277 - Meu Marido Nem Imagina

Olá caros leitores, meu nome é Cristina. Tenho 26 anos, morena clara, olhos verdes, 1,65m, 58 kg, cabelos castanho escuro pouco abaixo dos ombros. Meus seios são médios e ainda firmes. Minha bunda, sempre fiz o possível para mantê-la durinha, devo agradar os homens, pois recebo muitos elogios.
Meu marido diz que adora minha bunda que ela é a parte do meu corpo que ele mais gosta. Ele morre de ciúmes quando caminhamos e os homens vira o pescoço para secar meu bumbum, então quando vamos fazer nossas caminhadas evito vestir roupas muito coladas no corpo para não chamar atenção.
Venho de uma família muito religiosa onde meus pais me ensinaram que a fidelidade, o respeito e o amor são fatores imprescindíveis para manter um relacionamento harmonioso entre os casais, e eles se orgulham muito de ter passado estes valores para os filhos.
Nunca dei motivo para meu marido ter ciúmes de mim, pois eu o amo muito e somos muitos felizes no nosso casamento, jamais pensei em traí-lo pois ele me completa em todos os sentidos.

Ele não é nenhum superdotado seu pênis mede 16 cm, mas é bem grosso, e na hora do sexo me deixa com o corpo mole de tanto gozar. O fato que narrarei a seguir é verídico e aconteceu há pouco tempo.
Por mais que tento pôr a culpa na pessoa que armou toda a trama, de certa forma me sinto culpada também, pois se realmente quisesse, poderia ter evitado, mas juntando o fato de estar de pilequinho, a ocasião, o quarto escuro e a maneira de como aconteceu, foi algo muito mais forte do que eu naquele momento. Espero que meu marido nunca fique sabendo, se não meu casamento irá naufragar e não suportaria viver sem o grande amor da minha vida. Vamos aos fatos:
Temos muitos amigos, mas sempre tem aqueles que são especiais e entre eles estão o Carlos e a Ângela. Eu e meu marido somos padrinhos da filhinha deles, portanto estamos sempre juntos seja nos finais de semanas ou nos feriados prolongados. Nas férias pelo menos uma semana passamos juntos, seja na praia ou numa chácara que eles têm na região metropolitana de Curitiba.
Ao contrário de mim e do meu marido, Ângela e Carlos são um casal bem liberal. Já fiquei arrepiada e de boca aberta só de ouvir a Ângela contando às loucuras que ela e o Carlos já cometeram. Acho que Carlos nunca comentou com meu marido, pois ciumento como é, com certeza já tinha arranjado uma maneira da gente se afastar deles, mesmo eles tratando a gente com respeito, na verdade somos como irmãos.
Algumas vezes já tinha notado que Carlos dedicava uma atenção especial a mim longe do meu marido. Também o peguei diversas vezes de olho nas minhas pernas, bunda, e nos meus seios quando usava um decote mais ousado, por isso quando estávamos com eles sempre me policiava ao máximo para não dar chance ao azar e evitar falatório do meu marido.
Apesar de amar meu marido, em minhas fantasias já tinha me deitado com Carlos onde ele me comia de todas as maneiras, até meu cuzinho, depois acordava com um sentimento de culpa e minha bucetinha completamente alagada. Também pudera! A propaganda que a Ângela fazia do desempenho e do tamanho do pau do seu marido parecia que estava querendo me jogar na cama com ele.
Na verdade Carlos é um homem muito interessante, bonito, extrovertido e também bem gostosão, claro que nunca deixei perceberem o meu desejo secreto, era uma coisa íntima, só minha, mas nas noites que sonhava com Carlos e meu marido me procurava pela manhã, nossas transas eram muito melhores. Mesmo sabendo que ia sentir dor liberava meu cuzinho pra ele. Adoro levar na bundinha, mas seu pau é muito grosso, então tenho que estar muito excitada para poder gozar com o pau do meu marido no meu cuzinho.
Pegamos férias em novembro e como sempre, marcamos de ficarmos dez dias na chácara. Eu, meu marido e Carlos com a Ângela e as crianças fomos no domingo. Na quarta-feira recebemos mais três casais e mais três amigos solteiros. Eles voltariam no próximo domingo, pois tinham que trabalhar na segunda-feira.
A calmaria acabou, churrasco e bebidas rolava o dia todo e ia até altas horas da noite.
Era uma quinta feira quando meu marido recebeu um telefonema necessitando sua presença urgente para resolver uns problemas jurídicos na sua empresa, pois ele é advogado, e como ele mesmo disse: 
- São os ossos do ofício. 
