344 - EXIBICIONISMO E SEXO EM PORTO SEGURO

Somos um casal que adora curtir as nossas fantasias de exibicionismo. Malhamos bastante e a Bianca foi agraciada pela natureza com uma bunda extraordinária e umas pernas grossas que só falta quebrar o pescoço de muito marmanjo quando passa.
Seus cabelos louros e longos, aguçam ainda mais os olhares masculinos. Com tudo isso ela ainda se sente envaidecida e excitada quando sente o assédio dos homens ao seu redor e adora se exibir em roupas minúsculas, ainda mais quando bebe.
É claro que sempre procuramos lugares onde não possam nos reconhecer, visto que trabalhamos em importantes empresas e somos muito conhecidos na nossa área profissional.
Então quando queremos fazer alguma arte, sempre viajamos para fora da nossa cidade e assim aconteceu no mês passado quando fomos para Porto Seguro.
Chegamos sexta-feira pela manhã e após alugar um carro e o check-in no hotel, fomos direto para praia. Bianca estava com um dos seus menores biquínis, preto, com a parte de cima cobrindo apenas a aureola, deixando seus seios quase nus e a parte de baixo de lacinho onde a frente cobria apenas sua bucetinha e a parte de trás ficava toda enterrada na sua bunda.
Mesmo para Porto Seguro onde a liberalidade é maior, Bia chamou atenção de toda a Barraca, principalmente quando fomos dançar acompanhando um grupo de recreação da barraca. Nos divertimos muito e bebemos bastante até voltarmos para o hotel. Quando chegamos ainda fomos para piscina e bebemos mais um pouco e depois fomos para o quarto transar e aproveitar aquele clima afrodisíaco do lugar.
Quando acabamos perguntei a ela:
- Quer dormir ou sair?
A resposta foi:
- Viemos aqui para nos divertir e que dormir, dormiríamos quando voltássemos.
Então pedimos a comida no quarto enquanto ela se arrumava. Colocou uma minissaia e uma blusa de frente única azul brilhante em que a lateral dos seus seios aparecia e se ela se curvasse, via-se o seio completo. Tudo isso adornado com uma sandália alta que realçava sua postura. Quando ela sentou no sofá, vi que estava sem calcinha e eu falei.
- Você não acha que esta minissaia está muito curta para você ir sem calcinha?
Ela riu e respondeu:
- Hoje eu vou barbarizar e pegue a máquina que vamos tirar um monte de fotos.
Fomos para passarela do álcool, que é uma rua cheia de bares e restaurantes, além de diversas barracas com artesanato local e de bebidas da região. Bianca provava de tudo e comprou diversas lembranças para os nossos familiares. No final da rua entramos em um bar e sentamos em uma mesa e para não ficarmos com aquela bagulhada toda, pedimos para o garçom guardar lá dentro e assim ficamos mais tranquilos para começar a nossa brincadeira.
Bia tratou de abrir as pernas quando o garçom vinha servir e logo vimos o nervosismo dele em ver aquela bucetinha completamente lisa à disposição do seu olhar. Bia então me pediu para fotografar do outro lado da rua, ela sentada como se estivesse sozinha e eu fui.
Ela se virou para a rua e de longe eu a fotografava com o zoom da máquina. Alguns passantes percebiam e voltavam para ver aquela maravilha, mas ninguém encostava, o que nos dava segurança para ela ser cada vez mais ousada, ao ponto de colocar uma perna em uma das cadeiras e deixar sua bucetinha toda aberta para quem quisesse ver.
A essa altura o garçom nem mais saía da mesa hipnotizado pelo corpo da Bia. Tiramos diversas fotos, depois eu voltei para mesa e bebemos mais sem, no entanto parar com as brincadeiras. Já estávamos bem altos quando resolvemos pagar a conta e sair e assim fomos andando pela cidade e tirando várias fotos com a Bia mostrando sua bucetinha, sua bunda e seus seios.
Estávamos absorvidos nestas brincadeiras até que passamos por um bar, bem mais humilde e bem apertado, que estava cheio de homens em pé, bebendo no balcão. Bia então falou que eu preparasse a máquina que ela ia lá dentro para beber alguma coisa enquanto eu fotografava.
Achei arriscado por causa da roupa que ela estava, mas como sei que ela quando está bebendo e tem suas ideias, não tem que a faça desistir, fiquei quieto e preparei a máquina. Bia entrou no apertado, pediu uma rosca de limão e se encaminhou para o fundo do bar. Claro que nenhum dos homens se afastou e se aproveitaram para dar uma encoxada ou uma alisada diante aquele aperto.
Bia ficou lá alguns minutos e saiu para falar comigo, rindo:
- Amor quase fui comida lá dentro. Quando passei os caras me encoxaram e teve um que passou a mão nas minhas pernas, você fotografou?
Falei:
- Foi impossível, pois tinha muita gente na frente e nem dava para vê-la quando foi para o fundo.
Ela então falou:
