295 - Traí Meu Marido Com um Negro Muito bem Dotado

- Quer outro Campari?
- Não obrigada.
Respondi enquanto virava meu rosto para saber a quem pertencia aquela voz clara e forte.
Confesso que meu olhar ficou mais tempo do que o normal, e acho que ele percebeu. Moreno, na verdade negro, por volta de 1,90 de altura, cabeça raspada, músculos fortes e bem definidos realçados por uma camiseta de mangas compridas totalmente colada no seu corpo. A cor branca da camisa contrastava com a cor da sua pele. Embora tenho 1,75 de altura me senti frágil olhando para aquele exemplar fantástico do espécime humano.
Meu pensamento em segundos comparou com meu marido, e com um pouco de remorso quase sorri.
Havia acabado de ter uma discussão com ele, em plena festa de noivado de uma amiga, porque seu porte físico levava certa desvantagem com os demais, o que o fazia ciumento e grosso nessas horas.

Não que ele não tivesse motivos, afinal eu, com 1,75 de altura, 61 kg, 32 anos e um corpo de fazer inveja as meninas de 18, recebia cantadas a toda hora, até na frente dele, mas sempre me comportei como uma mulher casada e fiel nos últimos 12 anos de casada.
- Uma pena, pois achei que uma bebida faria você relaxar.
Insistiu ele, com um sorriso lindo mostrando seus dentes brancos e perfeitos.
- Acho que você pode ter razão.
Respondi voltando a realidade.
- Vou aceitar o Campari.
- Meu nome é Carlos. E o seu?
Perguntou ele alcançando um copo enquanto seu olhar sem nenhuma cerimônia fixava no meu decote generoso.
- Sou Marta. Mas devo alertá-lo que, caso não tenha percebido pela minha aliança, sou casada.
Com um sorriso ainda mais lindo, Carlos prosseguiu:
- Percebi sim, mas considerando que você é a mulher mais linda desta festa, preferi correr o risco.
Qual mulher não gosta de ouvir um elogio. Senti um arrepio subir pelo meu corpo, e um calor nas minhas entranhas, revelando que meu corpo tinha aprovado a aproximação.
Era por volta de 22 horas, o lugar onde estávamos era amplo, e sem muitas explicações Carlos me convidou a conversarmos em outro lugar. Eu estava entre anestesiada pelo Campari e com raiva de meu marido que não pensei.
Deixei me levar pela mão por entre as mesas e saímos numa espécie de varanda que dava para o estacionamento. Todos os carros estavam em baixo das árvores, sobre o gramado, numa quase penumbra.
Sentamos num banco em baixo de uma árvore que nos dava uma visão privilegiada da festa, sem contudo nos mostrar uma vez que a arvore nos fazia sombra da luz mais próxima.
- Desculpa Carlos, mas nem eu entendo o motivo que aceitei vir aqui com você. Meu marido pode me procurar a qualquer momento, e ai sim vou dar motivo para o ciúme dele.
- Relaxe, não estamos fazendo nada Marta. Apenas sentados. Vi vocês dois discutindo lá dentro. Estava seguindo você com os olhos desde o início da festa. Por isso me aproximei de você.
Novamente meu ego inchou. A voz daquele homem era agradável, calma, e extremamente sensual.
- Não precisamos fazer nada.
Disse ele enquanto sua mão pousava delicadamente na minha coxa.
Senti minha pele arrepiar inteirinha, e acho que ele percebeu. Sua mão enorme, macia e quente pousou sem cerimônia e instantaneamente meu corpo reagiu. Minha cabeça girava, era como se sentimentos reprimidos a muito estivessem aflorando, a vontade que eu tinha é que aquela mão não mais saísse dali.
Meus olhos procuraram os dele, não sem antes passear pelo volume que já se percebia na sua calça. Fixei meu olhar no dele.
- Mas confesso que você é irresistível.
Continuou ele enquanto sua boca se aproximava da minha.
Nada fiz que impedisse aquele beijo. Senti seus lábios colando nos meus. Meus lábios entreabertos receberam aquela boca quente e macia. Sua língua delicadamente invadiu minha boca. Milhões de sensações invadiram meu pensamento. Senti que estava ficando molhada. Meus seios endureceram, e sem tirar sua boca da minha, sua mão subiu pela minha coxa como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo.
Instintivamente minha mão segurou a dele, que carinhosamente pegou ela, e colocou-a sobre seu pênis.
Nesse momento senti meu corpo tremer. Estava eu ali, a mercê de um homem, cuja mão acariciava minha vagina úmida por sobre a calcinha, sua boca explorava a minha enroscando na minha língua, e minha mão segurava por cima da calça o maior pênis que eu já tive notícias em minha vida. Não que eu tivesse muita experiência nisso, já que não tive muitos homens. Mas uma mulher sabe quando seguira na mão um pênis se já teve outro daquele tamanho.
E com certeza, nem próximo. Acho que era o dobro do meu marido.
- Quero você.
