260 - Puta Que Pariu

Eu e meu marido (ambos com 39 anos), ambos descendentes de japoneses, estamos casados a 19 anos, e cabe relatar que perdi a minha virgindade com ele, poucos meses antes de nos casarmos.
Até o acontecido, sexo para mim era algo que eu fazia apenas para satisfazer meu esposo, um homem bom, carinhoso, mas que não me fazia sentir arrepios de tesão. Eu poderia dizer até que achava penoso fazer sexo em determinadas ocasiões. Era mecânico, frio, rápido, sem qualquer preparação. Para se ter uma noção, nem filmes pornôs nós víamos. Tudo era tabu. Nada parecia me excitar, ou melhor... Eu nunca havia me excitado verdadeiramente.
Tudo mudou numa viagem que fizemos a um resort na Bahia. Chegamos num domingo à tarde, e nada de diferente aconteceu até o dia seguinte.

Após o café, fomos a praia particular do resort, e em conversa com outros hóspedes que logo fizemos amizade, ficamos sabendo que bem na ponta da praia, a cerca de uns 500 mt, a praia era liberada para adeptos do nudismo.
Reparei que Sergio (meu marido), ficou curioso com a tal praia, mas como sempre foi muito respeitador comigo, nada comentou. Os dias foram se passando, os laços de amizade com outros hospedes se estreitando, até o dia em que dois outros casais nos convidaram para andar até a ponta da praia.
Sergio meio sem graça comigo, não conseguia disfarçar a vontade de ir, e após alguma resistência minha, e muita insistência dos dois casais, fomos. Chegando lá, fiquei pasma com a naturalidade das pessoas, que andavam nuas como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Vestidos (sungas e biquínis), sentamos em um pedaço de areia, e ficamos admirando as pessoas. Eu nunca havia visto nada parecido... Para falar a verdade, até aquele momento, acho que só tinha visto completamente nu, o meu marido.
No início, me senti incomodada, mas com o passar do tempo fui me acalmando, pois reparei que ninguém me olhava. Todos estavam mais preocupados em ver as pessoas desfilando nuas.
Comecei a me sentir estranha... Curiosa... Comecei então a reparar na diferença entre as pessoas, e principalmente entre os homens. Logo notei que os pênis ali, na média, eram bem maiores que do Sérgio, apesar de ter os pequenos também rs. Eu estava pasma com tanta libertinagem, mas estava gostando.
Até que sai de não sei de onde, um rapaz de cerca de 30 anos... Corpo bem feito... Rosto nem tão bonito, mas másculo, e com um pênis, que ainda flácido era muito maior e mais grosso que o do Sérgio duro, um verdadeiro gigante. Era lindo... Grosso por igual, cabeçudo, roliço, bem feito... Fiquei encantada (até então, nunca havia achado um pau bonito).
Aquilo mexeu comigo, e creio que ruboresci no mesmo instante. Senti um arrepio, uma sensação que nunca na vida havia sentido.
Juarez (era o nome do rapaz), sentou-se sozinho, a poucos metros de nós. Eu, com uma visão privilegiada daquilo tudo (um pênis lindo, bonito mesmo, e... Imenso...) reparava em todos os detalhes.
Não sei bem quanto tempo fiquei viajando naquele pênis, mais devo ter ficada hipnotizada por um bom tempo, pois fui acordada pelos chamados de um dos homens dos casais que nos acompanhavam, e que ria da situação.
Constrangida, pedi para irmos embora, o que fui prontamente atendida por Sergio. Não trocamos palavra na volta.
Aquilo me desconcertou. Eu não queria pensar, mas a imagem daquele pau gigante, roliço, me vinha à cabeça, me deixava louca, mexia demais comigo. Eu tremia literalmente.
Reparei que Juarez, em uma estranha coincidência, passou a estar em todos os lugares que estávamos (restaurante, piscina, quadra de esportes, praia...). Mesmo de longe, sempre que via, nos cumprimentava com um pequeno gesto com a cabeça.
Eu me pegava, sempre que tinha oportunidade, olhando o volume na bermuda do rapaz, e sempre pasma com o tamanho. Imaginava como seria aquela rola imensa, quando estivesse dura.
Sergio já havia percebido (acho que todo mundo), mas continuava respeitoso comigo... Sem dizer palavra. Os dias foram se passando com esta tônica. Eu mirando... Juarez mostrando discretamente e Sergio fazendo de conta que nada acontecia.
Até uma noite em que houve um jantar regado a muito vinho e camarão, em que Juarez sentou-se à mesa junto conosco e mais outros 5 hóspedes (isso é comum no resort). Durante o jantar, Juarez mostrou-se falador, mas nunca diretamente a mim. Brincou com todos igualmente.
Depois do jantar, assistimos um show (também regado a muita bebida), e depois ficamos todos (um grupo de umas 15 pessoas) conversando na beira da piscina, quando Juarez veio ao lado de Sergio e disse:
- Estou um pouco alto... Acho que preciso de uma sauna para me recuperar, gostariam de ir?
