282 - O Voyeur

Meu nome é Rita, tenho 37 anos, clara, cabelos e olhos castanhos, 1,72 de altura e 60 quilos. Meu marido é o Marcelo, 41 anos, claro, cabelos e olhos castanhos, 1,75 de altura e 70 quilos. Ele é economista e trabalha numa grande multinacional e eu pedagoga de formação, mas dona de casa por opção. Temos 2 filhas: uma de 13 e outra de 10 anos.
Vivemos uma vida maravilhosa, sobre todos os aspectos. Temos uma situação financeira muito boa e a vida em si, muito tranquila, além de uma vida sexual bem ativa, mesmo com os 16 anos de casados. Parecemos mais um casal recém-casados, haja visto que, fazemos sexo, praticamente todos os dias. Mesmo com a minha idade e ter passado por duas gravidez, tenho um corpo muito bonito, pois desde quando a minha filha caçula completou 1 ano, frequento uma academia para manter o corpo saudável e em forma. Tenho um corpo cinturado, bumbum e seios médios e as pernas, que são os objetos de maior elogios por parte do marido e dos amigos.

O meu marido tinha uma antiga fantasia. Vivia insinuando, que queria que eu tivesse um caso com outro homem, desde que, lhe contasse tudo que acontecia entre a gente. Não fazia questão de me ver transando com outro, bastaria que eu lhe relatasse o que havia ocorrido neste encontro, que ficaria satisfeito e muito excitado e o suficiente para me desejar cada vez mais e não deixar passar nenhuma noite “em branco”.
Depois de muita conversa e insistência, acabei me relacionando com o Marcos, que eu conheci na academia e hoje, depois de quase um ano e meio, continua sendo o meu amante. Marcos tem 27 anos, e um corpo bem parecido com o do meu marido. Tem uma concessionária de veículos e quando começamos o nosso “namoro” era noivo e atualmente é casado.
Não fosse a insistência do meu marido, jamais pensaria em ter um amante, pois sou uma pessoa recatada e introvertida e mesmo tendo um amante, continuo muito discreta e tenho certeza, que não passo nenhuma desconfiança para familiares ou amigos.
Como acontece todos os anos, as férias do Marcelo coincide com as férias escolares das filhas e assim sendo, passamos praticamente o mês inteiro de Janeiro, no apartamento que temos em Ubatuba. É um condomínio formado por 7 blocos de 4 andares. Como os blocos são muito próximos, podemos ver as janelas dos blocos vizinhos, que estão bem próximas das nossas. Com as janelas abertas, podemos ver praticamente a metade do quarto do bloco em frente. Da mesma maneira, os vizinhos podem ver os nossos quartos, se as janelas estiverem abertas.
O caso que eu vou contar em seguida, aconteceu nas últimas férias. Normalmente, ficamos na Praia da Lagoinha, até o meio da tarde. Durante este período, brincamos com as filhas na água e fazemos uma caminhada. Beliscamos alguma coisa, tomamos as nossas cervejas junto com os amigos e alguns conhecidos das férias passadas.
Quando voltamos para o apartamento, eu tomo um banho, descanso um pouco e começo a preparar o almoço/janta para o pessoal. Após o banho, eu costuma ficar apenas de micro calcinha e uma blusinha curta. Não sou muito encucada e pouco me importo que alguém me veja nestes trajes, pois eu não acho muito diferente de estar na praia vestindo um biquíni.
Numa noite, após o jantar, eu estava sentada na cama, dobrando algumas peças de roupa para arrumar no armário, quando sem querer, olhei para a janela e vi um rapaz na janela do Bloco em frente, olhando para mim. Nem me preocupei e continuei com a minha tarefa. Ele estava na janela do andar superior e com certeza, tinha uma visão ampla do lugar que eu estava.
Naquela noite, quando fomos para a cama, comentei esta fato com o Marcelo e ele ficou todo curioso em saber quem era esta pessoa. Como tudo que se relaciona comigo é motivo de aumentar o seu “tesão”, parece que só de ser vista por um outro homem em trajes íntimos, aumentou o seu libido e terminamos a noite com muito sexo e amor.
Na noite seguinte, logo depois do jantar, Marcelo chegou até mim e pediu que eu ficasse no quarto fazendo algo semelhante ao do dia anterior, para ver se o tal rapaz apareceria na janela para me ver. Pediu que eu o avisasse, caso estivesse lá. E se eu podia ficar sem a parte de cima. Fingi estar arrumando algumas roupas e de vez em quando dava uma olhada em direção a janela, para ver o tal rapaz. Quando o vi, fui até a sala, onde Marcelo estava vendo TV e o avisei sobre o tal rapaz.
