa boa. Na hora fiquei super excitado, e perguntei:
- Quer ir mesmo?
Ela disse sem pensar muito:
- Sim.

255 - Irmãos

- Corre Marcos, eles estão fazendo agora.
Murmurou Michele ao entrar em meu quarto, e sem demoras a segui por entre os escuros corredores da casa. Não dava para acreditar no que minha irmã me mostrara.
Observando por entre as finas frestas da porta entre aberta do quarto de nossos pais, Michele e eu espiávamos escondido, o que até então eu duvidava: mamãe e papai fudendo alucinadamente; ela pulava e rebolava em seu cacete, mexia os seios e soltava gemidos que de onde estávamos conseguíamos ouvir.
- Eu não te falei que dava pra ver?!

254 - Que Presente Gostoso

É melhor fechar o vidro do carro e ligar o ar. Está muito quente.”
Ela pensou. Enquanto fazia isso começou a sorrir.
“Acho que sou eu quem está pegando fogo! É o nervosismo e o tesão de fazer algo que nunca fiz.”
Ela estava rindo, agora. Não apenas sorrindo. Ela se sentia feliz porque estava indo para um encontro de sexo totalmente diferente. Não era com o seu marido, que ela ia transar (há muito tempo não rolava nada com ele; até o afeto tinha se esvaído no dia-a-dia de uma relação corroída pelo álcool e pelas fraquezas do homem com quem tinha se casado virgem).
Também não era com o seu amante (uma palavra que em breve perderia o sentido; estava amando e era correspondida; era a primeira vez que se sentia assim, nos seus 32 anos de vida; em algum tempo se livraria do corno bêbado” - como ela vinha tendo prazer de pensar no marido, ultimamente - e poderia viver o seu amor em paz; na verdade ele não era o seu amante, era seu Homem). Ela estava indo curtir um presente do seu amante.
“Que louquinho!”

253 - Depois da Traição, Veio o Menage

Sou casada, tenho filhos, um bom padrão de vida e uma convivência feliz com meu marido.
Mas o tempo vai passando e logo agora que me sinto uma mulher completa e madura, minhas relações carnais com meu companheiro perderam em intensidade e frequência.
Bonita, corpo bem desenhado e ávida por sexo, resolvi não deixar o relógio correr sozinho e fui à luta, porém com muito cuidado para não me expor, pois minha família desfruta de um certo prestígio junto à sociedade.
Através de uma amiga, fui apresentada a Rodrigo, um homem elegante, dono de um olhar malicioso e um pouco mais velho do que eu, que estou quase na faixa dos 40 anos. Segundo esta amiga, Rodrigo mostrou-se interessado em mim e acabamos os três marcando um encontro para tomarmos um uísque num final de tarde do verão passado. Fogosa por uma possível transa fora do lar, cheguei ao requintado bar junto com minha amiga. Rodrigo já nos aguardava.

252 - Noite Quente Com Minha Esposa e Uma Amigo

Somos casados há 8 anos e sempre vivemos felizes e com um tesão que aflora nossas peles sempre que nos tocamos. Carol é uma verdadeira insaciável e quando o assunto é sexo se transforma numa vadia, se entrega completamente ao prazer sem nenhum limite.
Começamos a alimentar a fantasia de ter alguém transando conosco, situação que nos excitava mais e mais transformando nossas transas em sexo louco e extremamente prazeroso. Foi difícil tomar a iniciativa de procurar alguém para participar, mas não difícil encontrar…
Começou a rolar um clima favorável com um casal já conhecido Márcia e Edílson com quem saímos muitas vezes, e até o momento só tinha rolado algumas carícias. Até que numa noite de sexta-feira e resolvemos sair para tomarmos um Chopp dançar num bar de Sampa. Chegamos tomamos uma bebida e fomos dançar um pouco.
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