Sergio olhou pra mim, e perguntou:
- Quer tomar uma sauna?
Meio que por impulso disse:
- Sim, eu topo.
Saímos os três meio que de mansinho, bem discretamente. Eu e Sergio fomos ao quarto botar os trajes de banho, enquanto Juarez foi pedir ao administrador para ligar a sauna.
Logo, estávamos os 3 sentados na sala de descanso da sauna, esperando ela esquentar. Eu não entendia muito bem o que acontecia, pois havia bebido um pouco, e não acreditava que Sergio pudesse sair da sua rotina, mas estava excitada com aquilo tudo.
Sergio deitou numa cama, e eu sentei aos seus pés. Juarez se deitou na cama exatamente ao lado da nossa. Sergio fixou o olhar no teto e ficou olhando pro nada. Eu tentando ser discreta, olhava aquele volume enorme na sunga de Juarez. Era uma coisa anormal e impressionante...
Juarez, já evidentemente percebendo minha indiscrição, jogou as mãos para trás da cabeça, e deitou de barriga para cima. O que acontece daí para frente, até hoje (passados quase 9 anos) ainda me fazem tremer nas bases literalmente.
Com Sergio e Juarez deitados, olhando para o teto, fiquei a vontade de fixar o olhar no brinquedinho de Juarez.
Após uns minutos, comecei a reparar que aquilo começou a crescer. A forma como eu olhava, estava excitando o rapaz... Começou inchando... Crescendo, crescendo, crescendo... E eu fixada... Não acreditava que aquilo estava acontecendo. A sunga marcava nitidamente um verdadeiro colosso. O negócio Foi... Foi... Foi... Até que de repente, sem ninguém botar a mão, saiu pra fora da sunga uma cabeçorra, que mais parecia um pêssego de tão grande. Eu esbocei uma reação, mas imediatamente fiquei sem ação. Sergio então, olhou para aquele monstro sem tb dizer nada. Juarez deu um sorriso safado, sentou-se na cama, e puxou a sunga para baixo das bolas, deixando expor todo o pau.
Meus Deus, nunca vou esquecer esta cena... Saltou pra fora uma anaconda enorme... Gigante... Muito grossa... Brilhava de tão dura... Roliça... Cheia de veias, que pareciam querer estourar, e que apontava pro céu, imensa... Rígida... A cabeçorra brilhando de tão esticada... Como eu nunca havia visto, nem tão pouco imaginava que pudesse existir.
Aquilo era mais que o triplo do Sérgio... Em tamanho e grossura. Talvez uns 25, 26 cm (sei por que era da medida do meu ante braço, só que mais grosso).
Eu estava hipnotizada, vidrada naquele pau imenso e muito grosso... Um verdadeiro colosso... Minha xaninha começou a encharcar como nunca havia acontecido.
Olhei pro Sergio, e ele apenas fez um sinal de afirmativo com a cabeça. Foi definitivo pra mim.
Criei coragem, pois mesmo muito excitada eu estava morrendo de medo, e encostei apenas um dedo na cabeçorra do pau do Juarez. Senti-a quente. Fui colocando os dedos, um a um, criando coragem, e quando minha mão envolveu o que dava da cabeçorra, senti o pau latejar. Senti as veias pulsando, sentia a cabeça do pau inchada demais, parecendo um veludo de tão lisa...
No mesmo instante, foi como se um raio tivesse passado dentro de mim... Literalmente tomei um choque. Aaaiii que sensaçãooo!!! Tive o primeiro gozo, só de sentir aquele pau latejar nas minhas mãos.
Me recuperei, e comecei a alisar o pau bem devagar, segurei-o com as duas mãos, que quase não se fechavam, eu estava fissurada, pasma com aquilo tudo, e comecei uma punheta... Alternando com alisadas de costas de mão... De dedos... Alisava o saco... Alisava com a palma da mão... Punhetava... Puta que pariu ... Olhava para a cabeçorra, e não acreditava que aquilo pudesse existir. Enorme... Pulsante... Brilhosa... Linda... As veias... Hummm que veias...
Um liquido transparente e viscoso teimava em sair da cabeçorra, e eu lubrificava o pau todo com o tanto que saía.
Eu já não via mais nada que não fosse aquele pau... Apenas não largava... Não sei quanto tempo fiquei ali com aquele monstro nas mãos... Eu completamente louca de excitação... Olhava fixada para aquilo...