Ele pediu que voltasse para o quarto, pois iria até o banheiro da suíte e através da janela iria ver quem era. Antes de voltar para o quarto, entrei com o Marcelo no banheiro e vi o tal rapaz. Aparentava ter de 35 a 40 anos, tinha um rosto muito bonito e realmente, nunca o havia visto no condomínio. Voltei para o quarto e fiquei num local onde poderia ser vista por ele.
Roberto ficou no banheiro mais um pouco e mais tarde me disse que ele fazia alguns movimentos suspeitos, parecendo que estivesse acariciando o seu pênis ou se masturbando.
Isto foi o suficiente para que Marcelo ficasse com muita tesão. Aproveitou a hora que as filhas foram para o quarto dormir e mais uma vez foi até o banheiro ver se aquele rapaz estava na janela. Confirmou a presença dele. Fomos para o quarto, acendeu a luz do abajur e apagou a luz do quarto.
O ambiente ficou uma penumbra e ainda mais sexy. Ele estava muito excitado. Tirou a minha camisola, ficou nu e ficamos nos abraçando e beijando. Deitou de costas na cama e pediu que eu lhe chupasse, como sempre fazia nas preliminares. A metade do meu corpo, com certeza estava sendo exposta àquele rapaz e só de desconfiar disso, Marcelo devia estar extremamente excitado.
Eu, embora estivesse um pouco acanhada, lambia e chupava cada milímetro do seu pênis. Descia e subia com a língua em toda a sua extensão e arrancava gemidos e sussurros do Marcelo. Abocanhei a cabeça do seu membro e chupava e sugava com volúpia, pois sabia o quanto o Marcelo estava gostando daquela situação. Como eu sei que o Marcelo não ejacula na minha boca, demorei o mais que pude, para dar o máximo de prazer ao Marcelo e também àquele “voyeur”.
Depois de muito tempo, trocamos de posição e foi a vez do Marcelo me chupar. Como sempre, com a maestria que lhe é peculiar, lambeu e chupou cada milímetro da minha vagina. A sua língua, entrava e saía de mim, igual a de uma serpente. Gemia e dava gritinhos de prazer, tamanho era o prazer que eu estava sentindo.
Quando a sua língua começou a massagear o meu clitóris, o meu corpo não conseguia parar de se mexer e sentia a aproximação do clímax. Soltando um gemido e um grito, gozei como um animal. Meu corpo saltava à cada convulsão e depois de dezenas delas, caí quase que desmaiada de tanto prazer. Deslizei o meu corpo um pouco para trás e deitando de bruços, pedi para o Marcelo me penetrar por trás.
Como já tinha passado o acanhamento inicial, com certeza o vizinho estaria vendo a metade dos nossos corpos naquela cópula. Marcelo direcionou a cabeça do seu pênis na entrada da minha vagina e foi empurrando devagarinho até a sua completa penetração. Eu rebolava e empinava mais o meu bumbum, para facilitar a penetração e sentir cada milímetro do seu membro.
Entrava e saía de mim por várias vezes. Ora lentamente e ora rapidamente, movimentava o seu quadril a cada estocada. Com movimentos cadenciados e cada vez mais rápidos, me penetrava violentamente e não conseguimos segurar o gozo. Gozei como nunca. Gritava e gemia a cada golfada do seu esperma nas minhas entranhas. Marcelo arfava e gemia de prazer. Sentia a sua respiração quente na minha nuca e já satisfeito plenamente, deixou o seu corpo cair sobre o meu e assim ficamos por um longo tempo, até que a respiração voltasse ao normal.
Ficamos nesta posição por vários minutos e deu para ouvir o barulho de uma janela se fechando. Plenamente satisfeitos, levantamos para tomar um banho e Marcelo me abraçava e beijava com muita volúpia. Confessou que havia sido um dos sexos mais gostosos que havia feito, pois havia realizado uma outra fantasia, que era fazer sexo sob as vistas de um “voyeur”.
No dia seguinte, depois do banho, vesti uma roupa qualquer e desci até o salão de festas, onde o pessoal do condomínio se reúne para um bate-papo. Depois de cumprimentar vários conhecidos, vi aquele rapaz. Estava com uma criança de mais ou menos 4 anos no parque infantil. Não vi a sua esposa. Passei por ele e cumprimentei-o como havia feito com outras pessoas. Me respondeu com um lindo sorriso e acredito que tenha me reconhecido da noite anterior.

Mal sabia que ele tinha proporcionado tanto prazer em mim e no Marcelo. Nos dias seguintes, no mesmo horário, no mesmo local e na mesma penumbra, lá estávamos nós, fazendo sexo cada vez mais gostoso sob os olhares daquele rapaz e sendo objeto de uma possível masturbação daquele “voyeur”.

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