Eu com peninha, me prontifiquei para ir com ele, mas ele não sei como, me convenceu de ficar e ajudar a Ângela, pois assim que resolvesse os problemas voltaria para chácara. O pessoal combinara de a noite ir à cidade comer pizza e tomar vinho, pois as compras que fizemos já tinham acabado quase tudo, principalmente as bebidas e carnes. Comemos pizzas e tomamos vinhos até altas horas. Estávamos todos alegres e meio altos por causo da bebida.
Eu acho por que meu marido não estava, exagerei um pouco no vinho e confesso que estava bem alegrinha e ria de tudo.
Pensava comigo: Os homens não prestam mesmo, bastam ver uma mulher sozinha de pilequinho dando sopa para quererem tirar uma casquinha. Mesmo de pilequinho, percebia que o Carlos e os rapazes solteiros não desperdiçava uma chance de dar uma encoxadinha quando passava por mim. Sem que os outros notassem, eles sempre davam um jeito de encostarem seus paus em minhas pernas ou no meu bumbum, pois toda às vezes sentia algo duro me cutucando.
Eu não reagia, fazia de conta que não percebia, mas pelo volume que via nas bermudas deles ficava imaginando o tamanho de cada um. Nossa! Se meu marido tivesse comigo e desconfiasse de alguma coisa com certeza daria o maior rebu. Voltamos pra chácara, se reunimos na sala, tomamos mais um pouco de vinho que os homens trouxeram da cidade e ficamos contando piadas e rindo até altas horas, já era madrugada quando fomos dormir.
Acomodamos os casais nos quartos e os três solteiros colocamos colchões na sala, e eu fiquei no quarto ao lado do Carlos e da Ângela. Quando estava me preparando para deitar percebi que realmente tinha exagerado na bebida naquela noite, pois coloquei minha camisolinha de dormir e nem conseguia apagar a luz do abajur, com certeza levaria a maior bronca do meu marido se ele me visse naquele estado.
Logo todos estavam desmaiados, inclusive eu que tenho um sono leve e que normalmente demoro em pegar no sono.        
No meu sonho eu levitava sobre a cama quando ouço o ranger da porta do meu quarto se abrindo e uma pessoa com passos lentos caminhava ao meu encontro. Essa pessoa parava e ficava admirando meu corpo seminu estirado na cama. Sinto sua respiração ofegante na minha nuca e seu coração bater descompassadamente enquanto uma mão grande com dedos enormes desliza por minhas pernas dos meus tornozelos até minha virilha trazendo junto o tecido da minha camisola, e deixando meu corpo da cintura pra baixo escondido apenas por uma minúscula calcinha que mal tapava minha bundinha e minha bucetinha.
A respiração atrás de mim estava mais ofegante, agora aquela mão alisava minha bundinha e pelos movimentos contínuos com a outra se masturbava lentamente. Meus pelos ouriçados indicava a quem quer que fosse que estava no quarto comigo, que estava adorando aquilo tudo. Estava me sentindo nas nuvens e para não espantar meu visitante noturno eu nem me mexia e continuava imóvel sem dar sinal de acordar.
A seguir senti minha calcinha deslizando por minhas pernas ficando peladinha da cintura pra baixo. Logo aquela mão carinhosamente foi abrindo minhas perninhas até que senti uma língua passeando por minha bucetinha e chegando ao meu grelinho, onde parava um pouco, serpenteava e voltava até meu cuzinho e tentava enfiar dentro, brincava um pouco ali e depois voltava pra minha bucetinha e sentia ela bem no fundo.
Depois de tilintar no fundo das minhas entranhas aquela língua saia de dentro de mim e dava lugar para uma boca molhada e gulosa sugar minha bucetinha sorvendo todos os meus fluídos que eram muito, pois tinha acabado de gozar bem gostoso não conseguindo evitar um suspiro mais forte.
Percebendo que estava gostando, meu visitante mais confiante resolveu ousar um pouco mais e enfiou seus dedos compridos dentro da minha bucetinha e começou a me foder até me arrepiar toda e gozar loucamente molhando a mão de quem estava comigo naquele quarto escuro. Gozei tanto e tão prazerosamente que me despertei de uma vez e percebi que não era apenas um sonho e que sim, tinha alguém na minha cama de verdade.
Quando caí na realidade, fiz um movimento brusco e tentei pular da cama, mas antes que pudesse ver quem estava ali comigo esse alguém apagou a luz do abajur e tapou meus olhos, quando retirou a mão, a escuridão dentro do quarto era tanta que não dava para ver nada a minha volta.
Quis falar alguma coisa, mas meu visitante tapou minha boca, pois um dedo no meu nariz e fez um shiii!!! Pedindo silêncio. Tentei me desvencilhar, mas quem estava comigo fez questão de me mostrar que não saía do meu quarto sem antes me foder de todas as maneiras, pois mesmo com o susto o pau do meu visitante continuava duro que nem uma rocha. Ele fez questão de levar minha mão até seu pau para conferir, e pelo tamanho e pela grossura pude perceber que não era um pauzinho qualquer.
