299 - Comida Pelo Sócio do Meu marido

- Quer que eu vista a roupa de colegial? Você vai adorar, sainha xadrez, meia soquete, tênis e uma camisetinha colada no corpo?
- Não. Hoje eu tô cansado meu bem.
- E se eu fizer uma massagem bem gostosa, com óleos aromáticos, e te deliciar com um sexo oral bem gostoso. Prometo que não tiro a boca quando você gozar.
- Acho que vou dormir antes que meu pênis fique duro.
Sai do quarto puta da vida. Estava ficando com raiva do meu marido. Nada mais o motivava. Comecei a pensar que casar com um homem mais velho não foi uma ótima ideia. Tudo bem que tínhamos vivido uma fase boa. Mas agora, eu no auge dos meus 40 anos, e ele com 65, nossas transas não mais me satisfaziam.
Chegava em casa sempre cansado, enquanto eu passava as tardes imaginando uma transa maravilhosa igualzinha à que eu tinha lido nos contos eróticos.

Acabava dormindo frustrada novamente.
Olhei para ele, enquanto começava a ressonar. Um certo sentimento materno povoou meus pensamentos enquanto olhava para seu pênis flácido caído. Não podia odiá-lo. Vivemos momentos muito felizes.
Minha mão desceu acariciando meus seios e pousou no meio das minhas coxas.
Meu olhar fixo no pênis recordava quantas vezes eu tive ele entre meus lábios. Instintivamente percorri com os dedos minha vagina relembrando aquele pênis, outrora duro, abrindo minhas carnes e se aninhando na entrada de meu útero.
Voltei a realidade com o toque do telefone. Levantei de um salto e fui pra sala. Eram 9 horas da noite. Eu vestia uma camisola transparente, sem calcinhas, pois poucos minutos antes eu ainda imaginava que meu marido fosse fazer amor comigo. Atendi ao telefone:
- Alo.
- Olá Rita, é o Marcos.
Respondeu a voz. Marcos era sócio do meu marido, casado com a minha melhor amiga. Um homem de 40 anos, quase dois metros de altura.
- Eu preciso falar com o Carlos, ele está?
- Ele já está dormindo. Chegou em casa muito cansado.
Marcos disse:
 - Bom, Eu viajo amanhã, e preciso entregar os contratos para que ele leve para a gráfica. Posso deixar com você?
- Claro, eu espero você.
- Estou indo.
Eu e Jussara, esposa de Marcos, somos amigas desde a infância. Eu sabia tudo sobre ele, pois acompanhei os dois desde o início do namoro. Foi o primeiro e único homem da vida dela. Lembro claramente do dia em que ela perdeu a virgindade. Incentivada por mim, pois ela tinha medo pois ele era um pouco avantajado. Na verdade, ele era muito avantajado.
Vi umas fotos deles transando num motel e fiquei horrorizada com a grossura do pênis daquele homem. Confesso que se não fossemos tão amigas, eu teria dado um jeitinho de usar aquela coisa.
Nessa hora, enquanto lembrava disso, senti um calor subindo pelo meu corpo.
Eu ainda sou uma mulher bonita. E com muito tesão. Minha mão desceu instintivamente entre minhas pernas, e suavemente acariciavam minha vagina. Estava úmida.
Lembrando das fotos do pênis de Marcos arrombando minha amiga, fui sentido uma vontade enorme de me masturbar.
Sentada no sofá, abri as pernas, e fiquei imaginando....
Levei minha mão a boca e senti o gosto da minha vagina. Lubrifiquei os dedos e suavemente acariciava meu clitóris.
Meu corpo foi subindo a temperatura. Meus mamilos endurecidos acariciados pela outra mão, levantavam o tecido da minha camisola de seda como se quisessem furá-la.
