305 - VOCÊ NÃO QUERIA ME VER COM OUTRO?

Minha festa de noivado estava maravilhosa, não tenho do que reclamar, Alberto, meu noivo, havia feito a melhor festa que eu poderia imaginar. Eu usava um belo vestido, caríssimo, vermelho, o que fazia meus cabelos ficarem ainda mais vermelhos, o decote chamava a atenção de todos, meus seios estavam ainda mais chamativos, os olhos de Alberto encontravam os meus. Ele falou ao me entregar uma taça de champanhe:
- Está completamente deliciosa.
Alberto é mais velho do que eu, tenho 29 e ele 35 anos. É prefeito da cidade, um político boa praça que todos adoram. Ele é bonito, corpo em forma, cara de homem sério. Não tinha ciúmes de nada, a verdade é que ele adorava ver os homens babando por minha culpa, e eu não me fazia de rogada, adorava me exibir.
Entre conversas com os convidados, drinks e danças eu observava o bartender, descobri seu nome facilmente com a equipe da festa, era Xavier.
Xavier era um homem forte, devia ter uns 26 anos, era muito alto, bem mais alto que Alberto, era negro, seus olhos grandes e negros, uma boca carnuda bem vermelha, os cabelos eram trançados, quase na altura dos ombros largos, era forte, a camisa social grudada nos seus músculos exuberantes. Eu tentava não olhar, mas passei a festa de olhos grudados naquele Deus. Olhava tanto que acabei chamando sua atenção, Xavier era safado, percebi isso quando ele sorriu pra mim, um sorriso cheio de malícia que me fez ficar toda molhada.

304 - MACHO DE VERDADE

Só uma mulher que foi comida por um homem de verdade pode realmente entender do que estou falando. Não digo apenas penetração, mas ser tratada como uma puta, usada e abusada em todos os buracos, experimentar um prazer tão grande que parece que se vai morrer ou enlouquecer de tanto levar pau, dedos e língua.
Sou casada há 12 anos com um homem que amo e com o qual tenho um filhinho lindo. Contudo, após tanto tempo juntos, é natural que o tesão diminua e fiquemos um pouco cansadas da rotina.
Comecei a fantasiar com outros homens, a me imaginar nos braços de machos viris, conquistadores e bem sacanas. Mas jamais acreditei que teria coragem de ir mais fundo nos meus desejos, por medo de prejudicar minha família e meu casamento.

303 - NAMORADA DO MELHOR AMIGO

Eu sempre fui um cara que tive um fraco por mulheres comprometidas, gosto demais. A tentação do proibido sempre me instigou, e o tesão é diretamente proporcional à minha proximidade com o corno. Então nem preciso dizer que comer a namorada do meu melhor amigo foi o santo graal do tesão pra mim, e senti que deveria compartilhar essa história.
Lucas é meu melhor amigo, um cara com todas as qualidades que um grande amigo deve ter, que eu mato e morro por ele, e ele por mim. A gente faz faculdade junto, pratica esporte junto, faz farras junto, somos como unha e carne. Aí é que mora o perigo, pois como ele namora há muito tempo, eu tenho muito contato com sua namorada também. O nome dela é Daniela, mas pode chamar de Dani.
Dani é bonita, nenhuma deusa, mas bonita. Mas o que mais me chama atenção nela é o corpo. Ela é uma falsa magra, que dependendo da roupa pode parecer magrinha ou gostosona. Ela é uma delícia, e especialmente por ser namorada do meu melhor amigo, já tinha sido minha fantasia em várias punhetas.

302 - UM NEGÃO PARA DUAS CASADAS

- O primeiro negro, nenhuma mulher esquece.
Essa foi a frase que o Beto me disse no dia em que traí meu marido pela primeira vez.
No começo achei que ele estava se vangloriando por ser meu primeiro amante desde que casei, mas depois descobri que era verdade, pois me tornei uma verdadeira louca por uma vara de cor escura.
Esse papo de que toda loira é louca por um negrão deve ser verdade, porque eu sou loira e adoro um pau preto. A testa de meu marido que o diga.
Como tive de me distanciar de Beto pois ele é amante de uma amiga minha, também casada, procurei por vários negões nesse meio tempo. Só que num belo dia, deixei minha sogra em casa sozinha e fui para a casa de minha amiga. Aqui vou chamá-la Bia para não correr o risco de alguém desconfiar de alguma coisa.

301 - OUVI SEUS GEMIDOS

Me chamo Carlos e como tantos que aqui escrevem, sempre tive a tara de ver minha linda esposa, em outros braços. Ela se chama Martinha, e sempre foi muito certinha. Na cama demora um pouco pra pegar fogo, mas quando pega é tudo de bom, gosta de anal, oral, experimenta todas as posições enfim é perfeita.
A Martinha é uma mulher bonita, 1,68, branquinha, olhos e cabelos castanhos claros, pernas bem torneadas, uma bundinha linda e seios não muito grandes, mas firmes.
Você deve estar pensando, o que mais esse cara quer? Pois é, a nossa mente é surpreendente, um homem com uma mulher dessas deveria estar super satisfeito, mas não é assim.

