377 - VIDA DUPLA

Tudo começou quando eu ainda era uma estudante de economia na faculdade, vou relatar apenas como entrei nessa vida, o primeiro caso porque o resto foi consequência.
Hoje eu tenho 35 anos, ainda me considero uma mulher muito bonita, mas eu sempre fui uma mulher muito atraente, loira, olhos azuis, corpo bem definido, sempre fui muito elogiada pelos meus dotes físicos na faculdade ou no dia a dia quando solteira eu sempre fui popular entre os rapazes.
Foi lá que conheci o meu marido e começamos a namorar, e foi na faculdade que conheci também a Camila e nos tornamos boas amigas. Amigas intimas na verdade tanto que algum tempo depois eu descobri que a Camila fazia programas por dinheiro. Foi ela mesmo quem me falou justamente numa ocasião onde eu reclamava que a vida estava difícil, a grana curta então ela abriu o jogo comigo e até me falou que se eu quisesse ela arranjaria uma boquinha pra mim fazer uns bicos de vez em quando e levantar uma grana extra.

Mas naquele momento eu fiquei horrorizada com a oferta dela, só não subi nas tamancas porque ela era minha amiga, então diplomaticamente eu agradeci dizendo que por motivos morais eu jamais faria isso, ainda mais porque eu não poderia fazer isto com meu namorado, pra mim era traição. Mas a Camila tentando me convencer dizia que eu era boba e que ele jamais saberia, porque é tudo muito discreto, a maioria dos clientes eram casados e não queriam complicações também, e pagavam muito bem e me explicou que era uma espécie de agencia que intermediava entre o cliente e a garota, mas mesmo assim eu recusei.
Nos formamos depois eu casei, mas mesmo assim eu mantive contato com muitas amigas da época da faculdade, passaram-se uns 6 anos depois que me formei, mesmo casada eu não tive filhos, sorte nossa porque a situação financeira em casa estava ficando cada vez mais difícil, porque a gente tinha dívida de financiamentos do apartamento, do carro e até dos móveis, meu marido que não parava muito tempo em emprego nenhum, era bem imaturo, e o último emprego  dele já fazia uns 6 meses que estava desempregado, tinha acabado a parcela do seguro desemprego. A grana estava contada e faltava dinheiro pra tudo, só o meu salário não dava pra nada depois que a gente fazia as comprar no supermercado, e a coisa estava muito difícil mesmo, eu estava até pensando em separar-me do Paulo meu marido
Nesse meio tempo aconteceu de um dia a Camila me ligar e eu injuriada da vida comecei a desabafar reclamando da passividade e tranquilidade do marido diante da nossa situação financeira, foi quando ela me perguntou:
- Quer levantar uma grana extra?
Perguntei como então ela disse:
- Lembra-se de quando conversamos ainda no tempo da faculdade, sobre ser uma acompanhante de luxo?
Respondi que me lembrava sim, então ela falou-me:
- Se quiser levantar uma grana extra posso te apresentar a pessoa certa.
Novamente eu cheia de preconceitos disse-lhe que não poderia e me justificava dizendo que eu era casada, ela me incentivava cada vez mais dizendo que conhecia outras amigas que também eram casadas e isso não seria um problema, tentei argumentar, mas ela me disse:
- Deixa de ser boba, você é bonita, está com 27 anos ainda é jovem, gostosa, do tipo que os homens pagam bem pra ter.
Eu curiosa falei:
- Pagam bem quanto?
Ela respondeu:
- O cache é bom e a grana vale a pena o sacrifício.
Completou nem é tanto sacrifício assim, porque tem alguns homens que ela daria até de graça, mas na minha cabeça aquilo era inconcebível, mas naquela mesma tarde quando eu fui pra casa e como já havia acontecido vezes anterior nós discutimos, e no calor da discussão eu falei:
- Pra gente ter mais grana só faltava eu arranjar outro serviço pra trabalhar a noite daí sim você não ia gostar.
Ele na maior cara de pau falou:
- Seria bom mesmo.
Foi quando me lembrei da Camila.
Eu estava decidida a botar um chifre bem grande no marido e quebra ainda ganhar uma boa grana, liguei pra Camila e perguntei pra ela se ela achava que eu poderia tentar assim free lancer pra não dar bandeira em casa, ela me disse que a dona da agencia tinha muitas garotas free lancer, que quando aparecia um cliente especifico ela agenciava e avisava a garota, mas para isso eu teria que ir até a agencia pra montar uma espécie de book, na hora quase cai fora, falei Camila:
- Eu tenho que tirar fotos nuas?
Ela respondeu:
- Nua não necessariamente mas em roupas sensuais que mostrem o seu corpo para os clientes verem e se gostarem te escolherem, é assim que funciona querida como eles vão te escolher se não tem como ver o material?
Eu estava decidida a ir até o fim, comprei um novo chip de celular, fui até a tal agência, depois de uma entrevista eles marcaram a sessão de fotos, levei um baby-doll bem curtinho, uma calcinha pequenina, cinta liga e sem sutiã mesmo meio envergonhada tirei as fotos e deixei lá no tal book rosa, e fiquei aguardando entrarem em contato comigo.
Fui pra casa, e no mesmo dia disse ao marido:
- Fiz uma entrevista de emprego free lancer noturno que por não ser efetivo eles até que pagam bem.
Ele quis saber o que era eu disse:
- É uma agência de festas chique que contratavam pessoas por hora para tudo, desde servirem as mesas para recepção e encaminhamento dos convidados e pra isso tinham que ter boa aparência se vestir bem etc.
Acabei convencendo-o, ele perguntou quando eu começava, respondi que tinha feito a entrevista e estava aguardando me chamarem.
Já no primeiro fim de semana meu celular tocou, eu tinha meu primeiro cliente, estava aflita, ansiosa, não sabia como fazer ou proceder, liguei pra Camila pedindo orientação de como proceder, ela me disse:
- Aja naturalmente e deixe acontecer, o próprio cliente vai por conduzir tudo conforme ele gosta, até a transa, é só deixar rolar que acontecerá naturalmente.
Falou ainda quando algum cliente quisesse algo diferente tipo masoquismo, fetiches ele pedia e a agenciadora já mandaria a garota certa pra cada cliente, que no meu caso seria apenas uma transa normal, no máximo anal, o que não me agradou muito porque eu não curtia sexo anal.
Ao chegar em casa avisei o marido que me chamaram para a sexta feira a noite, se tudo bem pra ele, ele além de concordar ainda foi sarcástico dizendo se a grana for boa pode ir, na hora fiquei Puta da vida.
Na sexta feira sai do serviço fui até minha casa coloquei um vestido preto que eu tenho, uma sandália de salto alto e fui até o endereço do encontro era num hotel chique, me apresentei, mandaram-me subir, toquei a campainha quando a porta se abriu eis que pra minha surpresa não era nenhum coroa, era um senhor na faixa dos seus 45 anos, bem elegante, era minha primeira experiência acho que a agenciadora escolheu esse cara pra mim pra me impressionar e eu não desistir logo no meu primeiro cliente.
O fato que esse cliente chamado Jaime, era um gentleman, e quando olhei na mão esquerda dele vi uma aliança percebi que ele era casado, mas não falei nada, ele foi até o frigobar pegou uma Whisky e me ofereceu, eu não podia recusar, então pedi algo mais fraco tipo um Martini, ele pegou e colocou-me uma dose, enquanto ele sorvia o Whisky olhava pra mim e me elogiando disse:
- Você é linda alguém já lhe disse isso antes?
Fiquei sem graça, respondi:
- Não é comum o cliente me fazer esse tipo de elogio.
Ele respondeu:
- Mas é verdade.
E veio por traz da minha cadeira tocou em meus ombros colocou a mão por dentro do meu vestido e começou a passar a mão levemente em torno de meus seios, confesso que naquele momento eu estava apavorada, era uma aventura nova para mim, mas eu tinha concordado em estar ali não tinha como voltar atrás, decidi que o melhor era tentar tirar o melhor proveito.
Fechei os olhos e deixei rolar, o Jaime tomava as iniciativas, começou massageando meus seios por dentro do meu vestido, para em seguida ele baixar uma das alças, depois a outra sem pressa, parecia um fetiche dele me despir lentamente, ele estava pagando minha hora, mas era ele quem estava me dando prazer, meu marido que deveria me tratar com carinho nessa hora mas na maioria das vezes, ele vinha trepava gozava e virava pro lado e dormia, agora eu com um completo desconhecido estava ali passiva, mas tendo prazer do toque do Jaime.