Eu sou muito jovem ainda e gostosa. Precisava de sexo. De homem. Da boca de um homem que me beijasse. Que me lambesse e acariciasse todo meu corpo. Queria uma língua que fosse subindo pelas minhas coxas, e que descansasse sem pressa nos meus grandes lábios.
Que fosse descobrindo todas as dobras de minha bucetinha, ainda tão jovem e necessitada. Uma língua que brincasse no meu clitóris até que ele crescesse a ponto de sair por entre os lábios.
Eu queria uma pica que entrasse na minha vagina sem medo. Sem pudor.
Eu queria ser comida. Ser fodida como uma fêmea no cio que anseia pelo leite do seu macho.
O liquido escorria pela minha perna, meu corpo suava de prazer e... A campainha tocou.
Levantei de um salto, sem saber o que fazer.
Corri para o quarto e peguei um roupão.
Voltei pra sala, não sem antes dar uma olhada no espelho. Eu estava vermelha. O sangue estava à flor da pele... Passei uma mão nos cabelos e abri a porta.
Marcos disse com um sorriso nos lábios:
- Boa noite.
- Boa noite
Respondi, envergonhada pois ele estava perfumado e na hora percebi que eu cheirava a sexo. Acho que ele também percebeu.
- Acho que não cheguei em boa hora.
Disse ele num sorriso safado...
- Carlos está dormindo.
Disse apressada a fim de tirar da cabeça dele a ideia de que estávamos fazendo qualquer coisa. Só depois percebi o erro, pois ai ele ficaria imaginando o que eu estaria fazendo pra estar daquele jeito.
Tentei sair daquela situação constrangedora indo em direção a cozinha, ofereci um copo de água.
- Eu aceito.
Disse Marcos enquanto me seguia.
Quando abri a geladeira, percebi que ele estava ao meu lado. Considerando a altura dele, e a abertura do roupão, deduzi que ele estava com uma bela visão dos meus seios.
Tentei rapidamente segurar o roupão com a outra mão mas Marcos foi mais rápido...
Marcos disse segurando minha mão:
- Olha. Você está muito linda. E eu não estou conseguindo me controlar.
Sua mão rapidamente escorregou por entre a abertura do roupão e sem cerimônia pousou sobre meu seio direito.
Senti o mamilo duro roçar a palma daquela mão tão grande que envolvia todo meu seio.
Estava paralisada.
- Marcos... o Carlos.
Sua boca inesperadamente se colou na minha... Sua língua suavemente passeava pela minha boca ora entrando ora saindo.
Minha cabeça rodava. Estava totalmente tomada pelo desejo.
Deixei que meu corpo assumisse o controle da situação, e ele rapidamente perdeu o controle.
Meus braços cruzaram ao redor do pescoço de Marcos enquanto o roupão abria de vez, deixando a mostra meu corpo totalmente tomado de desejo.
O olhar de Marcos me vendo por inteira se afastando de minha boca me deram a segurança de que ele gostava do que via. A camisola transparente realçava meus seios durinhos com os mamilos apontando esperando serem sugados por aquela boca sensual.
No meio das minhas pernas, um poucos pelos bem aparados deixavam um tom escuro criando um suspense do que ali se escondia.
Marcos continuou o beijo enquanto com as duas mãos me segurava pela cintura me colocando sentada sobre a mesa da cozinha.
Foi descendo lentamente, até sua boca encontrar o mamilo do meu seio esquerdo e tomá-lo entre os lábios por sobre a camisola.
Nessas alturas, sua mão já descobria que minha vagina estava ensopada, fruto das caricias que minha própria mão havia feito minutos antes.
Sentado num banquinho, Marcos abriu minhas pernas, e com as mãos abriu meus grandes lábios.
Sua boca foi se aproximando. Senti sua língua suavemente brincar em toda a extensão. Eu segurava sua cabeça enquanto ele chupava aquela buceta sedenta.
