258 - Menage Nas Férias

Eu e minha esposa tínhamos, na época, 25 anos e ainda éramos namorados. Minha esposa, Raquel, tem um primo, Luís, que é uns dois anos mais novo que nós e, na época namorava Patrícia, também uns dois anos mais nova. Luís sempre foi muito divertido e engraçado e, como compartilhávamos interesses semelhantes, eles acabaram se tornando grandes parceiros de festas, viagens, ou mesmo noites sem fim de conversas e risadas.
Em dado feriadão, resolvemos viajar para a fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai, pois lá no lado uruguaio há um grande número de free shops e o dólar em baixa nos convidava a comprar eletrônicos, perfumes, roupas e bugigangas com vantajosos descontos. Chegamos na cidade à tarde e nos deparamos com as ruas lotadas de gente de todas as partes do estado que haviam tido a mesma ideia que nós. Nos apressamos em procurar hotéis e pousadas que ainda tivessem quartos disponíveis para passarmos a noite.

Rodamos por horas e pelos únicos quartos ainda vagos os hotéis cobravam valores exorbitantes. Escolhemos o hotel com os preços menos aviltantes que encontramos (mais de $300 por quarto de casal) e nos registramos. Luís estava completamente indignado, pois era muito mais do que havíamos planejado gastar. Eu compartilhava da indignação dele, mas, sem ter feito reservas, não havia nos restado muita escolha.
Ao entrar no quarto, a indignação só aumentou. O quarto parecia ter sido decorado por um monge que fez voto de pobreza. Só havia uma cama com colchão duro, uma cadeira, ventilador DE PLÁSTICO e uma TV 14 polegadas. Só. Era desolador. Aí eu tive uma ideia. Peguei a lista telefônica que estava debaixo da TV e procurei pelos hotéis da região. Liguei para vários, mas todos estavam lotados ou tinham preços ainda maiores. Quase em desespero, passei aos motéis. O primeiro que liguei atendeu uma voz de senhora que informou que havia, sim, quartos disponíveis. O preço era a metade do que iríamos pagar naquele hotel fuleiro. Fomos até o quarto de Luís e o colocamos a par da situação. Ao saber do preço ele deu um pulo:
“Já era! Nesse pulgueiro eu não fico mais nem um minuto!”
Pegamos as malas e saímos em direção ao motel.
Chegando lá a gentil senhora nos recebeu e falou que infelizmente já havia alugado um dos quartos que estavam vagos, só havia sobrado um. Agradecemos e dissemos que não servia, pois éramos dois casais e precisávamos de dois quartos. Quando já íamos embora, a senhora disse que não haveria problema, pois era a suíte máster, que podia ser dividida em dois quartos separados, se quiséssemos privacidade. Podíamos dar uma olhada se quiséssemos. Fomos olhar.
A planta da suíte era em forma de X: a entrada ficava em uma das pernas do X, junto com uma mesa e um sofá. No centro havia uma pequena pista de dança, com luzes e som. Dos lados da pista, um em cada perna do X, ficavam os quartos, fechados com vidros, como vitrines, mas dotados de pesadas cortinas tipo black out, que proveriam a devida privacidade a cada casal. Na última perna do X, no lado oposto à entrada, ficava uma grande banheira de hidromassagem e, em cantos à parte, o banheiro e o chuveiro.
A senhora explicou que em feriados prolongados era comum que os hotéis ficassem lotados, de forma que, apesar de ser um motel, costumava hospedar famílias nestas ocasiões.
- O preço é a metade daquele outro... – cochichei para Luís.
- Não dá nada! Vamos ficar! – Disse ele.
Ao final do primeiro dia de compras, retornamos ao nosso quarto cansados, porém, satisfeitos com as aquisições e barganhas que havíamos conseguido. Após um lanche leve, planejamos as atividades do dia seguinte e continuamos conversando por algum tempo. Resolvemos, então, abrir algumas das bebidas que havíamos comprado naquele dia e adentramos a noite num clima amigável entre conversas, piadas, risos e bebidas. Lá pelas tantas começamos a explorar os diversos apetrechos que o quarto dispunha, como a cadeira erótica, o balanço para casais, a cama d’água, etc. com direito a hilárias interpretações por parte do Luís, de longe quem mais parecia se divertir com tudo aquilo e o que mais parecia afetado pelo álcool também.