300 - Eu e Meu Irmão Na orgia

Não posso reclamar da vida e lembro disto sempre que me encaixo nas nádegas da amante da vez.
Isto porque há horas eu já participava de uma das orgias que costumo organizar e meu pau enrabava naquele momento o cuzinho de uma morena fogosa chamada Lígia com quem eu tenho o costume de transar desde que ela me escolheu como seu pau amigo.
Estava ela de quatro no sofá e eu em pé bem encaixado, posição que adoro porque me permite ver a pica entrando e saindo com perfeição, centímetro por centímetro.

299 - Comida Pelo Sócio do Meu marido

- Quer que eu vista a roupa de colegial? Você vai adorar, sainha xadrez, meia soquete, tênis e uma camisetinha colada no corpo?
- Não. Hoje eu tô cansado meu bem.
- E se eu fizer uma massagem bem gostosa, com óleos aromáticos, e te deliciar com um sexo oral bem gostoso. Prometo que não tiro a boca quando você gozar.
- Acho que vou dormir antes que meu pênis fique duro.
Sai do quarto puta da vida. Estava ficando com raiva do meu marido. Nada mais o motivava. Comecei a pensar que casar com um homem mais velho não foi uma ótima ideia. Tudo bem que tínhamos vivido uma fase boa. Mas agora, eu no auge dos meus 40 anos, e ele com 65, nossas transas não mais me satisfaziam.
Chegava em casa sempre cansado, enquanto eu passava as tardes imaginando uma transa maravilhosa igualzinha à que eu tinha lido nos contos eróticos.

298 - Meu Primeiro Cliente

Muitos condenam quem dá por dinheiro. Eu mesma era assim. Até que a vida me obrigou a abrir as pernas para qualquer um que pagasse.
Sou conhecida por Laura e Sheila, nomes de guerra. Há um ano atrás, perdi Fabrício, meu marido, num acidente. Na época com quase trinta anos, viúva e três filhos pequenos para criar.
Foram dias difíceis. Traumatizada, tive de assumir tudo. O único seguro que recebi foi o obrigatório do carro. Veículo esse com perda total e parcelas a pagar.
Os recursos que tinha à mão, eram da rescisão e FGTS, que a firma do Fabrício providenciou. Enquanto não saía a pensão, de valor irrisório.
No inventário, gastos com advogado e impostos para passar para meus filhos o apartamento, único bem que restou. Mais despesas com IPPTU, condomínio, matrículas, uniforme das crianças, fora outras que nem me recordo.
De uma dona de casa burguesa, de repente, pela primeira vez na vida, quebrando a cabeça com finanças. Dispensei a babá que havia ajudado criar meus filhos. Tirei os dois maiores do curso de inglês e da escolinha de natação.

297 - Assisti Minha Esposa Com Outro

Eu sou Rodolfo, 35 anos, e me casei com Amanda, também 35 anos, após apenas 6 meses de namoro. Ela é uma bela morena. Pois bem, após 5 anos de casamento comecei a ler os contos eróticos e um tesão inexplicável pelos contos de traição começou a tomar conta da minha cabeça. Eu tentava convencer Amanda a ler os contos mas ela sempre resistia.
Depois de um tempo, comprei vários brinquedos eróticos e em nossas transas enfiava um plug em seu cuzinho e dizia que era outro homem. Ela começou a se soltar. Passados uns meses ela já contava as cantadas que recebia na academia e aceitava usar umas roupinhas curtas que comprava para ela.
A situação mudou quando descobri um site de swing e ménage. Comecei a tirar fotos sensuais de Amanda e cada vez mais as pessoas comentavam como ela é gostosa. Mostrei os comentários para ela e logo ela começou a ficar excitada. Alguns usuários chamavam a atenção dela e acho que ela começou a teclar sozinha com alguns deles.

296 - A Babá

Olhei para Aline com uma expressão confusa quando abri a porta de casa. Quando finalmente desliguei o telefone, consegui explicar para ela que naquele domingo o Renatinho, meu filho, passaria o dia com o pai. Os dois tinham saído logo de manhã cedo. Não sabíamos ao certo se eu quem tinha esquecido de avisar ou se ela tinha esquecido da mudança de agenda, mas naquela hora não importava mais. 
Aline já era nossa babá fazia algum tempo, e foi aquela ajuda que eu precisava quando o divórcio aconteceu. Ela era uma moça jovem, decidida, fazia faculdade e precisava da grana extra. Trabalhava apenas alguns dias por semana e fins de semana em que havia algum imprevisto. 

295 - Traí Meu Marido Com um Negro Muito bem Dotado

- Quer outro Campari?
- Não obrigada.
Respondi enquanto virava meu rosto para saber a quem pertencia aquela voz clara e forte.
Confesso que meu olhar ficou mais tempo do que o normal, e acho que ele percebeu. Moreno, na verdade negro, por volta de 1,90 de altura, cabeça raspada, músculos fortes e bem definidos realçados por uma camiseta de mangas compridas totalmente colada no seu corpo. A cor branca da camisa contrastava com a cor da sua pele. Embora tenho 1,75 de altura me senti frágil olhando para aquele exemplar fantástico do espécime humano.
Meu pensamento em segundos comparou com meu marido, e com um pouco de remorso quase sorri.
Havia acabado de ter uma discussão com ele, em plena festa de noivado de uma amiga, porque seu porte físico levava certa desvantagem com os demais, o que o fazia ciumento e grosso nessas horas.
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