303 - NAMORADA DO MELHOR AMIGO

Eu sempre fui um cara que tive um fraco por mulheres comprometidas, gosto demais. A tentação do proibido sempre me instigou, e o tesão é diretamente proporcional à minha proximidade com o corno. Então nem preciso dizer que comer a namorada do meu melhor amigo foi o santo graal do tesão pra mim, e senti que deveria compartilhar essa história.
Lucas é meu melhor amigo, um cara com todas as qualidades que um grande amigo deve ter, que eu mato e morro por ele, e ele por mim. A gente faz faculdade junto, pratica esporte junto, faz farras junto, somos como unha e carne. Aí é que mora o perigo, pois como ele namora há muito tempo, eu tenho muito contato com sua namorada também. O nome dela é Daniela, mas pode chamar de Dani.
Dani é bonita, nenhuma deusa, mas bonita. Mas o que mais me chama atenção nela é o corpo. Ela é uma falsa magra, que dependendo da roupa pode parecer magrinha ou gostosona. Ela é uma delícia, e especialmente por ser namorada do meu melhor amigo, já tinha sido minha fantasia em várias punhetas.

Mas claro que como há uma amizade muito forte em jogo, eu sempre fui muito cauteloso com ela, pois sei que paciência é uma virtude, e atacar na hora certa faz toda diferença entre sucesso e fracasso. Principalmente nesse caso.
Até que a hora veio. Até esse dia, pela minha cautela, o máximo que eu já tinha feito foi dançar com ela de pau duro, esfregando bem, mas sempre eu também já tinha dançado com outras meninas da turma logo antes, o que me deixava tranquilo.
Nesse dia estávamos num show, quando dei falta dos dois e fui dar uma volta para procurar. Foi uma grande surpresa quando encontrei ela sozinha, com os olhos marejados. Perguntei:
- O que houve?
Ela disse:
- O Lucas foi embora com raiva. Brigou por besteira.
O detalhe é que ambos estavam bêbados e a briga tomou proporções maiores. Quando ela terminou de contar isso, desatou a chorar aos soluços, e eu, que já estava com o pau mais que duro só de ver ela naquele vestidinho colado, sozinha, bêbada e vulnerável, ofereci um ombro amigo.
Quando ela me abraçou eu pensei que meu pau ia rasgar a calça, abracei ela pela cintura e pressionei meu pau nela, dei um beijinho meio na nuca meio na orelha dela e disse:
- Fica assim não, vamos que eu te levo em casa.
Ela se acalmou um pouco e fomos para o carro. Quando ela entrou no carro, em privacidade por causa da película, começou a chorar de novo, e eu logo ofereci meu colo para ela deitar a cabeça e disse que faria um cafuné pra ela se acalmar. Quando ela deitou com a bochecha no meu pau, eu quase gozei.
Era impossível ela não notar minha ereção, que era completa em todos os meus 20cm. Comecei a fazer cafuné nela, aproveitando para pressionar de leve sua cabeça no meu pau. Instantaneamente os bicos dos seios dela tentaram rasgar o vestido, e isso me deixou louco, a putinha tá gostando, pensei. Isso me fez decidir ser ousado, agora que vi que ela estava excitada, decidir tratar ela como a putinha que ela estava demonstrando ser.
Eu disse:
- Dani, levanta um pouco a cabeça pra eu me ajeitar.
Quando ela tirou a cabeça, eu rapidamente abri a calça, e segurei o meu pau pra cima, que já estava mais duro que uma pedra, e falei:
- Pronto Dani, pode deitar de novo.
Ela foi deitando sem olhar e seu rosto roçou no meu cacete, e ela, com o susto, levantou rápido a cabeça e olhou pro meu pau. Antes que ela pudesse falar qualquer coisa, segurei a nuca dela e enquanto trazia sua boca pro meu pau, falei:
- É todo seu Dani.
Ela caiu de boca bem gostoso, sem nem olhar pra mim antes. E minha nossa, que chupada deliciosa. Depois que ela estava chupando há alguns segundos, segurei o cabelo dela e puxei de leve pra trás, para que ela olhasse pra mim, e quando seus olhos encontraram os meus, eu dei um risinho safado pra ela e disse:
- Você sabe que agora você é minha puta né?
Ela sorriu pra mim e assentiu com a cabeça, voltando a chupar meu pau bem gostoso.
Eu abaixei os bancos do carros e pedi pra ela ficar de quatro pra mim, com um joelho em cada banco, bem abertinha. Chupei sua buceta bem gostoso, às vezes botando um dedinho na xota, às vezes no cuzinho, às vezes passando a língua no seu cuzinho também. Ela estava louca de tesão, gemendo alto e me pedindo:
- Me come logo. Mete.
Eu ainda demorei um pouco chupando sua xana e seu cuzinho, pois adorei ela me pedindo pra ser fodida entre gemidos, aquilo era bom demais.
Finalmente comecei a roçar meu pau na buceta e no cuzinho dela, só pressionando bem de leve, num vaivém bem curtinho, só deixando entrar a cabecinha mesmo. Ela ficou louca com isso, começou a rebolar e não mais pedir, mas sim implorar, gritando:
- Enfia tudo. Estou louca pra sentir seu pau dentro mim.
Quando enfiei todo pela primeira vez, ela deu o melhor gemido que já escutei antes. E levava pica que nem uma puta mesmo, rebolando bem gostoso no meu pau, gemendo muito, dizendo:
- Agora você é meu macho. Seu pau é muito melhor que o do Lucas.
Essas coisas foram me enlouquecendo de tesão, até que eu senti que ia gozar.
Na mesma hora tirei o pau de sua xota e falei pra ela me chupar, que eu ia gozar na boca dela. Na segunda mamada, já explodi, enchendo a boca da safada com minha porra. Ela engoliu tudinho, e ainda continuou chupando, querendo extrair mais leite, e olhando pra mim com uma cara deliciosa de vadia. Depois disso, ela, acho que querendo saber o que íamos fazer a respeito de toda essa situação, me perguntou:
- E agora?
Ao que prontamente eu respondi, pegando na cintura dela e voltando ela para a posição de quatro:
- Agora eu vou comer seu cuzinho!
Repeti o prato, agora por trás, e foi delicioso, gozei nos seus seios dessa vez, enquanto ela espalhava a porra e ficava falando que era muito puta, uma cachorra safada, essas coisas.
Depois disso, fui deixar ela em casa, e a partir desse dia, nossa relação está cada vez melhor, cada vez estamos correndo mais riscos, aumentando a emoção. Às vezes, quando estamos em minha casa de praia, quando o Lucas vai tomar banho, ela me chupa ou eu chupo ela, ou damos uma rapidinha enquanto escutamos que a água está rolando, muitas vezes até encostados na parede logo embaixo da janela do banheiro. Estamos aproveitando cada minuto que temos sozinhos e está sendo bom demais.
É como a Dani diz:

- O Lucas é o cara com quem vou casar e você é o cara com quem vou gozar.

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