Até que ele teve a brilhante ideia de encher a hidromassagem:
“Já que estamos pagando por isso mesmo!”
Como ele mesmo disse. Ligamos o som e nos entretemos com a pequena pista de dança enquanto a banheira enchia até que alguém lembrou de um pequeno detalhe: ninguém havia trazido roupas de banho, já que praias ou piscinas não constavam no nosso planejamento para aquela viagem.
- Entramos de roupa mesmo – propôs Patrícia.
- E vai secar como, ô esperta? – retrucou na hora Luís – De noite não tem muito sol pra secar.
Ficamos em silencio por alguns segundos, todos tentando encontrar uma solução para o dilema com que nos deparamos.
- Ah, foda-se – irritou-se Luís - vocês são muito frescos. Eu vou é peladão mesmo!
Disse isso e com um movimento arrancou a camisa e abaixou as calças, jogando-as longe com os pés, e em menos de um segundo já se jogava na água com a agilidade de uma lontra.
Ficamos, os três, atônitos, e por um instante não conseguimos esboçar reação.
- Ah, que coisa boa! Essa hidromassagem é a melhor coisa que tem! - Provocava Luís de dentro da banheira.
Hesitei por um segundo e, tirando a roupa, falei:
“Bom, eu não vou ficar só olhando...”
Entrei na banheira, me sentando no lado oposto ao de Luís.
As garotas ainda pareciam relutantes com a ideia de ficarem peladas em público, ao que Luís logo argumentou:
- Deixem de besteira! Tem bastante espuma aqui, ninguém enxerga nada.... E também não é nada que a gente já não tenha visto 500.000 vezes!
- É, e vocês não vão deixar os dois homens pelados aqui sozinhos, né? Vai que rola um clima... – falei, tentando descontrair um pouco.
As duas se olharam com uma cara de quem pensa:
“Bom, se não tem outro jeito...”
Tiraram as roupas juntas e rapidamente entraram na água, cobrindo as partes expostas do corpo com espuma.
- Viram? Não caiu pedaço de ninguém, né? – Provocou Luís.
Após certo constrangimento inicial, logo retomamos o ritmo anterior de conversas e brincadeiras. A certa altura, Luís precisou erguer-se para alcançar uma garrafa de Vodka que estava próxima da banheira e, ao levantar-se, deixou-nos ver seu pau, que, apesar de não estar duro, era de um tamanho “avantajado”. Não estava mole também, mas se encontrava num estado intermediário no qual a grande cabeça vermelha e o diâmetro encorpado visivelmente chamaram a atenção de Raquel, que não desviou o olhar até que Luís voltasse a sentar.
Aquela exibição (intencional ou não) pareceu mexer todo mundo. Tão logo sentou-se novamente, Patrícia segurou seu rosto e deu um beijo profundo e demorado. Raquel não demorou a me abraçar e beijar também, com tanta vontade que nem sei se percebeu que seus seios se projetavam para fora da água que os escondia. Não demorou para que os dois casais evoluíssem para amassos e manobras cada vez mais despudoradas.
Patrícia erguia o corpo, oferecendo os seios para Luís, que segurava ambos e sugava-os alternadamente. Patrícia abraçava a cabeça dele com um dos braços, a mão segurando com força seus cabelos, enquanto a outra mão sumia na água, fazendo um lento movimento para cima e para baixo que às vezes trazia à tona a ponta do pau.
Do meu lado, Raquel estava quase no meu colo, sentada sobre uma das minhas pernas, mordia meu pescoço e me punhetava gostosamente, enquanto eu corria meus dedos em sua xota, brincando com o grelo molhado. Passava o dedo ensaboado pela rachinha, ia até em cima e voltava, atolando dois dedos em sua buceta quente. Fazia movimentos circulares, separando as metades de sua rachinha. Por vezes estendia o movimento até o cuzinho, passava a ponta dos dedos na beiradinha, colocava um dedo na entrada e dava uma leve forçadinha, só para provocar e, nessas horas Raquel me beijava com ainda mais vontade, aumentando meu tesão
De repente, Luís levanta e fica de pé no meio da banheira, cacete em riste, apontando para o teto, e puxa Patrícia junto. Ficam os dois de pé, abraçados, beijando-se demoradamente. Ele passa as mãos pelas coxas dela, agarrando a bunda com força até alcançar os dedos na buceta. Ele então senta-se na borda da hidro e coloca Patrícia de quatro a chupar seu cacete. Tão logo ela desliza o pau para dentro da boca o máximo que consegue, Luís joga o corpo para trás, apoiando-se nos cotovelos e fecha os olhos enquanto Patrícia lhe lambe ruidosamente o cacete.