Se realmente quisesse, poderia evitar aquele “pseudo estupro”, mas após ter gozado tantas vezes o tesão falou mais alto que a razão, então resolvi deixar acontecer, pois também estava gostando de como as coisas iam se encaminhando, e a oportunidade de ser fodida por um pau gigante de um desconhecido, fazia parte de uma das minhas fantasias.
Claro que não tinha coragem de realiza-la, mas o destino às vezes nos prepara algumas surpresas que nunca imaginamos que um dia acontecerá, e uma oportunidade igual a essa jamais se repetiria, então resolvi extravasar e liberar de vez meu lado devassa que estava encrustada dentro da mulher certinha que só tinha olhos para o seu maridinho.
Aos poucos meu visitante foi afrouxando a mão da minha boca e como continuei calada, ele deitou de costa e forçou minha cabeça de encontro ao seu pau. Após ter relutado um pouco cedi e fui me arrastando até pegar naquele mastro e tentar abocanhar aquela cabeçorra. Minhas mãos não se fechavam em torno daquele pau, como estava acostumada a chupar o pau do meu marido que era tão grosso como aquele, não tive muita dificuldade o que mais me chamava à atenção era o tamanho daquilo, que era muito maior do que o pau do meu marido.
Após chupar aquele mastro até ficar com câimbras na boca, me deitei de costa e agora era meu visitante que desceu até minha bucetinha e me chupava alucinadamente me fazendo gozar diversas vezes na sua boca. Eu me arrepiava toda quando sentia sua língua tentando penetrar no meu cuzinho, com certeza ele estava me preparando para enfiar aquela tora no meu buraquinho, o meu receio era se conseguia agasalhar aquilo tudo dentro do meu cu. 
Após ter gozado novamente na boca de quem estava me levando à loucura, senti-o se ajeitando entre minhas pernas. Para facilitar, abri-as bem e dobrei meus joelhos para ele se encachar melhor em mim. Por ter gozado várias vezes na boca do meu anônimo minha bucetinha não ofereceu muita resistência, mas aquela tora foi entrando justo fazendo a coitadinha atingir seu grau máximo de elasticidade, pude perceber que além de bem maior era também um pouco mais grosso que o pau do meu marido. 
Eu controlava com as mãos aquele pau abrindo passagem por minhas entranhas atingindo lugares nunca antes alcançados pelo pau do meu marido, pois até o momento ele tinha sido o único homem que tinha me comido. Quando aquela tora começou a forçar meu útero fiquei meio apreensiva, mas aquele homem sabia como foder uma mulher e eu mesmo sem saber quem era, tinha confiança nele até que senti seu saco encostar-se à minha bundinha.
Aos poucos aquele homem começou a tirar e pôr seu pau novamente na minha bucetinha, na terceira ou quarta bombada não aguentei e gozei com aquela tora atolada na minha bucetinha. O líquido que aflorava da minha cavidade vaginal lubrificava ainda mais permitindo que aquele cacete entrasse e saísse em movimentos contínuos fazendo estremecer meu corpo inteiro quando gozava.
O pior é que não podia gritar, embora minha vontade fosse fazer o maior escândalo dentro daquele quarto. O ritmo das estocadas agora era intenso gostaria de poder ver minha bucetinha gulosa engolindo aquele mastro dentro dela, mas só ficou na minha imaginação. De repente sinto aquele pau crescendo ainda mais dentro de mim e senti várias golfadas de porra inundando minha bucetinha. 
O tesão de quem estava comigo era tanto que seu pau nem chegou a amolecer totalmente pois logo estava duro novamente. Em momento alguma ele parou de acariciar meu corpo, senti quando sua boca procurou meus seios e chupou com vontade. Às vezes mordia levemente os biquinhos dos meus peitinhos deixando-os totalmente durinhos. Eu correspondia seus carinhos alisando seu pau devagarinho simulando uma punhetinha.
Ficamos nesse dengo até que ele me virou de costa, colocou as mão na minha cintura e puxou me deixando de quatro pra ele, depois pincelou seu pau novamente na minha bucetinha e atolou de vez dentro de mim. Dei um gemido meio abafado pelo travesseiro e novamente ele fodia minha bucetinha em um ritmo alucinante, às vezes tentava controlar seus impulsos para não fazer tanto barulho quando nossos corpos se encontravam. Eu colaborava rebolando minha bundinha quando ele socava até o fim e amenizava os movimentos.
