264 - Sanduíche de Esposa

Se conselho fosse bom, não se dava, se vendia. Um ditado popular bem certo, que minha mãe me disse quando viu pela primeira vez minha esposa Sueli. Naquela época de escola quando a conheci, Sueli já gostava de usar roupas curtas e provocantes e sempre andava acompanhada com algum caras, até um professor de Educação Física que era um negão de quase 2 metros.
Eu conversava com alguns amigos e eles me diziam que ela era a putinha dele. Eu era tão inocente naquela época, que não acreditava em nada do eles diziam. E depois de algum tempo apaixonado por aquela garota, finalmente consegui namorar e casar com ela.

Uma mulher loira de coxas grossas e lábios carnudos, cintura fina e dona de uma bundinha bem grande. Após nosso casamento comecei a trabalhar numa empresa à noite toda e nunca a deixei sair de casa para trabalhar, apesar dela sempre insistir, mas eu morria de ciúmes da minha esposa, e temia que alguém pudesse dar em cima dela.
Em nossa cama a mulher sempre foi um vulcão e adora ser penetrada de todo jeito, em todos os buraquinhos. Nós moramos sozinhos em um apartamento e com o passar do tempo comecei a notar algo diferente na maneira de se vestir dela e aproveitando um dia em que estava sozinho em casa e comecei a revirar nosso guarda-roupas, até que encontrei um saco plástico com algumas minúsculas calcinhas.
Achei aquilo estranho, mas não disse nada a ela e tive a ideia de instalar pequenas câmeras em alguns cômodos de nosso apartamento, sem ela saber e dessa forma eu podia visualizar a qualquer hora tudo que se passava por ali, não acreditava que pudesse estar sendo chifrado em minha própria casa.
Além de instalar as câmeras eu sempre ligava do trabalho para ela e a mesma dizia sempre estar dentro do apartamento. E naquele dia sai tranquilamente de casa e ao chegar no trabalho fui logo ligando as câmeras e pude ver ela sentada no sofá e depois ir para cozinha, em seguida voltar para sala.
Fiquei tranquilo, mas foi por pouco tempo, ela parecia ligar no celular, e correu para nosso quarto, retornando apenas com uma minúscula calcinha e foi direto para porta da sala. E quando ela abriu apareceram dois caras que faziam diariamente a manutenção em nosso prédio, fiquei de queixo caído e muito puto na hora.
Eles entraram e foram direto para nosso quarto e mudei a câmera para lá. Eles começaram a beijar ela e aqueles peitinhos que eu pensava ser só meus, davam de mamar para outras bocas. Ela abraçou um, enquanto o outro veio por trás e a segurou, parecia aproveitar o tamanho daquele bundão, então os cara deitaram em nossa cama sem tirar a roupa, apenas botaram o pau para fora.
Um ficou deitando enquanto ela subiu nele, e o outro foi por trás e ambos começaram a fazer um sanduiche com ela. Eu estava furioso, mas ao mesmo tempo de pau duro em ver aquela vagabunda levando rola sem parar, resolvi naquela hora ligar para ela, que não queria atender, e depois de várias tentativas ela atendeu e vi que os cara não pararam de socar nela enquanto conversávamos.
Ela estava com a voz ofegante e perguntei:
- Está tudo bem?
Ela disse:
- Sim. Estou fazendo faxina por isso a voz tremula. Vou desligar e te ligo em pouco tempo. Um beijo.
Também desliguei e fiquei vendo aquele filme pornô com minha esposa e fiquei muito excitado com a cena, chegando até bater uma punheta.
Eles assim que gozaram foram embora e ela foi guardar a calcinha e tomar um banho antes de dormir.
Cheguei no outro dia cedo e ela estava deitada enrolada no lençol sem calcinha, estava com tanto tesão que fui para cima dela e enquanto lhe beijava o pescoço pedi para comer seu cuzinho, ela abriu as pernas e fui enfiando minha vara no rabo da vagabunda e pensando na noite anterior, dei várias estocadas com força nela, até encher seu buraquinho com todo meu leite e foi dessa forma que pude me vingar.

Não contei nada para ela, pois tinha medo que pudesse perde-la. Passamos ainda algum tempo morando neste apartamento antes de nos mudar, nesse tempo, deixei as câmeras ligadas todas noites para assistir novamente aquele filme pornô.

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