Pequena consideração sobre patrícia e Raquel. Seria difícil encontrar duas mulheres mais diferentes entre si e que, no entanto, se dessem tão bem. Patrícia era grande, alta. Luís sempre gostou do estilo mulherão: peitão, bundão, corpão, tudo ÃO.
Eu sempre preferi as menores, mais delicadas. Não que Raquel fosse baixinha, tinha 1,70m, mas comparada com Patrícia, tudo nela era menor. Magrinha, fazia mais o estilo mignon, loira, olhos claros, branquinha, peitos redondos e durinhos, com bicos rosados constantemente apontando para cima.
Patrícia era alta, mais de 1,80m, morena, estudava Ed. Física, tinha o corpo malhado, cintura fina, coxas grossas, peitos grandes e redondos que sempre atraíam meu olhar dentro dos decotes que ela usava.
Até nas suas partes mais íntimas as duas eram completamente diferentes. A buceta de Raquel era lisinha, depilada, os lábios da xota ficavam bem escondidos. Era preciso abrir a buceta com os dedos para expô-los.
Patrícia era cabeluda, um denso triangulo escuro encimando uma buceta exibida, os grandes lábios realmente grandes, ficavam sempre parcialmente à mostra. E a bunda... Nas vezes em que a vi de biquíni, foi preciso grande dose de autocontrole para não ficar de pau duro na praia na frente dela.
E agora aquela bunda que eu tanto havia cobiçado estava ali na minha frente. Patrícia estava de quatro, no meio da banheira, a bunda a pouco mais de meio metro de mim.  Aquela buceta convidativa entreaberta e molhada apontando em minha direção. Com as pernas afastadas, a bunda se abria e o cu, aquele grande buraco rosado se expunha totalmente para mim. Poderia jurar que o vi piscar para mim algumas vezes, mas pode ter sido o meu tesão brincando com a minha mente. Precisei de doses extras de controle mental para não gozar imediatamente.
Eu sentia, no entanto, que não conseguiria conter por muito mais tempo. Resolvi imitar Luís e sentei na borda para receber um boquete de Raquel enquanto admirava o rabo de Patrícia. Raquel, todavia, não conseguiu se posicionar adequadamente na banheira, de modo que tivemos que trocar de lado. Ficamos então Luís e eu sentados lado a lado na borda da hidro enquanto as duas mulheres, de quatro, nos chupavam de dentro da água.
Logo após esse rearranjo, Patrícia disse que precisava de um minuto e que já voltava. Levantou-se e saiu em direção ao banheiro. Raquel continuou chupando meu pau, sob o olhar atento de Luís, que punhetava lentamente seu cacete. Podia observar que Raquel olhava fixamente aquele pau enquanto me chupava e que Luís a observava cada vez com mais tesão, aumentando a velocidade da sua punheta.
Raquel me lambia o pau, enrolava a língua na cabeça, chupando com vontade. Aí descia pela lateral, chupava as bolas, colocando na boca, uma depois a outra. Raquel me chupava com muito tesão, mas vi que seu tesão não era por mim. Ela não desgrudava o olho do pau do Luís. Ele também a incentivava, gemendo a cada movimento que ela fazia, chegando cada vez mais perto dela. Raquel provocava o primo com o olhar. Chupava meu pau olhando fixamente para Luís. Às vezes colocava um ou dois dedos na boca, molhando-os bem, e então os levava à buceta. Fechava os olhos e voltava a olhar para ele.
Com a cabeça (as duas) dominada pelo tesão, quando Raquel voltou a me olhar nos olhos, fiz um aceno com a cabeça na direção de Luís, sinalizando que ela lhe desse algum “auxílio”. Raquel hesitou por um segundo, mas largou meu pau e logo posicionou-se entre as pernas de Luís, com o caralho enorme lhe encarando. Assim que ela colocou a mão em volta do cacete, Luís exclamou um
“Ai, que loucura!”
Largou o corpo para trás e levou as mão ao rosto, repetindo:
“Que loucura!”  