Depois de certo tempo fodendo minha bucetinha, ele salivava o dedo e enfiava no meu cuzinho, não demorou em estar com três dedos atolados no meu cuzinho. Intimamente eu sabia que ele não sairia do meu quarto sem antes arrombar meu buraquinho, portanto eu colaborava rebolando, mostrando que estava a fim de tentar receber toda sua tora na minha bundinha, afinal nunca tinha gozado tanto em uma noite só.
Confesso que fiquei apreensiva quando senti seu cacete forçando a entrada do meu cuzinho, quis falar alguma coisa e ele tapou minha boca pensando que iria gritar... bobinho!!!
Aos poucos ele foi empurrando e seu pau foi abrindo passagem, tirava tudo e botava novamente. Aos poucos meu cuzinho foi preenchido totalmente e sentia aquela tora no meu estômago. Suas bolas batiam na minha bucetinha conforme o ritmo das estocadas que levava, confesso que estava mais à vontade com ele socando no meu cu que na minha buceta, pois quando ele atolava todo o seu pau eu ainda conseguia jogar minha bunda de encontro a ele.
Ele Continuou a foder meu cuzinho em um ritmo frenético, eu conseguia aguentar aquele pau me arrombando e fazia de tudo para me controlar e não gemer alto demais, pois alguém poderia escutar. Então me segurei o máximo até que explodi em um gozo alucinante e não teve como evitar um gritinho agudo dizendo:
- Estou gozando.
Quem estava comigo sentindo meu corpo tremendo e tentando abafar meus gritos, segurou forte na minha cintura e atolou o mais fundo que pode no meu cuzinho e senti novamente várias golfadas de porra inundando meu intestino.
Quando acabamos de gozar estirei-me na cama e ele caiu por cima e ficou um tempinho em cima de mim. Ele não me falou quem era e também nem perguntei, achei melhor não saber quem me dera tanto prazer naquela noite. Conforme seu pau amolecia, aos poucos foi saindo de dentro do meu cuzinho deixando um vazio enorme dentro de mim.
Era muita porra que saia de dentro do meu buraquinho, passei a mão e percebi que o lençol estava muito molhado e ainda escorria porra por minha bundinha. Notei que ele estava procurando algo para se limpar, então achou a calcinha que usava sobre a cama, se limpou e depois de me dar um selinho, colocou minha calcinha toda molhada do nosso gozo na minha boca e saiu rapidamente mesmo no escuro.
Ele fechou a porta do quarto com cuidado para não fazer barulho e acordar os outros que dormia na sala a poucos metros de onde estávamos. Dava tempo para acender a luz e ver quem me tinha fodido de maneira tão competente, mas na hora nem me passou pela cabeça, melhor assim.
Depois que meu comedor saiu, esperei um pouco e acendi a luz. Fiquei preocupada com o tamanho da mancha que tinha ficado sobre o lençol, qualquer mulher que entrasse ali, saberia que tinha rolado muita sacanagem naquele quarto, e não tinha como dar uma explicação coerente, então antes que o pessoal acordasse me levantei, troquei a roupa de cama e aproveitei o lençol sujo para secar a porra que ainda teimava em sair da minha bucetinha e do meu cuzinho.
Conforme me limpava ia avaliando o estrago que aquele cacete enorme tinha feito nos meus buraquinhos, estava toda esfoladinha tanto no cu quanto na buceta. Fui para a lavanderia com minhas pernas abertas ainda bem que não tinha ninguém para me ver naquele estado.
Logo o pessoal foi se levantando. Enquanto uns preparava o café outros se encaminhava para os tanques de peixe. Quando a Ângela levantou e me viu lavando a roupa de cama veio até onde estava perguntando:
- Por que está lavando roupa nessa hora?
Dei a desculpa de ter exagerado na bebida e que a noite tinha vomitado e sujado o lençol. Ela riu e disse que era falta de homem para fazer companhia. Se ela soubesse!!
Prefiro ficar na dúvida de quem me visitou naquela noite. Suspeito dos meninos e do Carlos, mas seja quem foi, soube disfarçar muito bem, pois mesmo prestando atenção nos meus suspeitos ninguém deixava transparecer quem foi o autor daquela proeza. Eu também fiz de conta que nada tinha acontecido, mas estava super curiosa para descobrir quem era o meu amante anônimo.
No domingo à tarde o pessoal voltou para suas casas e a noite meu marido voltou pra chácara e tudo transcorreu normalmente. Eu não deixei perceberem nada de estranho comigo, agia normalmente como se não tivesse acontecido nada. Meu marido nunca saberá o que aconteceu com sua mulherzinha na única vez que a deixou dormindo sozinha. É um segredo que guardarei a sete chaves para o resto da minha vida. Repetir jamais. Enquanto estiver com meu marido continuarei sendo sua esposa fiel e dedicada como sempre fui até aquela fatídica noite.
Antes de terminar deixo uma pergunta no ar:

- Estupro consentido é traição?

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