284 - A Participação do Marido é Fundamental

Quando se é casada como eu sou, o marido tem que participar efetivamente da vida erótica e sexual da esposa, isso é verdadeiramente fundamental para que a relação liberal se torne sólida e sem nenhum percalço entre os dois. Acho que dei sorte por ter me casado com um homem Dominador que é Voyeur e Exibicionista.
Como Dominador, ele me obriga a servi-lo da forma mais gostosa que existe, permitindo que eu experimente algumas aventuras no campo do sexo com outros homens e até mesmo, com mulheres.
Como Voyeur, ele curte me ver vestida de forma sempre muito provocante, tesuda e gostosa. E dessa maneira saio de casa, usando roupas verdadeiramente sensuais, que provocam desejos em outros homens, eu adoro me sentir cobiçada e desejada pelos tarados das ruas.

E como exibicionista, quase que da mesma forma como um homem Voyeur, ele me exibe com orgulho, como um verdadeiro troféu do mais puro e devasso prazer. Foi o seu lado Voyeur, ainda quando namorávamos, que ele foi me educando, e me moldando como uma verdadeira puta.
Como os meus pais eram muito rigorosos na minha educação, apesar da minha mãe, ser uma mulher muito evoluída, a ponto de trair o meu pai com outros homens; no entanto, o meu namorado que hoje é meu amigo, que me fez aprender a me exibir para ele, exclusivamente.
E para escapar da rigidez dos meus pais que não permitiam que eu usasse roupas tão escandalosas, que ele, meu namorado com quem me casei, passou a comprar vestidos super curtos e sandálias de saltos bem altos, assim como minúsculas calcinhas, para que pudesse vestir na casa dele, quando saíamos a noite.
Confesso que passei a gostar, a ponto de ter na casa dele, praticamente todas as roupas que usava quando íamos a festas, barzinhos e boates. Até aí, eu nunca havia imaginado que um dia ele me propusesse ficar com outro macho na sua frente, eu jamais havia imaginado tal ideia de comportamento.
Casamos e passados uns dez anos, ao visitar a minha prima em Londrina, a Vera Lúcia, hoje com 56 anos e mais putinha do que nunca, foi que eu aprendi o que era uma relação liberal. Com ela aprendi como era tesudo trepar com outro cara que não fosse o próprio marido, mas, com a presença do marido e ele vendo tudo.
Enquanto o meu marido saía com o Jorge, marido dela; ela ficava me ensinando como eu deveria agir para fazer com que o meu marido se tornasse um corno verdadeiramente assumido e muito tesudo. Nessas conversas, claro que ficávamos excitadas a ponto de certa tarde com os nossos dois maridos na rua, ela, acabou me tocando e confesso que gostei, despertando de forma muito gostosa o meu lado bi feminino.
Ela foi a segunda pessoa a chupar gostoso os meus seios, meu cuzinho e claro, a minha boceta, eu pirei com tais descobertas. E pior, ao tomarmos banho, ela me iniciou nas delicias das chuvas douradas. No piso do banheiro da casa dela, mijei gostosamente nos seios, barriga e na sua bocetinha; por sua vez, ela fez o mesmo comigo, despertando em mim, o meu lado de submissa.
Com o passar do tempo, eu e o meu marido passamos a assistir vídeos onde casais transavam com aqueles homens cortadores de grama, jardineiros, piscineiros, pedreiros, pintores de parede, borracheiros, mecânicos, frentistas de postos de gasolina e ainda, com entregadores de pizza.
Uma ocasião, eu já tinha 35 anos de idade, após assistirmos a um vídeo, onde um negro enorme, gordo, sujo e todo suado, tipo encanador, que no vídeo comia a esposa e o marido, pegava no pau dele, para enfiar na boceta e no cuzinho da esposa; ele, meu marido, de pau duro, me perguntou:
- Você toparia uma transa assim?
Claro que na hora respondi que sim. Me lembrei dos ensinamentos da minha prima Vera Lúcia, que havia me falado que na primeira brecha, eu tinha que aproveitar e aceitar, foi a
mudança da nossa vida. Meu marido publicou um anúncio na Revista Private com o título, “Locomotiva do Prazer”, foi incrível.
Passados uns 15 dias começaram a chegar as cartas. Demos preferências para os homens de fora, viajantes e representantes comerciais e foi então, que conhecemos o primeiro dele, em um bar em Campinas. Foi uma loucura, com ele, fizemos o nosso primeiro ménage.
Mas, apesar de aparentar que posso ter tido muitos homens, isso não é verdade, É muito complicado escolher um parceiro através de anúncios ou, como agora, através de sites como o Casada Sexy.
No entanto, o que eu quero dizer é que qualquer homem casado pode transformar a vida da sua mulher, dando condições dela ter o mais absoluto prazer ao ser desejada por outros homens pauzudos e sedentos de tesão. Afinal, qualquer homem, adora comer gostoso, meter com tara, em uma bela mulher casada.

A maioria dos homens me comem muito mais pelo fato de que eu sou casada e que o meu marido dominador é um tesudo voyeur exibicionista, que adora fotografar e até mesmo filmar
as minhas transas. 

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