Ele tinha me deixado só de calcinha sutiã, meia e sandália pediu-me pra que eu desse uma desfilada na frente dele ele se aproximou de mim e com toda delicadeza do mundo me conduziu até a beira da cama, me fez sentar nela, depois ele me fez deitar e começou a tirar o resto da, minha roupa, até que só restasse a calcinha fiquei ali deitada com a calcinha semi arriada e ele de pé me observando, e continuava dizendo o quanto eu era linda, que eu tinha uma bucetinha de ninfeta, bem depiladinha, dizia ainda que minha bucetinha parecia dois lábios rosas, que eu valia cada centavo que ele estava pagando pra mim estar ali.
Quando ele falou em pagamento quebrou um pouco o encanto e voltei a realidade do meu papel de prostituta naquele momento por mais que eu tentasse romantizar aquele encontro eu estava ali sendo paga para fazer sexo, minha cabeça só não deu um nó apesar de eu ter me preparado psicologicamente pra esse momento, de certa forma eu estava romantizando mas ao citar o dinheiro ele quebrou esse clima de Julia Roberts no filme uma linda mulher, então não me restava fazer nada além de interpretar o papel e deixar rolar.
Em seguida ele me puxou pelas mãos me fazendo sentar na beira da cama onde me ofereceu o seu pau pra eu chupa-lo, o que eu fiz sem reclamar, eu já estava ciente das minhas obrigações para qual eu estava sendo paga, depois de chupa-lo foi que ele me deitou novamente na cama e veio por cima para a penetração, seu pau estava duro, muito duro, ele se posicionou no meio das minhas pernas e foi logo enfiando todo aquele membro até não restar nenhum centímetro e começou a bombar cada vez mais rápido e mais forte, até que deu um urro e gozou, senti o seu jato quente dentro de mim apesar dele estar usando camisinha , não resisti a adrenalina que invadia meu corpo e acabei gozando junto.
Ficamos ali um tempinho deitados lado a lado, ele pegou outra bebida e me ofereceu mais um Martini, ao terminar de tomar o Whisky ele foi até o banheiro e me falou pra esperar ele ali na cama, do jeito que eu estava, ainda nua, percebi que ele tinha ido dar uma mijada porque escutei o barulho no vaso, ele voltou com o pau meio mole e deitou junto a mim na cama, me fez virar de ladinho encaixou o seu pau no meio das minhas nádegas e ficou brincando com meus seios, enquanto apalpava meus seios ele me dizia que queria comer minha bunda.
Eu não estava acostumada a dar a bunda, mas a Camila já tinha me alertado que a maioria dos clientes gostavam de sexo anal. Quando entrei nessa aventura já entrei sabendo de tudo, eu me fazia de dengosa pra agrada-lo e eu senti o pau dele começar a endurecer de novo, fatalmente ele ia me enrabar, fui me preparando psicologicamente só torcendo para que ele fosse tão carinhoso quanto ele tinha sido até aquele momento.
Não demorou muito ele estava procurando meu buraquinho anal, apontou a cabeça e foi empurrando, eu que não estava acostumada a fazer anal com frequência senti quando a glande passou pelo meu anel, nesse momento sempre dói, essa é a parte que mais dói, depois que passa a cabeça parece que o anus se acostuma e acaba aquela dor, então ele foi enfiando até só ficarem os testículos pra fora, começou a bombar num ritmo lento para ir acelerando aos poucos até que ele deu uma estocada bem forte enfiando literalmente até o talo, nesse momento eu senti dor, mas ele gozou logo e retirou seu pau de dentro de mim.
Lá por volta da meia noite ele me pagou o combinado e eu fui pra casa, chegando em casa meu marido que ainda estava acordado quis transar, como sempre dava aquela rapidinha e virava para o lado, naquele dia eu dei até graças por ele ser rapidinho, mal sabia ele que a mulher dele tinha sido comida por um homem de verdade, um amante digno de elogios.

Desse dia em diante todos os fins de semana eu tinha clientes, a minha desculpa era justamente das festas chiques e que a gente precisava do dinheiro, confesso que nunca ganhei tanto dinheiro antes, e três meses depois eu larguei meu emprego antigo para dedicar ao novo, meu marido nada sabe e por causa da grana que entra ele até me incentiva, só que 6 meses depois eu mandei ele passear, afinal quem gosta de um parasita na cola da gente, hoje me dedico 100% a minha nova profissão.

Um comentário:

  1. Gostei, eu particularmente não gosto de traição, mas você pelo menos foi honesta não ficou chafrando eternamente.

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