Uma das mãos pequenas de Raquel fechou-se em torno daquele pau e ainda sobrou grande parte dele, enquanto a outra massageava o saco. Raquel fez alguns movimentos de leve com a mão, maravilhada com aquela cabeçona vermelha inchada quente e pulsante. A cena a seguir durou apenas alguns segundos, mas passa em câmera lenta na minha cabeça toda vez que relembro.
Raquel abriu a boca, pronta para acolher o cacete, direcionando-o à sua língua macia. Encostou os lábios e a ponta da língua na parte de trás da cabeça do pau e, ao que parece, apenas o calor desse contato foi suficiente para fazer Luiz gozar. O primeiro jato veio forte, e uma grande quantidade atingiu de surpresa o nariz e rosto de Raquel. Os demais vieram em menor volume, porém, com a mesma intensidade, chegando a melar seus cabelos enquanto ela punhetava e lambia a parte de trás da cabeçona que tremia com os espasmos que acompanhavam cada jato de porra.
Luís gemeu e suspirou após o último jato, disse:
“Meu Deus! Que loucura!”
Mais uma vez com a respiração ainda ofegante. Raquel levantou-se e ficou de pé na nossa frente com um sorriso no rosto. Notei que o pau de Luís continuava num estado de semi-ereção (apesar de meio murcho após o gozo), pois ele não desgrudava os olhos de Raquel, que, nua na sua frente passava as mãos nas bochechas e lambia os dedos de porra.
Sentado na borda da hidro, Luís olhava fixamente para a buceta de Raquel, lisinha, molhada e convidativa. Ela aproximou-se vagarosamente dele, parou ao seu lado, levantou uma perna, apoiando o pé na borda da banheira e expondo completamente sua xota a poucos centímetros do rosto de Luís. Ele olhava fixamente para aquela buceta que gotejava de tesão e certamente podia sentir seu perfume. Raquel permaneceu nesta posição por alguns segundo e saiu em direção ao chuveiro.
“Ai, que loucura!”
Disse mais uma vez Luís enquanto olhava a bunda de Raquel afastar-se de nós.
Neste mesmo instante, Patrícia retornava para a banheira com outra garrafa de Vodka na mão.
- O que foi que eu perdi?? – perguntou.
- Ah! – suspirou Luís – Nem queira saber... Nem queira saber...
Disse, ao mesmo tempo em que saía da hidro em direção ao chuveiro.
Patrícia sentou-se ao meu lado, tomou um gole da bebida e, me passando a garrafa, comentou:
- Não sabia que vocês eram assim.... tão liberais! Hehehe!
- Nem eu – respondi – nem eu!
Tomei um grande gole de coragem líquida e comecei a falar o quanto sempre tinha achado ela gostosa e que me deixava com muito tesão. Ela ficou lisonjeada e perguntou:
- Sério?
- Claro – eu disse – olha só o jeito que eu estou só de olhar pra você – falei e apontei para meu pau duro como uma rocha. – Só de olhar para os teus peitos eu tenho que me segurar pra não gozar!
- Bom – ela falou, aproximando-se – então a gente podia aproveitar que eles não estão e resolver logo essa situação, não?
- Ãrram... – balbuciei
Ela posicionou-se entre as minhas pernas e acomodou meu pau entre os seios, pressionando-os contra minhas bolas. A sensação era maravilhosa, eu já estava explodindo de tesão. Aqueles peitos enormes, duas bolas de handebol, quentes e macias subindo e descendo em torno do meu cacete, enquanto eu apertava seus biquinhos róseos.
Patrícia abaixou a cabeça, abrindo a boca e lambendo a cabeça do pau a cada movimento dos seus peitos. Tentei me concentrar o mais que podia, mas as lembranças daquele rabo que instantes antes estava apontando para mim começaram a aparecer na minha mente. Eu fechava os olhos e tudo o que via era a bunda de Patrícia, com sua buceta entreaberta e seu cu incitando-me ao gozo.
E por mais que quisesse posterga-lo, ele veio rápido. Após todo aquele tempo e todos aqueles estímulos, senti o primeiro jato saindo quente com a força de um tiro. Nem vi onde foi parar. Os próximos foram sobre os seios de Patrícia. Suspirei aliviado e ela riu. Continuou apertando o pau com os peitos até que eu terminasse de gozar. Pressionou o pau com as mãos para ainda extrair dele uma última gota, que espalhou sobre os bicos dos peitos.
Deixei a cabeça cair para trás, extasiado, e olhei no relógio:
Meia-noite.

A noite tinha apenas começado.

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