O cheiro de toda a cozinha era sexo. Eu tremia de tanto tesão, e não queria que aquilo parasse nunca. Eu não conseguia concatenar minhas ideias. Carlos, Jussara, traição, medo, casamento, meu marido no quarto dormindo, nada disso parecia real.
Só podia pensar no prazer que estava sentindo. Estava próxima do orgasmo. Mordia meus lábios para não fazer barulho. Marcos então levantou-se e rapidamente baixou suas calças.
Sua boca colou na minha e pude sentir sua mão direcionando seu pênis na minha vagina.
Senti seu pênis encostar na minha vagina ensopada. Minhas mãos seguraram suas nádegas aprovando sua atitude. Sem controle sobre meu corpo falei como se estivéssemos sozinhos no mundo.
- Entra em mim! Quero você dentro de mim. Quero você inteirinho dentro de mim.
A ordem foi obedecida.
Num movimento firme e continuo Marcos foi penetrando minha vagina. Senti as carnes se abrindo. Segurei a respiração para não gritar de prazer e surpresa. Era maior do que eu nos meus mais íntimos sonhos havia imaginado. Senti tocar no meu útero.
A posição eu que eu estava deixava ainda mais exposta minha vagina. Com as mãos segurei com força sua bunda puxando seu corpo de encontro ao meu.
Queria tudo. Queria aquele pênis todo dentro de mim. As contrações da pica cutucavam lá dentro, dando a sensação de ter sido invadida até onde nunca ninguém havia estado antes.
Impedindo Marcos de se afastar, cheguei ao orgasmo. Sem um movimento dele. Simplesmente com seu pênis dentro, gozei como a tempo não gozava. Meu corpo se contraia. Espasmos involuntários movimentavam meu tórax, e as contrações da minha vagina tentavam em vão estrangular aquele ferro que abria as minhas carnes.
Abracei Marcos que pacientemente ficou parado esperando que meu corpo usufruísse daquele prazer. Levantei meu rosto entregando meus lábios para serem beijados.
Enquanto sua boca colava na minha, seu quadril se afastou e voltou a encostar. Pude sentir na carne a extensão daquela tora. Meu clitóris sensível era tocado durante todo o percurso.
Os movimentos se seguiram. Sentia seu pênis entrando e saindo, preenchendo todos os espaços.
Seus movimentos eram ritmados e suas estocadas firmes e seguras. A cada invadida sentia meus grandes lábios achatados pela base da sua pica. Seus testículos se chocavam contra meu anus enquanto sentia a cabeça do pau tocando meu útero. Fui sentindo meu corpo despertar do cansaço do orgasmo recente. Minha vagina fervia, minhas pernas entrelaçaram as pernas de Marcos. Minhas mãos de novo nas suas nádegas acompanhavam o movimento de vai e vem puxando seu corpo de encontro ao meu, aumentando o baque.
A respiração de Marcos começou a ser mais forte. Seu pênis latejava a cada estocada, aumentando de tamanho. A velocidade das estocadas foram diminuindo, e a força com que entrava foi aumentando.
Senti que seu orgasmo se aproximava. Marcos fez menção de tirar o pênis mas meus braços impediram que saíssem da minha buceta. Segurei seu corpo colado quando numa última estocada seu pau contraiu e soltou um jato quente de esperma dentro de mim.
As contrações foram se seguindo, e a cada uma delas mais leite era jorrado no meu útero.
Os movimentos eram curtos e a grossura do pênis roçando no meu clitóris me levaram a outro orgasmo, dessa vez regado de esperma.
Ficamos colados uns 5 minutos nos beijando enquanto eu sentia diminuírem as contrações dentro da minha vagina. Lentamente Marcos se afastou o que permitiu que eu visse aquele pênis enorme saindo de dentro de mim. Quando saiu totalmente um rio de esperma com um barulho engraçado seguiu indo cair no chão da cozinha.
Rapidamente me levantei e com o roupão limpei minha vagina e o pênis de Marcos.