- Você vai fazer o seguinte. Vai entrar até o fundo colocar a máquina de forma que não percebam que está filmando e fingir que não me conhece. Depois eu entro e você filma tudo.
Fiz o que ela mandou e fiquei no fundo do bar esperando com a máquina em cima do balcão, já filmando tudo. De repente a bia aparece entre os caras que estavam encostados no balcão sendo espremida em sua trajetória. A essa altura era mão boba por todo lado e ela sorria como se nada estivesse acontecendo.
Quando ela encostou no balcão para pedir outra dose, alguns caras encostaram cercando ela e um deles passou a mão em sua perna. Bia não esboçou nenhuma reação e eles entenderam como um sinal positivo e um negro alto que estava atrás dela falou alguma coisa em seu ouvido, e aproveitou para passa a mão em sua bunda, por debaixo da saia.
Ele ficou curioso se ela estava com uma calcinha minúscula ou sem calcinha, pois sentiu a sua bunda nua. Então passou a mão novamente e se aprofundou mais desta vez, constatando a falta da calcinha. Os outros que estavam ao redor vendo a facilidade foram se encostando e um enfiou a mão pela lateral da blusa apertando seu seio esquerdo.
Bia ficou sem poder se defender e quando viu, o negão já havia levantado sua saia, mostrando a todos a condição dela, que logo teve várias mãos em sua buceta, sua bunda e seus seios. Um dos caras, mais afoito acabou partindo a amarra da blusa deixando seus seios livres para serem bolinados.
Eu já ia interferir quando o balconista falou para pararem com aquela putaria que ali era lugar de respeito e pediu para todos saírem. Os caras se afastaram e a Bia se recompôs tentando amarrar a blusa, mas sem sucesso. Quando esvaziou percebi que havia um rapaz filmando com o celular e me apavorei.
Peguei a Bia como se eu só a estivesse ajudando e fui saindo do local sob o protesto dos outros que ainda tentaram nos seguir até a Bia falar que eu era o marido dela e que nos deixassem em paz.
Os caras pararam sem entender direito o que houve e aproveitamos essa pausa para sair dali. Fomos andando em direção ao carro e vi que estávamos sendo seguidos por dois homens. Então com medo de assalto ou de estupro, entramos em um restaurante e Bianca aproveitou para ir direto ao banheiro se recompor com mais calma.
Vi então os dois homens entrarem e se sentarem em uma mesa próxima a nossa. Eles estavam bem vestidos e não pareciam assaltantes, mas hoje ninguém conhece ninguém pela roupa. Eu já ia me levantar para tirar satisfações quando a Bia retornou a mesa. Expliquei a ela a situação e quando ela olhou para os dois, ficou pálida.
Vi então eles a cumprimentarem e ela responder muito sem graça. Perguntei a ela:
- Quem são eles?
E ela respondeu quase sem fala:
- Puta merda. São uns colegas de trabalho.
Fiquei sem ação e ela mais ainda. Precisava tomar uma atitude, pensei bastante e vi que na violência tudo se complicaria. Então me levantei e fui até a mesa deles e os convidei para a nossa. Eles vieram e a Bia se levantou para cumprimentá-los e eles deram dois beijos no rosto dela com uma intimidade grande. Se sentaram e percebi a Bia toda sem graça tentando conversar sobre outros assuntos, até que um deles, o Carlos tocou no assunto:
- Estávamos sentados em um bar quando vocês passaram e quando eu ia chamar a Bianca, vocês se afastaram e por isso fomos atrás. Mas vocês estavam tão entretidos tirando fotos que não quisemos atrapalhar a sessão. Então quando entraram naquele bar, vimos a oportunidade de nos falarmos, mas vimos a Bianca ser tão assediada que ficamos só olhando. Aliás, ficamos surpresos de ver a Bianca daquele jeito, já que ela é tão séria no trabalho.
Eu então argumentei:
- Aquilo não passou de uma fantasia nossa e estávamos fazendo aqui, justamente porque ninguém nos conhecia e poderíamos sair sem problemas.
Eles então riram e o segundo cara, o Roberto, falou:
- Olha, nós entendemos como é isso e damos a maior força. Vocês podem continuar com as brincadeiras que nós adoramos. E com perdão da palavra, você é maravilhosa Bianca. Só o que queremos se vocês deixarem, é estar perto de vocês durante essas brincadeiras, pois nos daria um enorme prazer em ver a Bianca de perto de um modo, digamos, desinibido e em compensação seriamos mais uma segurança, caso algum engraçadinho que ela não quiser, viesse a procurar problemas.
Ficamos os dois calados e eles vendo que teríamos que conversar a sós, falaram que iriam comprar cigarros e voltariam. Quando eles saíram a Bia desabou a chorar e eu a consolá-la. Entre seu choro, ela falou:
- Não sei o que fazer. Eles podem acabar com a minha carreira.
Tentei acalmá-la, apesar de estar preocupado e coloquei que eles pareciam boas pessoas e nada iriam fazer para complicá-la se nós os tratássemos bem e até deixássemos participar das brincadeiras. Bia me olhou e falou:
- Você tá maluco? Se eu fizer isso, aí que eu vou estar nas mãos deles, mesmo.
Falei então:
- Meu amor eles filmaram com o celular e se quiserem te prejudicar, já tem as armas para isso. No entanto se os tivermos por perto e formos legais com eles, poderemos ter a chance de pegar o celular e apagar o que eles filmaram ou mesmo pedir que eles façam isso.
Bia então parou de chorar e começou a entender a situação. Falou então:
- Se vamos fazer isso, peça mais bebidas, pois com o susto eu fiquei sóbria e vou precisar de muita coragem e cara de pau.
Voltou ao banheiro e fiquei lá sentado até que eles voltaram e se sentaram. Ficamos conversando amenidades sem tocar no assunto até que a Bia voltou do banheiro. Seu astral já era outro e vi que ela tentava vencer a timidez que a situação havia causado.
Quando ela se sentou olhou para os dois e falou:
- Meninos, conversamos a respeito e achamos que será ótimo termos mais dois seguranças de confiança para nossas brincadeiras.
O garçom já estava trazendo as bebidas que havia pedido e a Bia aproveitou para subir um pouco a minissaia e abrir as pernas, mostrando sua bucetinha a todos nós. Tanto o Carlos quanto o Roberto, ficaram olhando e pararam de falar. O garçom serviu sem tirar os olhas da Bia, sem provavelmente entender nada com uma mulher praticamente nua entre três homens.
Depois que o garçom saiu, a Bia vendo que os dois não tiravam os olhos da buceta dela falou:
- Meninos vocês estão parecendo dois bobos. Parece que nunca viram uma buceta na vida.
O Roberto então falou:
- Bianca, essa é a buceta mais linda que eu já vi. Você é maravilhosa.
Bia então falou:
- Não disse que vocês ficaram bobos, já estão sendo repetitivos, pois você já disse que sou maravilhosa e outra coisa, vamos parar com esse negócio de Bianca, pois se vamos ficar mais íntimos, vocês tem que me chamar de Bia.
Os dois aceitaram e ficamos bebendo várias doses. Quando saímos do bar, já eram quase três da manhã e fomos para o carro. Estávamos todos praticamente bêbados e como eles tinham colocado o carro no mesmo estacionamento, fomos juntos. Então a Bia me mandou preparar a máquina para algumas fotos e como a rua estava deserta ela se esbaldou. Tirou a parte de cima, levantou a debaixo e por fim ficou completamente nua.
Somente alguns poucos passantes a puderam ver de longe e assim foi, até que ela chamou o Carlos para tirar uma foto com ela. Ele a abraçou por trás com as mãos em seus seios e eu tirei a foto. Depois ela chamou o Roberto e o mandou sentar em uma mureta e sentou no colo dele.
Uma mão ele colocou no seio e a outra ficou por baixo e com certeza ele aproveitou para alisar sua buceta. Então ela começou a revezar as fotos com Carlos, Roberto e eu. A cada foto eles iam se soltando mais, com os dedos já enfiados em sua buceta até que em determinado momento quando já estávamos junto aos carros, pois o Roberto trouxe o deles para junto do nosso, a Bia falou, durante uma foto em que o Carlos a agarrava por trás:
- Que negócio duro é esse aqui me espetando?
Colocou a mão pra trás e agarrou a pica dele. Depois virou de frente e abrindo a braguilha tirou o pau dele para fora e colocou quase de imediato na boca. Assim que ela começou a chupar a pica do Carlos o Roberto foi por trás e levantando a saia dela, entrou de boca, chupando sua buceta.
Bia rebolava na boca de um e chupava a pica do outro. Eu estava filmando tudo como um bom corno. Então o Roberto se levantou e a Bia virou para chupar a pica dele e o Carlos com a pica dura como estava não perdoou e foi enfiando na buceta dela. Depois de alguns minutos que ele estava comendo ela foi que me lembrei da camisinha, mas já era tarde.
Estávamos na rua ainda apesar dos carros estarem encobrindo tudo. Então quando o Carlos gozou, o Roberto abriu o carro dele e a colocou deitada no banco de trás e foi enfiando no estilo papai, mamãe. Bia gozou algumas vezes até que o Roberto gozou dentro dela. Quando acabaram de gozar a Bia falou:
- Agora vamos embora que eu quero foder com meu maridinho no hotel e vocês vão para o de vocês que amanhã nos encontramos para uma segunda dose.
Os dois acabaram indo embora um pouco decepcionados, mas esperançosos pelo outro dia e nós fomos para o nosso hotel. Quando chegamos a Bia entrou sem a parte de cima o que foi notado pele segurança da noite e me disse:
- Agora me sento uma puta de verdade.

Nem bem entramos no quarto ela me atacou e transamos deliciosamente durante várias horas até que a exaustão nos pegou e dormimos profundamente.

Um comentário:

  1. Muito bom o conto, queria saber autor pra ver se tinha mais algum conto.

    ResponderExcluir

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...