Passados alguns minutos, fui me acalmando, me tranquilizando, e daí criei coragem, encostei a língua, dei uma lambida... Gosto de macho... Puta que pariu... Lambi... Lambi... Abri o máximo que pude da boca, e tentei botar a cabeça para dentro. Chupei o que deu... Alternava lambidas, chupadas, olhava admirada, punhetava, alisava... E fiz isso por muito tempo... Que delícia de pau... Aquele líquido salgadinho... Hummmmmm
De repente, enquanto chupava, lambia, alisava, punhetava, percebi que o pau foi ficando mais rígido, como se ainda pudesse ficar mais... Mais grosso, as veias mais salientes... Juarez começou a se contorcer, a balbuciar palavras sem sentido... E jorrou uma série de jatos de porra, que talvez nunca mais na vida eu veja igual. O primeiro, quando eu fiz o movimento de punheta pra baixo, saltou forte, a quase um metro, espesso, grosso, farto... Continuei punhetando bem devagar, e uma sério de jatos, impressionantes, jorravam daquele pau maravilhoso.
Neste instante, novamente senti como se um raio estivesse atravessando meu corpo... Eu simplesmente estava gozando de novo, e como nunca....
A porra havia atingido as pernas do Juarez, a cama, a mim... Espessa, farta, viscosa... E nós, apenas olhávamos vidrados... Mas nada fazíamos.
Eu apenas esperava com aquele pau imenso na mão... Paradinha, hipnotizada... Não conseguia largar...
Devo ter segurado por uns 5 minutos ainda, pois só larguei quando Sergio me chamou, e ví que o pau do Juarez já estava em estado de descanso.
Levantei, e sem falar nada, apenas sai junto com Sergio. Levava porra no ombro, na barriga, nas mãos, mas pra mim, foi como se nada me incomodasse.
Eu estava no êxtase... Atravessei o clube até meu quarto, deste jeito... Feliz da vida.
Chegando no quarto, pulei em cima do Sergio... Afoitos... Fomos nos despindo... E logo que nos vimos livres de nossas roupas, Sergio me botou de quatro (o que nunca havia feito), e me penetrou. Metia e tirava, com força... E em menos de 5 minutos, pela primeira vez em tantos anos de casamento, eu estava gozando com uma penetração.
Sergio também gozou, e como eu nunca vi ele gozar.
Viramos de costas um para o outro, calados ainda, e fiquei sem conseguir dormir, pensando naquilo tudo que havia acontecido. Tenho certeza que o mesmo aconteceu com ele.
Mal consegui pregar os olhos naquela noite. A imagem daquele colosso me consumia. Precisava senti-lo dentro de mim.
Já sem qualquer pudor... Louca pra sentir aquilo tudo, na primeira oportunidade que tive (no restaurante do clube), pedi para Juarez me comer (quase implorando, rs).
Meu tesão era tanto, que fiquei pegando no pau dele por baixo da mesa o almoço inteiro. Que deliciaaaa...
Saímos direto pro quarto. Sergio foi junto. Mal entramos no quarto, eu já fui segurando e tirando o monstro pra fora da calça do Juarez. Tirei meu vestido, minha calcinha (minha xaninha estava completamente molhada), botei Juarez deitado de barriga pra cima (o pau ia bem acima do umbigo... rs), me ajeitei por cima, e fui sentando lentamente... Puta que pariu... Que sensaçãooooo...
Fui sentando de uma vez, sentindo a cabeçorra me rasgando... Parecia que nunca ia acabar... Eu estava cheia... Repleta... Invadida... Quando cheguei no meu limite, fiquei paradinha, sentindo o pauzão latejar... Não demorou 3 minutos, e sem nos mexermos, sem qualquer movimento, comecei a gozar... Meu corpo se estremeceu de tal forma, que quase desfaleci.
Daí pra frente, virei refém... Ele me penetrou de todas as maneiras possíveis e imagináveis... Metia forte, parava... Metia devagarzinho... Alternando... Me chamava de sua putinha japonesa... Puta que pariu... Perdi a conta de quantas vezes gozei...
Sergio gozou se punhetando apenas olhando nossa performance...
Pedi a Juarez, que quando fosse gozar, o fizesse na minha xaninha. Precisava sentir aquilo... Após quase uma hora de meteção, ele me botou deitada, e deitou-se por cima, num típico "papai e mamãe"... O cacete escorregava macio, delicioso... Ele metia e tirava bem devagar, nos beijávamos carinhosamente, seu cheiro, seu gosto... Tudo me alucinava... De repente, ele começou a balbuciar palavras sem sentido... Eu senti o pau ficar mais duro... Mais latejante, e ainda maior (como se fosse possível...rs). E de forma, suave, doce, calma... Devagar... Fomos ao êxtase numa explosão.
Quando ele começou a jorrar jatos fortes na minha xaninha, não aguentei. Meu corpo se retorceu todinho, como se tivesse tendo vários espasmos, e senti o "raio" me atravessando mais uma vez... Completamente atracada naquele corpo de macho, gozei forte... Diversas vezes... Múltiplas e seguidas vezes...

Ficamos alguns minutos abraçados, o pau ainda dentro de mim, apesar de não tão rijo... Eu me via maravilhada... Farta... Satisfeita... Me sentia mulher, em uma sensação única de plenitude...

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