Não resisti. Queria sentir aquele pau na minha boca. Marcos de pé, enquanto eu sentada no banco sentia aquela cabeça enorme dentro da minha boca molhada.
Marcos suspirou e senti que seu pênis dava sinal de vida. Foi crescendo dentro da minha boca, impedindo que os movimentos fossem muito profundos.
Passei a lamber e abocanhar somente a cabeça, pois não cabia na minha boquinha.
Já estava totalmente duro, dando sinais que Marcos estava pronto pra outra.
Ele me levantou dando um beijo na minha boca, e sorrindo disse:
- Quero comer sua bundinha.
- Marcos, eu não vou aguentar. Você é muito grande.
- Fica tranquila que vou ser bem carinhoso.
Como negar um pedido de alguém que havia me levado recentemente aos dois melhores orgasmos que tive na minha vida.
- Deite-se na mesa,
Disse ele enquanto virava meu corpo de costas pra ele. Sobre a mesa de mármore meus seios colaram enquanto meus pés no chão deixavam minha bundinha exposta. Senti seu corpo posicionar se entre minhas pernas. A altura da mesa era a combinação perfeita com o tamanho de Marcos. Aquela coisa enorme ficava na altura do meu cuzinho.
Fiquei com medo. Marcos colocou na entrada da minha buceta e de uma só vez enfiou. Foi uma sensação de alivio, pensei. Quem sabe ele desistiu.
Então ele tirou e posicionou na entrada. Alertei:
- Devagar...
Marcos com o pênis lubrificado da minha vagina forçou a entrada do cuzinho entrando e saindo só a ponta da cabecinha. Fui relaxando e confesso que estava gostoso. Acho que ele continuou uns 5 minutos nessa brincadeira, e fui percebendo que aos poucos cada vez entrava mais.
Senti uma dorzinha constante mas suportável, enquanto o calor tomava conta do meu corpo.
Por baixo do corpo fui acariciando minha vagina, enquanto a cada pequena estocada entrava um pouco mais daquela tora no meu rabinho.
Numa estocada mais forte foi como se tivesse estourado as pregas do meu cuzinho, quase dei um grito sufocado esquecendo que meu marido dormia no quarto, e uma dor forte me tirou lagrimas dos olhos. Senti que tinha metido tudo.
Prendi a respiração e Marcos ficou parado esperando que me acostumasse. Como se fosse possível se acostumar com um troço daqueles enfiado.
Comecei a acariciar meu clitóris o que fez com que ele entendesse que já poderia mexer seu pênis. Foram estocadas firmes. Não posso dizer que não doeu. Doeu e muito. Mas era uma mistura de dor com prazer, de poder satisfazer aquele macho que tão bem havia me tratado.
Em estocadas breves senti seu pênis contrair e dessa vez, encher meu anus de esperma. Continuei tocando meu clitóris cada vez mais rápido e surpreendentemente, quando lentamente Marcos tirou seu pênis do meu anus explodi no terceiro orgasmo da noite.
Minha vagina incontrolavelmente explodiu em liquido que eu sabia não ser urina, mas tão pouco sabia o que era. Marcos calmamente manteve seu pênis encostado lavando aquele pau no liquido que de mim saia.
Era como se fosse um xixi involuntário que algumas mulheres soltam quando excitadas ao extremo.
Fiquei assim uns 10 minutos quase cochilando.
Quando acordei, Marcos já estava vestido e já havia limpado toda aquela meleca com um rolo de papel toalha que havia sobre a pia. Me recompus, conversamos poucas palavras e nos despedimos com um longo beijo.
Voltei pra cama satisfeita, e deitei ao lado de meu marido, sentindo o cheiro do sêmen de Marcos na minha vagina.
Não quis me lavar, afinal, Carlos não iria acordar mesmo.

E eu, queria sentir aquele gostinho ainda pelo resto da noite....

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