263 - Marido Bebeu... Esposa Gozou

O meu desejo pela casada que morava no quinto andar, me levou a confundir as coisas. Começamos a conversar, ela era muito simpática e acabei achando que ela também sentia tesão por mim. Eu estava enganado, mas só percebi quando tentei beijá-la. Ela ficou muito zangada e a partir desse dia, ficou me evitando enquanto pode.
Até que um dia nos encontramos por acaso no elevador. Ela fez menção de sair mas eu não deixei, disse que precisava falar com ela, pedi perdão pelo ocorrido, olhei bem fundo nos olhos dela e pedi desculpas.
Disse que não ia acontecer novamente, que gostava muito dela, disse que a amizade dela era importante e pedi para ela me perdoar e voltar a ser minha amiga. Ela não me disse uma palavra. Quando o elevador chegou na garagem, ela me olhou e disse:
- Só isso?
- É, você me perdoa?

Eduarda me olhou, não disse nada, pegou o carro e foi embora. Me deixou confuso, nos encontramos no dia seguinte, ela estava com o marido. Ele me cumprimentou e ela não. 
Nunca mais nos encontramos. Até que, passados alguns dias, às vésperas do natal, quando estacionei na garagem do prédio, notei o carro de Eduarda chegando. Ela desceu do carro, me viu, me olhou, mas não disse nada. Parecia indecisa, querendo pedir alguma coisa.
Aproximei- me do carro e entendi. O marido dela estava no banco traseiro, parecia bêbado e ela estava tentando tirá-lo do carro. Me ofereci para ajudar, ela recusou, agradecendo e dizendo que não precisava, mas, suas palavras diziam uma coisa e seus olhos outra. Como se estivesse querendo ajuda, mas não querendo admitir. Orgulho? Vergonha?
Tomei a iniciativa e ajudei-o a sair do carro, colocando-o em pé com muita dificuldade, Eduarda, ficou sem jeito e começou a justificar a atitude dele, dizendo que   não era a primeira vez que o maridão exagerava daquele jeito apesar de não ser sempre. Eu disse que estava tudo bem, que era normal.  Ela continuou dizendo que não precisava da minha ajuda, mas aceitou, passivamente.
Mesmo assim, ajudei Eduarda a levá-lo para o elevador e até o apartamento. Levamos o marido dela até o quarto, Eduarda ajudou a ajeitá-lo na cama, e enquanto isso, eu encarava o seu decote, imaginando minha boca naquele colo. Ela percebeu que eu estava olhando, mas fez de conta que não viu.
Ele logo adormeceu, roncando. Saindo do quarto, disse à Eduarda que estava tudo bem e que ele só precisava dormir. Ia saindo quando ela falou, em baixinho:
- Obrigada.
Eu disse:
- De nada. Vou indo...
- Obrigada, mesmo e me desculpa...
- Desculpa por que?
- É que eu fui tão grossa com você, parei de falar com você e você foi tão gentil comigo...
- Tá tudo bem, Eduarda, a culpa foi minha, se precisar de mim, você sabe onde eu moro.
Nos olhamos. Senti pelo olhar dela que ela queria dizer mais alguma coisa e tive a impressão que ela tinha dificuldade em expressar seus sentimentos, como se esperasse que eu adivinhasse o que ela estava pensando, o que ela estava querendo. Senti uma ternura muito grande por ela, Ficamos nos olhando fixamente, por um bom tempo.
Eu não estava arrependido pelo que tinha acontecido. Mas prometi a mim mesmo nunca mais tentar beijá-la a força. Se o nosso primeiro beijo tinha sido forçado, eu queria que o segundo dependesse dela.
Mas naquela hora não cumpri minha promessa, não consegui me controlar, segurei o rosto dela e dei um beijo em sua boca, um beijo de língua, com sede, com fome, um beijo saboroso. Eu chupava sua língua enquanto acariciava seu corpo. Ela abriu os braços e me apertou contra seu corpo quente e macio, olhos fechados e minha língua explorando sua boca.
Fui empurrando ela para a parede, lambia seu pescoço e as orelhas, apalpava os seios, acabei levando-a para o sofá, eu por cima dela e continuei beijando... ergui sua blusinha, tirei os peitos dela de dentro do sutiã, segurando os dois, lambia um de cada vez, e apertava nos bicos com as pontas dos dedos, chupava, passando a língua, ela não dizia nada, mas demonstrava estar gostando, pela forma como segurava minha cabeça, enquanto eu mamava nos biquinhos inchadinhos.
Enfiei a mão no meio das pernas dela, por baixo da saia e comecei a esfregar a xoxota, por cima da calcinha. Voltei a beijá-la, beijos gostosos... Língua com língua!
Entre beijos, carícias nos seios, pescoço, colo, eu esfregava o joelho e a coxa na buceta dela. Fiquei sobre o corpo dela e começamos a nos esfregar, ela começou então a gemer baixinho no meu ouvido, se apertando cada vez no meu pescoço, erguendo os quadris e esfregando a xana nas minhas coxas. Gemia... mordeu meu ombro... cravou as unhas nas minhas costas...
Gozou na calcinha!! 