Balbuciou Carlos enquanto sua boca beijava meu pescoço.
Sua mão continuava na minha vagina, que eu, descaradamente favorecia com as pernas abertas.
Meu pensamento não conseguia coordenar as ideias. Era loucura. O que eu estava fazendo. Mas logo em seguida já me imaginava tendo acesso aquele pênis enorme. A curiosidade era muita.
Percebi que a outra mão de Carlos já estava acariciando meus seios confortavelmente.
Carlos voltou a me beijar confundindo meus pensamentos, enquanto sua mão afastava minha calcinha, e seus dedos escorregavam por toda a minha vagina.
- Vem comigo.
Disse ele enquanto levantava seu corpo e me levava para o outro lado do banco.
Havia um carro estacionado em baixo da árvore. O que nos dava a discrição perfeita. De pé, Carlos me abraçou e colou sua boca na minha, enquanto suas mãos abriam o cinto da calça e baixavam o zíper.
Com minhas mãos curiosas ajudei na tarefa, louca pra ter nas mãos aquele pênis totalmente livre.
Segurei com vontade. Estava duro como há muito tempo não via um pênis assim. Minha mão não conseguia contornar aquele pau pois o diâmetro dele era descomunal.
Flexionei minhas pernas para ver aquela maravilha com meus próprios olhos.
Com as duas mãos segurando pela base, e extasiada de desejo, abri minha boca esperando engolir pelo menos parte daquela maravilha.
- Chupa minha gostosa.
Falou ele baixinho enquanto eu lambuzava de saliva aquela cabeça enorme esperando que desta forma pudesse engolir mais fácil.
Carlos me segurou pelos ombros e novamente fiquei de pé. Sem dizer uma palavra, ele levantou meu vestido até a cintura, num movimento rápido entre beijos, baixou minha calcinha, e com uma força descomunal, levantou meu corpo obrigando que eu abrisse as pernas envolvendo sua cintura.
Estava a mercê daquele homem.
Minha vagina toda aberta só esperava o momento em que ele posicionasse aquele pau na entrada e soltasse meu corpo. Cheguei a ter medo, pelo tamanho do pênis, mas Carlos sabia bem como tratar uma mulher.
Ainda colada nele, sentindo seu pênis ainda por fora da vagina, ele caminhou e suavemente me colocou sobre o capo do carro.
Afastou seu corpo o suficiente para minha mão segurar o seu pau e posicionar na entrada da minha vagina.
Ele então ao meu ouvido sussurrou:
- Pede pra eu enfiar em você. Pede.
- Entra em mim Carlos. Devagar.
Senti seu pênis abrindo minhas carnes. Eu estava muito lubrificada. Sua cabeça abria os grandes lábios que instintivamente o abraçava. Foi entrando sem paradas. Senti um calafrio imaginando até onde iria aquele pau. Minhas mãos seguravam suas nádegas duras e redondas que num gesto de coragem puxei ao meu encontro, sentindo aquele pau encostar no meu útero.
Me senti completa, preenchida, realizada. Me senti mulher.
- Me fode Carlos. Mete com força...
Sussurrei, ao que fui prontamente atendida. Ele entrava até suas bolas baterem no meu anus, e depois saia, até que ficasse somente a cabeça. E voltava a entrar, roçando aquele pênis no meu clitóris.
Foram bombadas cadenciadas, mesmo ritmo, mesma profundidade, mesmo prazer. Era quase possível afirmar que o orgasmo viria em breve. Não demorou.
Senti um calor em todo corpo. Minha vagina inchando, minha cabeça rodava, meu corpo reagia em espasmos cadenciados involuntários. Minhas mãos seguraram suas nádegas para que ele não saísse de mim.
Mesmo contra minha vontade, seu corpo dava estocadas imperceptíveis para logo depois parar totalmente. Senti um jato de esperma quente bater no meu útero. Foi seguido de outro, e mais outro que eu sentia a cada vez que seu pênis contraia.
Ficamos ali abraçados uns cinco minutos curtindo as sensações do orgasmo. Seu pênis dentro da minha vagina ainda pulsava de quando em quando querendo se desfazer das últimas gotas.
Quando Carlos levantou seu corpo, uma quantidade enorme de esperma caiu sobre o capo do carro.
- Acho que não tinha espaço La dentro pra tudo.
Comentei sorrindo satisfeita.
Carlos me deu outro beijo na boca, enquanto puxava pra baixo meu vestido.
- E minha calcinha?
Perguntei rapidamente enquanto olhava Carlos guardando aquela maravilha de pênis.
- Vai ser devolvida na próxima vez.
Sorri e voltei para a festa me recompondo, não sem antes dar um beijo de despedida entregando um papel com meu número de telefone.
Voltei e fui direto ao banheiro. Quando saí dei de cara com meu marido me esperando na porta. Perguntou ríspido:
- Por onde você andou?
- Estava tentando me acalmar pela sua grosseria. Acho que consegui.

Respondi, dando um tapinha no ombro dele e indo em direção a umas amigas. A festa estava bem melhor agora....

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