324 - ABAIXA O VIDRO

Eu e minha namorada sempre viajamos juntos. Para nós é sempre uma delícia conhecer praias lindas, experimentar cervejas das mais geladas e, claro, testarmos cada vez mais os limites do nosso sexo. Limites que, pelo visto, não existem para nós.
Sempre fomos do tipo que fala muita putaria. Não só no ouvido um do outro, mas no dia a dia mesmo. O assunto sexo nunca foi um tabu.
Um dia antes de uma de nossas viagens, ela veio até mim e perguntou:
- Você ficaria sem graça se alguém nos visse metendo?
Eu disse:
- Ficaria, e muito, se fossem pessoas conhecidas, familiares, etc. Mas que acharia uma delícia se fossem desconhecidos.
Ela aproveitou a deixa:
- Pois é. E amanhã a gente viaja pra um lugar em que ninguém conhece a gente, né?
Minha cabeça deu mil voltas na Lua:
“O que será que essa safada tem em mente?”.

Decidi não perguntar muito e esperar pela safadeza que estava por vir.
Malas prontas. Pen drive com a nossa trilha sonora e carro com tanque cheio: hora de curtir a vida ao lado do meu amor.
Saímos de casa ouvindo um rock n’ roll leve, assim como era nosso papo. Falávamos sobre alguns filmes e, pouco a pouco, nos afastávamos do cinza paulistano.
Quando já estávamos na estrada, notei que estava se formando um trânsito incomum. Os carros foram diminuindo a velocidade e, quando percebi, estávamos todos a 20km/h.
Fiquei bastante focado em entender o que acontecia no trânsito, acabei não percebendo quando a minha namorada tirou a blusinha. Agora ela estava coberta apenas com um short bem pequeno, que ela usa quando vamos viajar. Aqueles seios lindos estavam pra fora. Eu já fiquei com água na boca. Me dei conta da loucura e perguntei:
- Amor, o trânsito tá parando, porque tirou a blusa?
Ela apenas disse:
- Preste atenção no som que vai começar.
E quando começaram os seguintes versos, eu entendi tudo:
“Era verão no horário de verão.
Dias bem quentes e longos, pagando paixão.
Mergulhos, ventiladores, líquidos e bongos.
Ela estava linda no estilo mulherão”
Agora sim. Aquela era a nossa música da pegada forte. A música que ouvíamos enquanto eu dava tapas e mais tapas naquela bunda maravilhosa que ela tem. Ela dizia que se tinha uma coisa minha que adorava é que eu batia na bunda dela porque gostava de bater, não só porque ela gostava de apanhar. E, realmente, eu batia pra deixar a pele dela marcada. Meu amor de quatro e com a marca da minha mão na bunda é a uma visão do paraíso.
Voltando à música… quando dei por mim, aquela escultura que era a minha linda, agora estava apenas de calcinha. Ela dançava e rebolava embalada pelos primeiros acordes daquele som tão perfeito para uma bela foda.
Perguntei:
- Quê isso, amor?
- Tô com calor.
- Tô vendo, mas porque decidiu tirar bem na hora em que o trânsito apertou? Estamos andando a vinte por hora.
Eu falava e olhava aquele corpo todo. O que eu dizia não estava sendo muito bem absorvido. Acho que ela estava em transe enquanto olhava para fora da janela. Mesmo com insufilme, percebíamos como estava sol, apesar de um caminhão estar emparelhado conosco.
- Abaixa o vidro, amor.
- Como assim?
Falei num misto de exaltação e curiosidade.
- Abaixa o vidro… 
E antes que eu pudesse protestar, lembrei do que ela havia me perguntado no dia anterior:
“Você ficaria sem graça se alguém nos visse…?”
Agora eu tinha entendido tudo. Só consegui dizer:
- Safada.
Enquanto nosso fuck song rolava no fundo, abaixei os vidros para ver o que a minha pervertida iria aprontar. Assim que abri o vidro, não demorou para ela colocar-se de quatro e dizer:
- Tira o cinto.
Tirei e logo ela deu um jeito para abaixar, de uma só vez, a minha bermuda e a minha cueca:
- Nossa, já tá duro, amor? 
Só conseguia pensar uma coisa: cínica. Hahahah
O trânsito a 20km/h, minha safada mais safada do universo de quatro e abocanhando cada centímetro do meu pau. Puta que o pariu. Ela estava só com uma calcinha preta; pequena de tudo.
Em questão de segundos o caminhoneiro soube o que acontecia ali; os caras são veiacos de estrada, conhecem de longe um casal safado. Só ouvimos um:
- Que delícia, heeeim? 
E ela respondeu na hora:
- Amor, será que ele tá vendo a minha bunda?
- Eu acho que tá, minha gostosa.
- Será que tá mesmo? Vou encostar um pouco mais na janela pra ter certeza que ele tá vendo mesmo. 
Aquela frase me matou. A minha pequenininha, a mulher que escolhi pra mim, estava ali, no ápice da sua safadeza. Sendo a puta que tanto tinha tesão em ser. E, para a minha surpresa, ela queria mais:
- A sua puta quer ser ainda mais puta, tá? Você deixa?
- Deixo, minha linda. Você pode tudo. 
Em uma tacada só ela abaixou a calcinha e abriu ainda mais as pernas. Agora a visão do caminhoneiro era completa. Ele demonstrou isso dando duas buzinadas e algumas risadas.
E ela batia pra mim. Punhetava com gosto. Melava a cabeça do meu pau e engolia chupando com uma intensidade do caralho. Obviamente a música que começou aquilo tudo já havia terminado. Ela chupava, acariciava o meu saco e dizia:
- Amor, eu amo ser a sua putinha, sabia? Amo fazer safadeza com você.
Eu não estava mais aguentando. Era muito tesão, meu pau queria explodir naquela boca maravilhosa. Ao perceber isso, ela aumentou a intensidade dos movimentos, bateu, bateu, bateu até que explodi. Gozei tirando de dentro de mim todo o tesão do mundo. O tesão que só a mais maravilhosa das namoradas consegue provocar: de ser a puta sem limites do namorado.
Enquanto eu subia a minha cueca, ela mudou de posição (estava de quatro) e se levantou com a minha porra ainda escorrendo pelo rosto.
Percebi que ela olhou firme para o caminhoneiro. Deixou ele notar que agora ela estava engolindo a porra que não havia escorrido pelo queixo. Ele deve ter ficado maluco, mas era hora de avisá-lo que ele era apenas um voyeur na nossa brincadeira.
Depois de engolir tudinho, a minha linda fechou o vidro e disse:

- Agora pode acelerar.

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