 
O orgasmo dela, ainda nas preliminares, me deixou ainda mais louco de tesão, ergui a saia dela, tirei a calcinha encharcada e guardei no bolso da bermuda.
Eu queria muito ficar com ela, não queria que fosse à força, mas naquela hora eu percebi que ela assim que ela gostava, ela gostava de ser dominada, de ser comida à força.
Tirei a bermuda e a cueca, nos beijamos, ficamos nos olhando, ela pegou no meu pau e enquanto nos beijávamos, ela começou a me masturbar lentamente. Eu estava quase gozando com aqueles dedos macios me alisando, quando ela direcionou o pau para a buceta. Esfreguei o cacete entre o ventre e o interior das coxas, alisando forte e lentamente.  Esfreguei o clitóris, e enfiei só a cabeça, voltando a beijá-la.
Não forcei mais a entrada, fiquei beijando-a e acariciando os cabelos dela e lhe dei meu dedo longo e grosso para chupar. Inesperadamente, ela adorou aquilo, com meus dedos na boca, chupava com paixão, como uma puta chupando um cacete, como uma cadela no cio.
Novamente excitada, Eduarda passou a tomar a iniciativa, e mesmo estando por baixo, foi forçando a entrada  com um movimento rápido e senti o cacete escorregando para dentro dela, penetrando e enfiei o restante numa estocada forte, mandei ela ficar olhando para mim enquanto comia ela, me deitei sobre ela, chupando seus seios, mordendo seu queixo, seu pescoço, sua buceta estava quentinha e apertadinha, eu queria que o tempo parasse ali, ela abriu bem as pernas, deu um nó nas minhas costas, a buceta se contraiu no meu pau, ela gemeu e, ela era muito gostosa, comer aquela gordinha casada era muito gostoso, ela estava encharcada e ainda com tesão, voltou a rebolar no meu pau, me deixou louco, eu estava doido para gozar, mandei ela ficar de quatro.
Ela adorava me obedecer, ficou de quatro, no tapete da sala, ainda vestida, com a blusinha erguida, os seios fora do sutiã, com a saia levantada e eu, de camisa e pelado da cintura para baixo, o pau duro, pingando de tesão.
Puxei ela pela cintura e enterrei de uma vez, amassava os peitos dela e passei a galopar dentro da buceta, estocadas fortes e rápidas, enquanto a safada masturbava o clitóris.
Fodia Eduarda como um animal, puxava ela pela cintura, dava tapinhas na bunda dela, mordiscava os ombros largos e fartos de carne e a nuca arrepiada.  Ela empinou a bundinha e se contorcia toda. Gemia manhosamente, bem baixinho, enquanto se masturbava loucamente.
Ela empinava, batendo as nádegas no meu saco, gemia, disse que ia gozar de novo e acelerei as metidas, metia fundo e forte, foi quando senti ela estremecer e ela disse:
- Vem, tô quase... Vamos gozar juntos...  
Tirei o pau até a cabecinha e meti fundo de uma vez, enterrando o pau inteirinho na buceta melada.
Ela se esfregava furiosamente, falou que ia gozar com o meu pau inteirinho na buceta, não aguentei e comecei a gozar alucinadamente, puxando os cabelos dela e ela gostou, pois começou a gozar junto comigo.
Parei de bombar e fiquei curtindo as contrações da buceta no meu pau, nos beijamos, esperei ela se refazer e comecei a bombear mais rápido e com mais força sua bucetinha era tão gostosa, que eu não quis mais sair de dentro dela, apertava os seios, a cintura, mordiscava seu pescoço, ombros, dizia que ela era gostosa, chamava ela de meu amor, enquanto esporrava que nem louco, jatos de porra, inundando sua bucetinha.
Gozei tanto junto com ela, que minhas pernas ficaram tremendo, fiquei assim engatado nela um bom tempo, igualzinho a um cachorro, até o pau amolecer.
Nunca antes tinha sentido aquilo tudo, talvez pela situação. Apesar dos meus 37 anos, era a primeira vez que eu comia uma mulher casada na casa dela, com o marido dormindo praticamente a uns passos de nós. Talvez fosse pela sua bucetinha deliciosa, o jeitinho dela, não sei.

Só mais tarde fui entender que aquilo tudo foram momentos de loucura. Eduarda não disse nada, quando eu fui embora, só me disse tchau. Mas pelo modo como me olhou, entendi que outros momentos iguais aquele só dependiam de mim.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...